Palombara Sabina

 

 

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Quem visita a Itália nem sempre tem o prazer de conhecer uma parte praticamente desconhecida do País em termos de foco turístico, e que é maravilhosamente diversificada, mas muitos têm a sorte de conseguir isso,e eu consegui.

 

 

Palombara Sabina é uma pequena cidade italiana da região do Lácio, província de Roma com cerca de 10.639 habitantes,que faz fronteira com: Guidonia Montecelio, Mentana, Monteflavio, Montelibretti, Monterotondo, Moricone, San Polo dei Cavalieri, Sant’Angelo Romano.

Embora Palombara seja relativamente próximo a Roma, sua tranqüilidade me fez lembrar um pouco os pequenos vilarejos da Toscana e a  paisagem consegue ser ainda  mais verde do que muitas pessoas imaginam.

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A pequena Palombara fica localizada sob uma colina ao pé do Monte Gennaro e em seu ponto mais alto está o castelo Savelli.

Castelo Savelli  é uma estrutura imponente de origem medieval, construído para a defesa de Palombara Sabina.

Conta-se que em meados do século X,os habitantes da região para sentirem-se seguros, se acercaram em torno do castelo, que tinha uma torre de vigia construída desde o século lX , mas teve sua estrutura ampliada posteriormente.

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A vila que se formou em sua volta, ainda hoje mantem grande parte de suas casas seguindo o padrão da fundação original e suas estreitas ruas que sobem entrelaçadas em forma de espiral.

Foi nesse castelo que foi preso em 1180, o anti-papa Inocêncio III.No século XIV, o castelo tornou-se sede de um tribunal estabelecido pelos Templários e então várias  mudanças foram  feitas no decorrer do próximo século.

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Apesar de várias intervenções o castelo manteve uma aparência substancialmente conservada.O castelo de savelli é administrado por uma associação que disponibiliza um guia para a visita que tem a duração de uma hora e meia a um custo de € 3.o museu arqueológico dentre seus vários afrescos tem também duas estátuas gregas estupendas de Zeus e Eirene.Pode se ver   também a passagem para o exterior e interior usado pelos arqueiros para não ser visto pelo inimigo e, finalmente, a Torre com seus 150 degraus para subir e  ver um panorama espetacular !!!

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A estrutura urbana de Palombara segue padrão feudo medieval típico, de onde do centro da cidade se alcança facilmente o nível mais baixo descendo a colina por uma unica estrada em forma de espiral . Palombara é um local de muita cultura e as tradições estão presente em quase todos os eventos. Em Palombara é imperdível  os festivais que promovem os produto agrícolas local. Começa com o Festival de Persica (pêssego), durante a primeira semana de agosto.

De muita  importância também é a  exposição nacional de azeite, que por estas bandas dá seu sabor fino para quase qualquer prato.

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Por aqui as oliveiras são nativas e são elas que dão origem ao famoso e saboroso azeite Italiano Sabina DOP.

 

Para terminar a temporada de verão, as duas primeiras semanas de junho e julho, com a Festa de Cerase (cerejas).

Palombara tem tudo para satisfazer as necessidades da maioria dos turistas, mas também deve ser levado em consideração que aqui é uma cidade pacata,porém cheia de história. Aqui o tempo realmente parece ter parado.

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Palombara não tem ligações directas com as ferrovias. No entanto, é perto das linhas suburbanas FR2 Roma-Tivoli (estação-Palombara Marcellina), e FR1 Orte-Fiumicino (parar Piana Bella Montelibretti). A partir daí, a cada 30 minutos, um ônibus sai   e custa € 1,10 transportando  passageiros para a aldeia, para uma viagem de cerca de 25 minutos.Este serviço de transporte não é exercido nos dias feriados.

 

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Quando fui peguei FR1 e desci em Montelibretti e como tenho um primo que mora lá ele foi me buscar na estação .

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Por do sol visto do castelo de Savelli

Obrigada Beto,Sara,Ilaria,Rossana e a nonna pelo carinho e receptividade!

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Amei tudo!!!!!  Vocês são o máximo!

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Algumas pessoas a gente conhece e outras Deus nos apresenta!

VENEZA

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Veneza sem dúvida é uma das cidades mais românticas e interessantes do mundo,famosa por sua história milenar,muitos canais,museus e monumentos,destino perfeito para uma lua de mel.

A cidade fica na Itália, mas às vezes você se esquece que está no país, pois a cidade não se parece em nada com o resto da bota. Aliás, ela não se parece com nada no planeta.

Trata-se de um destino cortado por vias aquáticas onde veículos (o que inclui ambulâncias, carros funerários, ônibus etc.) são barcos, tudo circundado por vielas, becos, pontes e praças com todos aqueles dourados e surpreendentes detalhes escondidos em sua arquitetura bizantina. Fruto da miscelânea de povos que passaram pela cidade, que foi importante ponte entre Ocidente e Oriente.

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Veneza é muito mais que cafés caros, gôndolas e lindos edifícios. O local é uma amostra de onde a criatividade do homem pode chegar. E ela inspira criatividade. Perca-se nela e fotografe, sonhe, namore. Encante-se.

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Entendendo Veneza

 

Como não poderia deixar de ser com um lugar tão especial, Veneza tem o seu próprio dialeto, e ruas e praças ganham outros nomes lá, diferentes dos usados em outras cidades italianas. “Calle” é o nome dado às ruas, “Campo” é um espaço aberto, a piazza de outras cidades (em Veneza só há uma piazza, a Piazza San Marco), “Campiello” é uma pracinha e “Fondamenta” é uma rua que corre ao longo de um canal.

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O melhor conselho para qualquer turista é se perder e seguir sem rumo pelas ruas da cidade. Ninguém conhece Veneza de verdade sem se perder por suas ruas. Caso você se perca, a melhor forma de se localizar é prestar atenção nas placas amarelas que indicam a direção para os pontos turísticos importantes, como “Rialto”, “San Marco” ou até mesmo  “Ferrovia”.

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As melhores (e únicas) formas de se locomover pela cidade e suas ilhas são a pé e no vaporetto, já que, em Veneza, carros não circulam. Dependendo de onde você estiver hospedado, é possível até percorrer as Sestieri (seis ilhas principais que compõem Veneza) a pé, deixando para comprar o cartão de transportes para um dia de passeios apenas, quando for explorar de barco a cidade as outras ilhas mais distantes.

 

Você pode comprar o cartão de transportes em qualquer tabaccaio (tabacarias) espalhados pela cidade, geralmente na proximidade das estações do vaporetto. Estes lugares também vendem mapas da cidade e do sistema de transporte aquático por cerca de EUR 2,00. Verifique com o seu hotel ou albergue seugôndolas ou guiado que apesar de não ser barato vale muito apena.Afinal você está em Veneza!

 

Veneza de avião

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Existem dois aeroportos principais nas proximidades de Veneza, o maior deles é o Marco Polo, que fica em Mestre, a parte da cidade situada no continente. O Aeroporto Marco Polo está ligado a Veneza tanto por barcos quanto por um ônibus que vai até a Piazzale Roma, localizada praticamente atrás da estação ferroviária Santa Lucia. A passagem deste ônibus custa apenas EUR 6,00, e você pode andar da Piazzale Roma para praticamente qualquer lugar de Veneza, ou, se preferir, pode pegar o vaporetto (mais detalhes a seguir).

 

Você pode reservar com antecedência traslados compartilhados ou privados do aeroporto de Veneza para o seu hotel, que são feitos em barcos especiais. Além de práticos, os traslados oferecem uma maneira especial de ver a cidade e chegar ao seu hotel em alto estilo.

 

Chegando a Veneza de trem

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Há duas estações de trem principais em Veneza: Mestre, que fica no continente, e Santa Lucia, localizada em uma das seis pequenas ilhas que compõem o que é considerado a Veneza “de verdade”. Para aqueles que descem lá, a surpresa começa logo na chegada. Ao chegar na estação Santa Lucia, você se depara com uma vista fenomenal da cidade, com o Grande Canal e seus belíssimos prédios logo à frente. É realmente o tipo de boas vindas que qualquer um deve esperar de Veneza. A sensação de deparar com todo aquele esplendor é indescritível!

Além do trem, uma das melhores formas de viajar pela Itália é de carro, já que o país é pequeno e as estradas ótimas, e dá para conhecer vários lugares de uma só vez. Se você está pensando em conhecer outras cidades além de Veneza,  a melhor alternativa seria alugar um carro!

 

Como se locomover em Veneza

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Para quem fica hospedado no continente, o transporte até a ilha é feito de ônibus ou de vaporetto, o famoso ônibus aquático de Veneza. O vaporetto percorre todas as principais ilhas e tem “estações” flutuantes, cada uma identificada por um nome diferente, mais ou menos como o sistema de metrô das grandes cidades .

O cartão de viagens para usar os transportes da cidade (ônibus entre Mestre e Veneza e também o vaporetto), é um pouco caro, custando EUR 20,00 por um dia e EUR 30,00 por dois de viagens ilimitadas. A ATVO também faz o trajeto de Mestre a Veneza, custa EUR 3,50 a ida e 6,40 ida e volta e o vaporetto por um hora  no mesmo sentido custa EUR 7,00 Seguindo pelo mesmo sentido pode se fazer  várias paradas até o limite do tempo .

 

Onde ficar em Veneza

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Os viajantes que estão de olho no orçamento geralmente preferem se hospedar em Mestre, no continente. Se este é o seu caso, terá que fazer a travessia até a ilha de ônibus ou de barco. Se você ainda está procurando onde ficar em Veneza, e pretende se hospedar na ilha, a “Veneza de verdade”, procure um hotel o mais próximo possível da estação de trem porque Veneza tem muitas pontes com degraus e ficaria ruim passar por muitas carregando malas.

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Pontos turísticos de veneza

 

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Um dos melhores passeios de Veneza, o Gueto Judaico é uma área de charme único, além de ser considerado o point da noite de Veneza (apesar de não ir até muito tarde) onde turistas, locais e estudantes se sentam à beira do canal que corta o distrito para aproveitar o melhor da comida e da bebida venezianas. A área é repleta de prédios de importância histórica para os judeus que vivem lá desde os tempos da República, e lá você encontrará restaurantes e lanchonetes servindo comidas e doces típicos judaicos. O ponto central do gueto é a praça Ghetto Nuovo, onde, durante a tarde, independente do dia, crianças e suas famílias brincam, enquanto os adultos degustam uma bebida no bar-restaurante. As ruas têm um cheiro suave de lavanda, delicioso, e também de roupa limpa, já que, às vezes, os moradores estendem suas roupas nos varais que cruzam os canais de um lado ao outro.

 

Ponte de Rialto

 

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A Ponte di Rialto é de uma beleza extrema, e, assim como a Ponte Vecchio em Florença, funciona não somente como um meio para cruzar o Grande Canal, mas também como uma espécie de shopping center, pois é repleta de lojas. Esta ponte, que é um dos principais pontos turísticos de Veneza, é a mais velha cruzando o Grande Canal, uma jóia da arquitetura, construída originalmente em madeira, por volta do século XII. Após vários colapsos, a ponte foi reconstruída em pedra em 1591, em um estilo parecido com a original.

A Ponte di Rialto está sempre lotada de turistas e venezianos, e tem três vias: a central, que não oferece vistas do Grande Canal, e as duas laterais, com escadas e rampas em cada lado, de onde é possível ter vistas dos lados diferentes do canal. Existe um lugar super legal onde sentar para tomar um drink e até mesmo um aperitivo ou uma refeição, enquanto se aprecia a beleza de Veneza e o movimento das gôndolas e dos barcos. É logo abaixo da ponte (não literalmente, claro) ao lado da subida do lado esquerdo (se você tem a direção da Piazza San Marco nas suas costas). As bebidas não são baratas, e uma cerveja de 300ml pode custar 7 euros, mas, é claro, você não estará pagando somente pela cerveja, mas pela vista privilegiada da ponte e do canal.

 

Piazza San Marco

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A praça de São Marcos, possivelmente a mais famosa do mundo, é de uma magnificência incomparável, um daqueles lugares que faz você se perguntar: ” Será que eu estou realmente aqui?”. A paisagem da praça é dominada por monumentos diferentes, como a Basílica de São Marco, a Campanile (torre que abriga os sinos da basílica), o Palazzo Ducale e a Torre do Relógio. A praça é o centro turístico da cidade, e, por este motivo, está sempre lotada. Outro elemento que não passará despercebido são os majestosos prédios que cercam a praça, conhecidos como Procuratie, construídos originalmente para abrigar os escritórios do procurador da cidade. O que se vê lá hoje são lojas caríssimas e restaurantes, como o Café Florian, o mais famoso café de Veneza.

 

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Outro ponto turístico localizado na área da praça é a Torre do Relógio (Torre dell’Orologio), um lindíssimo prédio do século XV que abriga um dos maiores relógios astronômicos do mundo.

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Veneza é maravilhosa em qualquer estação do ano. Porém, apreciá-la sob a serena luminosidade do outono e relativa tranquilidade em suas ruas sem ter que disputar espaço com hordas ensandecidas de turistas suados no verão é melhor ainda. Desfrutar esses momentos especiais, no entanto, tem seu preço: O outono é a época em que ocorre o fenômeno da “Acqua Alta”.

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“Acqua alta” é o nome que se dá a um excepcional aumento do nível das marés altas no norte do Mar Adriático. Eles alcançam seu ponto máximo na Laguna de Veneza, causando inundação parcial nos locais mais baixos, como a área de San Marco. Ocorre principalmente no outono e no inverno com maior probabilidade nos meses de novembro e dezembro. O aumento do fluxo das águas acontece quando há uma coincidência de ventos sazonais, como o “Scirocco” ou o “Bora” com a atração exercida pelo sol e a lua sobre as marés durante os períodos de lua cheia ou lua nova.

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Passarela montada para os turistas não pisarem na água quanto tem alagamento

 

Basílica de San Marco

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Construída no ano de 1063, esta igreja é uma verdadeira jóia da arquitetura bizantina, e domina a paisagem da praça San Marco. A basílica é um tesouro raro, para o qual, na nossa opinião, não existe concorrente ou comparação, até mesmo porque seu estilo é único. Os detalhes dourados do prédio, tanto no seu exterior quanto no interior, são de tirar o fôlego e reluzem ao sol, bem como todo o mármore usado na construção e as belíssimas cúpulas azuis. É lá que ficam guardados os restos mortais de São Marcos, o Evangelista. E, o melhor de tudo: a entrada é grátis! Sem dúvida um dos melhores pontos turísticos de Veneza.

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Apesar de sempre haver filas grandes na entrada, a espera nunca é muito longa, e, com certeza, você não se arrependerá se tiver que ficar lá por alguns minutos. Saiba que a entrada de turistas carregando bolsas grandes, como mochilas ou malas, é proibida, e você terá que deixar os seus pertences no Ateneo San Basso, localizado próximo da basílica e para o qual o caminho está sinalizado logo na entrada. Lembre-se também que não é possível entrar se você tiver os ombros à mostra, ou usando shorts ou saias curtas, por questões de respeito ao lugar sagrado.

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Os detalhes dourados dos afrescos que estão por todos os lados, do teto às paredes, além do altar, são de tirar o fôlego. Indo na direção do altar, você encontrará outro ponto interessante a ser visto dentro da igreja, a Pala D’Ouro, que é uma peça que tem cerca de dois metros de comprimento (para ter acesso a esta parte da igreja é necessário pagar 2 euros), toda feita de ouro e pedras preciosas, considerada uma das mais refinadas obras de arte bizantina em existentes.

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Não deixe de visitar também o Museu de São Marcos, que fica no nível superior da basílica (entrada EUR 4,00). Além de ter diversas peças de arte religiosa, o museu oferece vistas ótimas da nave da igreja, bem como da praça de São Marcos, a partir do pequeno terraço localizado do lado de fora.

 

Campanile (Torre Veneziana)

 

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A Campanille, imensa torre veneziana que fica na Piazza San Marco oferece o que é, com certeza, a melhor vista que se pode ter de Veneza do alto (a não ser que você contrate um helicóptero, coisa que não se vê por lá). A entrada não é muito barata, custa 8 euros, mas vale cada centavo, principalmente se você é um aficionado em fotografia.

 

Apesar do espaço no terraço de observação ser pequeno, os panoramas que se tem dos quatro cantos da cidade é deslumbrante. É de se achar que numa cidade antiga como Veneza os tetos dos prédios deveriam ser velhos ou descoloridos… Mas não, tudo é tão bem cuidado e feito para agradar aos olhos, que é difícil se ver até uma telha fora do lugar! A subida, de elevador, é rápida. Já a descida, é um pouco mais lenta, pois, geralmente, existe sempre mais gente tentando descer do que subir.

 

Palazzo Ducale

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O Palácio Ducale era a residência do Doge, o dirigente e a pessoa mais poderosa de Veneza. Localizado logo ao lado da Basílica de São Marcos, o palácio tem uma arquitetura gótica impressionante. Não deixe de prestar atenção nas duas colunas de mármore vermelho que compõem parte da fachada do palácio. Era de lá que os nomes dos condenados à morte pela República eram anunciados.

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O interior do palácio é de uma grandeza incomparável e é composto por diversos salões repletos de afrescos, como a Sala del Maggiore Consiglio (o Salão do Supremo Tribunal), que, além de ter pinturas de Veronese e Tintoretto, tem também uma varanda pequena que oferece vistas lindíssimas da lagoa e das ilhas de Sant Giorgio e Giudecca do outro lado. O preço do ingresso do palácio é um pouco salgado, custando EUR 16,50

 

Grande Canal

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O Grande Canal é a “aorta” de Veneza, por onde flui a vida da cidade em todos os aspectos. Além de ser a maior via de navegação através da cidade, o canal tem às suas margens alguns dos prédios mais importantes, que, juntamente com a água, formam uma paisagem estupenda. Nos tempos áureos da cidade, as famílias mais importantes competiam para construir os mais belos palácios às margens do Grande Canal, e, se sua família fosse realmente poderosa, a única forma de demonstrar isto era construindo um palácio no canal.

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O movimento de barcos e gôndolas, seja de dia ou à noite, em conjunto com a arquitetura fantástica da cidade, formam paisagens belíssimas, dignas de filme. Não deixe de conferir as diferentes vistas que se pode ter a partir das plataformas de partida das gôndolas e dos taxis aquáticos, que, em certas horas do dia, ficam vazias, permitindo-se caminhar até o final delas e ter um ponto menos obstruído de onde se pode observar o canal. O Grande Canal fica ainda mais belo ao por do sol, quando a luz da cidade muda totalmente.

Pegue um vaporetto e veja o canal a partir de um barco, de dia e à noite também. Além de custar bem menos que as gôndolas (que custam em torno de EUR 100,00 a EUR 140,00 por casal,um passeio em média de  uma hora), o passeio é geralmente feito em maior velocidade e costuma ser divertido.

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Este prédio do meio na foto é o local de onde se tem a vista do grande canal no filme com a Angelina Jolie “O turista”,segundo  o gondoleiro, o filme se passava no hotel Daniele que fica um pouco distante  daqui,mas as cenas da vista  da sacada do hotel   foram feitas daí do último andar.

 

Murano

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Murano é uma das belíssimas ilhas que circundam Veneza, localizada a pouco mais de meia hora de vaporetto da cidade (dependendo do seu ponto de partida). Murano é mundialmente famosa pelos artigos de vidro que são produzidos lá, verdadeiras obras de arte de altíssima qualidade. Você pode encontrar artigos de decoração, de mesa e até lustres, e existem diversas lojas vendendo peças pelos mais variados preços. Murano parece uma versão em miniatura de Veneza, mas, mesmo assim, tem o seu próprio charme devido à produção de vidro que acontece na ilha. Além disso, a ilha tem diversas pracinhas onde os trabalhos dos artesãos do vidro ficam em exibição, bem como lindas igrejas e pontes. Com sorte, você até conseguirá ver os artesãos em ação! Uma dica: os restaurantes de Murano parecem ser bem mais em conta que os de Veneza. Portanto, se estiver visitando a ilha no horário do almoço ou próximo do jantar, não deixe de aproveitar para comer por lá e economizar um pouco.

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Outro toque super especial de Murano são as flores que você verá nas varandas de alguns dos prédios. Cheias de cores e imaculadamente posicionadas, elas são diferentes de qualquer outra coisa que já vimos por aí: são todas feitas de vidro!

Há também excursões guiadas para Murano, Burano e Torcello, que te levam de barco direto para os pontos turísticos de cada ilha, por preços bastante acessíveis.

 

Cemitério (San Michele)

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A apenas 20 minutos de barco de Veneza, a ilha de San Michele abriga o famoso cemitério da cidade, uma das principais atrações turísticas de Veneza. O Cimitero é simplesmente lindo, e tem muros enormes e uma belíssima igreja que pode ser avistada de longe. De tão organizado, florido, colorido, e com sua arquitetura maravilhosa, o cemitério por vezes acaba deixando de parecer o que é… Lá ficam as mais espetaculares catacumbas em que as famílias dos venezianos mais importantes e ricos estão enterrados. San Michele tem um ar de jardim encantado, não de cemitério onde estão enterradas milhares de pessoas, algumas delas famosas, como o compositor Stravinsky. Tem-se a impressão de que, na tentativa de celebrar a vida daqueles que já se foram, os venezianos acabaram celebrando a beleza da sua cidade e o seu amor pela vida, como fizeram através da construção de outras jóias da arquitetura espalhadas por Veneza.

 

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(Botecos de Veneza)

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Entre os segredos que Veneza guarda em suas vielas,estão os Bacari,os botequins venezianos,basta sair das ruas de passagens para que eles apareçam,muitos são meras portinhas,apropriados para tomar um café ou uma ombra, taça de vinho da casa.Para acompanhar haverá os cichetti,canapezinhos montado com queijo,embutidos ou bacalà mantecato.

 

Aproveite os que você descobrir ao acaso no seu caminho

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Veneza é uma cidade que está presente nos sonhos de quase toda a humanidade. A imagem dos canais cortados por gondoleiros e casais felizes passeando por entre construções históricas é mesmo de tirar o fôlego. E, por isso, a cidade é este sonho de consumo, que atrai 12 milhões de visitantes todos os anos. Até os famosos gostam de passear por ali. Foi em Veneza que o ex-solteirão cobiçado George Clooney resolveu celebrar sua união com a advogada Amal Alamuddin, em setembro de 2014.

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Contradizendo algumas opiniões de que Veneza era cheia demais, turística demais e também não cheirava bem,resolvi conferir e para minha surpresa não era nada disso,talvez pela época que eu tenha ido,Veneza com certeza  foi o lugar mais lindo e inesperado que já conheci,daqueles que você quer que alguém te belisque para ter a certeza que não é um sonho.Ahhh Veneza sentirei saudades!!!

 

Patty Mendes

Florença

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Florença, capital da Toscana, é uma cidade pitoresca e apaixonante, eleita como patrimônio mundial pela UNESCO, também é um dos destinos mais famosos da Itália, atrás de Roma e Veneza. Por estas terras circularam grandes artistas como Leonardo da Vinci, Giotto, Michelangelo, entre outros. Neste artigo você vai descobrir o que conhecer em Florença, para aproveitar cada instante nesta belíssima cidade italiana.

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Foto com a estação Santa Maria Novella de fundo.

 

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Delicioso espaguete a carbonara

 

Florença é muito linda e uma visita à cidade lhe permitirá perder-se entre quadros, esculturas, arte e história em cada canto. A cidade conta com inúmeros atrativos e possui uma história interessantíssima, para quem não sabe esta terra foi habitada por importantes arquitetos, pintores e escultores, que colaboraram para enriquecer a cultura local, tornando-a o berço do Renascimento.

 

O que conhecer em Florença

– Principais atrações e monumentos

Florença é uma cidade bastante grande e repleta de atrações, monumentos e pontos de interesse, neste artigo proponho conhecermos alguns, que vi em minha rápida passagem pela cidade:

 

Santa Maria del Fiore (Catedral)

Piazza della Signoria

Museo Nazionale del Bargello

Palazzo Vecchio

Galleria degli Uffizi

Palazzo Pitti

Ponte Vecchio (século XIV)

Santa Maria Novella (igreja gótica)

Piazzale Michelangelo (vista panorâmica)

Abaixo, falarei um pouco sobre cada um destes lugares e mostrarei algumas fotos que poderão ilustrar o que você verá ao vivo.

Abaixo, falarei um pouco sobre cada um destes lugares e mostrarei algumas fotos que poderão ilustrar o que você verá ao vivo.

 

Piazza del Duomo

A praça da Catedral Santa Maria del Fiore é um dos pontos turísticos mais visitados de Florença, sua cúpula é um símbolo da cidade, um lugar imperdível que você tem que conhecer em Florença.

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Neste local você poderá se maravilhar com a beleza da Basílica, uma das obras da arte gótica e do renascimento italiano, essa construção é considerada de fundamental importância para a história da arquitetura, e caracteriza a riqueza e poder da Toscana nos séculos XIII e XIV.

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A construção do Duomo se estendeu por seis séculos, o projeto inicial data do século XIII, das mãos de Arnolfo di Cambio, já a cúpula é uma obra de Filippo Brunelleschi, mas a fachada somente foi concluída no século XIX, em 1867, obra de Emilio de Fabris que desenvolveu um enorme e magistral trabalho de mosaico em mármores coloridos em estilo neogótico.

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No interior você encontrará esculturas e afrescos de artistas como Andrea del Castagno, Federico Zuccari, Giorgio Vasari e Paolo Uccello.

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Outros pontos interessantes para ver e visitar são o campanário de Giotto, que é a torre dos sinos da catedral, construído em 1334 por Giotto di Bondone. Essa torre mede aproximadamente 85 metros de altura e possui 7 sinos que foram sendo adicionados com o passar dos anos. Você pode, mediante a pagamento, visitar a torre.

Além da torre dos sinos você pode ver ainda o Batistério de São João, uma construção muito famosa que acredita ser inclusive o prédio mais antigo da cidade. O Batistério é famoso por suas belas portas de bronze, e também pela história que circunda sua criação, reza a lenda de que na verdade ele foi um templo romano dedicado a Marte, mas recentemente no século XX escavações provaram que o Batistério era uma torre de guarda, parte de uma muralha que protegia a cidade.

Batistério de São João em Florença na Itália.

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Também na mesma praça você pode visitar o Museo dell’Opera di Santa Maria del Fiore, que é um museu dedicado a armazenar e cuidar do patrimônio e objetos procedentes do complexo arquitetônico: Catedral, Campanário e Batistério.

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Palazzo Vecchio

Esta é a principal praça da cidade, localizada na parte central da Florença Medieval, onde se encontra o Palazzo Vecchio e também o coração da vida social da cidade. Essa praça possui uma

forma um pouco especial, semelhante a uma letra “L”, está ao sul do Duomo e bastante próximo do “Ponte Vecchio”.

Palazzo Vecchio, um dos pontos turísticos mais importantes de Florença na Itália.

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Como atrações, monumentos e edifícios temos o Palazzo Vecchio, datado do século XIV, que foi construído entre 1299 e 1314, para hospedar e proteger aos magistrados, como também para celebrar sua importância. O arquiteto do Palazzo foi Arnolfo di Cambio, o mesmo do Duomo e da Basílica da Santa Cruz.

O Palazzo Vecchio possui centenas de estátuas e obras de arte, inclusive do lado externo, digno de apreciar. Sobre a porta principal está o frontispício decorativo em mármore, criado em 1528, com dois leões em bronze e um monograma de Cristo e uma escrita em latim “Rex Regum et Dominus Dominantium” (Rei dos Reis e Senhor dos Senhores).

No Palazzo está a Torre di Arnolfo, uma construção de 95 metros de altura, que oferece uma maravilhosa vista panorâmica e pode ser visitado pelo público, os bilhetes custam entre €6,50 e €10 (se combinado com o Museu do Palazzo Vecchio).

A Torre di Arnolfo é outro dos lugares imperdível que você tem que conhecer em Florença, programe-se e se possível faça a visita ao topo da torre, o panorama é incrível.

A praça ainda possui várias lojas para comprar souvenirs e tantos outros serviços, como bares, cafés, etc. Imperdível, um dos pontos turísticos mais importantes da cidade.

Antes de subir ao passeio pergunte o percurso e o preço.

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Como atração há também um passeio de charrete com cavalos, a recomendação é claro, perguntar o itinerário e preço antes mesmo de embarcar.

 

Museo Nazionale del Bargello

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Um dos museus mais importantes da Itália, possui uma das histórias mais interessantes entre todos, já foi sede do governo, prisão, sede do Conselho de Justiça e somente em 1859 se tornou realmente um museu, destinado a documentar a história e arte da Toscana.

Se você gosta de história e arte a visita neste museu é imperdível pois possui obras de importantes artistas como: Michelangelo, Cellini, Bandinelli, Giotto e Mainardi. O Museo Nazionale del Bargello é o principal que você tem que conhecer em Florença.

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São várias as salas, cada uma com um tema diferente, entre elas se destacam:

 

Sala de Michelangelo e da Escultura do “Cinquecento”;

Sala dos Marfins (265 peças);

Capela de Maria Madalena e Sacristia (onde os condenados à morte esperavam a execução);

Salão de Donatello e da Escultura do “Quattrocento”;

Sala da Escultura do “Trecento”;

Sala da Armas (mais de 2 mil peças);

Enfim, uma visita pelo Museo Nazionale del Bargello é uma excelente escolha para quem adora arte.

Mais informação, preços e horário de funcionamento podem ser encontrados no site oficial:

 

Galleria degli Uffizi

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Outro dos museus de grande importância da Itália, este por sua vez conserva obras de ninguém menos que Leonardo da Vinci, Sanzio, Tiziano, Durer, Botticelli, Rubens e também Michelangelo.

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O acervo, um dos mais importantes de todo o mundo, aloja em seu interior importantes afrescos, como:

Maestà (Cimabue);

Maestà (Duccio);

Madonna di Ognissanti (Giotto);

O Batismo de Cristo (Leonardo da Vinci);

A Anunciação (Leonardo da Vinci);

A Adoração dos Magos (Leonardo da Vinci);

Tondo Doni (Michelangelo);

E tantas outras obras imperdíveis de artistas que deixaram seu nome escrito na história da arte, a Galleria degli Uffizi é sem dúvidas um ponto a ser ter em consideração em sua visita a Florença.

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Galleria dell’Accademia   www.polomuseale.firenze.it/accademia

Aqui encontra-se a versão original de David de Michelangelo e o Museu de Instrumentos Musicais.

Palazzo Pitti

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Este é um grande palácio renascentista, situado às margens do rio Arno, bastante próximo também da Ponte Vecchio e foi originalmente construído em 1458. Como quase todas as construções centenares da Itália ele foi sofrendo com reformas e ampliações com o passar dos anos.

 

Já alojou em seu interior importantes famílias como os Médici, também Napoleão Bonaparte e por último serviu também de residência da família real, sendo habitada por Vittorio Emanuele II e sua família até 1871.

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Hoje é um importante museu que em seu interior guarda muitas salas e inclusive permite a visitação aos apartamentos reais (14 salas), ao visitar o Palazzo Pitti você encontrará muita história e arte, em habitações como:

 

Galeria de Arte Moderna (1700-1900);

Galeria Palatina (500 obras do renascimento);

Museu da Prata (1600);

Museu da Porcelana (porcelana fina);

Galeria do Traje (figurinos teatrais do Século XVI);

Museu das Carruagens (XVIII e XIX);

Nos dias atuais o Palazzo Pitti pertence ao estado italiano, tendo sido doado por Vittorio Emanuele III (neto de Vittorio Emanuele II) em 1919.

 

Ponte Vecchio

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Essa ponte possui uma história fantástica, acredita-se que ela tenha sido construída ainda na Roma Antiga, mas que naquele então era feita de madeira. Em 1333 foi destruída por uma enchente, mas no ano 1345 foi reerguida, com um projeto desenvolvido por Taddeo Gaddi.

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São três arcos que sustentam a ponte, sendo que o maior mede 30 metros de diâmetro, sobre ela estão situadas lojas, joalherias, e mercados deste os tempos mais remotos, tradição que existe ainda hoje.

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No Ponte Vecchio (como também em muitos outros lugares do mundo inteiro) existiu a tradição do cadeado. Reza a lenda que ao fazer isso você e seu amante terão amor eternos. O local onde são colocados os cadeados no Ponte Vecchio é ao redor da estátua de Benvenuto Cellini.

Ponte Vecchio, um dos lugares imperdíveis de Florença na Itália.

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Infelizmente, pela quantidade imensa de turistas e cadeados a prefeitura era obrigada a retirá-los com frequência, hoje em dia a multa para quem for apanhado em flagrante colocando um cadeado por lá é de €50!

 

Santa Maria Novella

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Para quem gosta de visitar igrejas antigas, o que é muito interessante pois remontam aos tempos mais remotos, a Santa Maria Novella é uma das mais interessantes da cidade de Florença. Ela começou a ser construída em 1049 (!) e passou por várias reformas e ampliações ao longo do tempo. Apesar de ter sido iniciada quatro séculos antes, ela somente foi consagrada pelo papa (Eugênio IV) em 1420.

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A fachada atual foi concluída em 1470, um projeto de Leon Battista Alberti, que escolheu um estilo muito particular e belo, típico da cidade naquela época.

O interior da igreja é conformado por três naves, sendo que a principal mede 100 metros de comprimento, formando junto das outras duas uma cruz latina. Os artistas que colaboraram com a construção desta bela igreja foram Brunelleschi, Ghirlandaio e Masaccio.

A Basílica Santa Maria Novella de Florença faz parte do Centro Histórico da cidade, que está considerado um Patrimônio Mundial pela UNESCO.

 

Piazzale Michelangelo

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Vista do Florença desde o Piazzale Michelangelo.

Esta é uma pracinha muito bacana, você terá que chegar até lá com algum meio de transporte pois se localiza no alto da cidade. Foi construída como um mirante no ano de 1865, desde lá é possível apreciar uma magnífica vista de toda a cidade.

 

A praça está dedicada a Michelangelo, e como homeagem a este grande artista do renascimento italiano estão expostas cópias de algumas suas obras. Estas cópias foram realizadas em bronze, já as originais são na verdade de mármore branco.

A vista abarca o coração de Florença, partindo do Forte Belvedere, passando pela Santa Croce, as pontes (incluindo o Ponte Vecchio), o Duomo, Palazzo Vecchio, Bargello, enfim, você terá uma vista privilegiada de quase toda a cidade, um excelente lugar para tirar fotos e levar belas recordações do passeio.

Minhas conclusões:

Acredito que não exista forma de não se apaixonar por uma cidade tão pitoresca, eleita como patrimônio mundial pela UNESCO, com uma história tão intrigante e bela.

Por estas terras circularam nomes de peso, como Leonardo da Vinci, Giotto, Michelangelo, entre outros, isto faz de Florença uma das cidades mais belas do mundo, onde será possível perder-se entre quadros, esculturas, arte e história em cada canto.

Mas o imperdível mesmo seria a Piazza del Duomo, com sua Catedral maravilhosa como atração principal, além de ver a estátua de Davi na Gallerie dell’Academia, pois réplicas você vai encontrar por toda parte lá, mas nenhuma se equipara a original

Não deixe de visitar Florença em sua  visita à Itália e deixe-se perder no tempo do renascimento com tudo o que esta cidade tem para lhe oferecer.

 

 

Patty Mendes

 

 

 

 

 

Pisa

Pisa

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Localizada na Toscana e cortada pelo Rio Arno (o mesmo que passa em Florença), Pisa é pequena e pacata. Mas engana-se quem acha que ela teria pouca importância se não fosse a famosa torre inclinada: é lá onde está uma das mais renomadas universidades da Itália.

No início da Idade Média, Pisa era uma grande cidade portuária, chegando a ser tão importante quanto Gênova e Veneza. Esse prestígio começou a decair à partir de 1284, quando a cidade perdeu uma guerra contra os genoveses. Para piorar, nos anos seguintes, começou a ocorrer um aterramento do seu porto, o que selou o destino da cidade. Tanto que, hoje em dia, Pisa não é mais uma cidade costeira.

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Como chegar…

 

A cidade de Pisa tem 2 estaçõe de trem: Pisa Centrale e Pisa San Rossore.

A maioria dos trens que vem de outras cidades italianas vai até a Estação Pisa Centrale. Ela fica a cerca de 2 km da praça onde está a Torre.

Já a outra estação, Pisa San Rossore, fica bem próxima: cerca de 400 metros. Mas em compensação, quase nenhum trem vai direto até esta estação, sendo necessária uma baldeação em Pisa Centrale. Só há uma exceção: quem vem da cidade de Lucca. O trem deixa o passageiro diretamente em San Rossore.

Outra opção é alugar um carro para ir até Pisa. A cidade está a cerca de 100 km de Florença e cerca de 20 km de Lucca.

Mas atenção: não é permitido circular de carro no centro histórico (só veículos públicos e de moradores, que tem autorização especial para isso). Porém, é possível estacioná-lo nas imediações da Piazza del Duomo (onde está a torre).

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De Pisa centrale para a torre

Opções: • Pegar um ônibus (pegar a Linha LAM Rossa, em frente a estação, que deixa próximo à Torre);

  • Pegar um taxi;
  • Ir a pé (cerca de 20 min de caminhada)

A caminhada é bem tranquila. O solo é bem plano, o que não cansa tanto e ainda podemos ir apreciando a paisagem e a movimentação da cidade.

 

Chegando em Pisa

Como estava hospedada em Roma,peguei o trem na Estação Termini bem cedinho e segui até Pisa. Foram mais de 3 horas de viagem até chegar na Estação Pisa Centrale .Chegando lá deixei as malas em um depósito de bagagens pago.na própria estação, aí então decidi ir caminhando para conhecer melhor a cidade e aproveitar para um café,que por sinal foi o pior que tomei em toda minha vida!Gente…Vocês não tem noção no quão amargo estava este café!Lá quando se pede um café eles perguntam se o cliente quer café macchiato.Caso não gostem de café amargo nunca,mas nunca mesmo peçam por este café, depois continuei a segui em direção a torre, fui sentindo um pouco o clima de Pisa, que mais se parece uma cidade do interior. Achei um lugar bem agradável.

Em um determinado momento,passei por uma ponte que cruza o Rio Arno, o mesmo que passa em Florença. As construções da margem são todas em tom amarelo e bege, uma paisagem que merecia uma tela de tão linda!.

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Atravessando a ponte, segui em  frente e conforme fui andando, já comecei a avistar o topo da Torre de Pisa. E, de cara, já dá pra começar a ter uma ideia da inclinação dela.

E derrepente cheguei ao campo dei Miracole, ou simplesmente Piazza del Duomo, a praça onde estão as principais atrações da cidade, cujas fachadas possuem aspecto arquitetônico semelhantes.São eles: a Catedral de Pisa (o Duomo), o Battistero, o Camposanto e, é claro, o famoso Campanário inclinado.

Quando se chega à praça, percebe-se logo que todas as atenções vão p

ara a espetacular Torre de Pisa.

Gente… Ela é muito inclinada!… É incrível como ainda permanece de pé. Tudo bem que algumas intervenções foram realizadas de lá pra cá, mas mesmo assim,ela hoje tem cerca de 4 metros de inclinação.É ou não é pra ficar espantado?

A famosa torre do sino do Duomo começou a ser construída em 1173, sob um solo arenoso e instável. Há controvérsias até hoje quanto ao verdadeiro autor do projeto, mas fato é que projetaram as fundações do edifício de forma errada: elas são muito curtas para uma torre deste porte e para um solo desta natureza.

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Dizem que, ainda quando estavam construindo o 3º andar, já era possível ver a inclinação. Apesar disso, a obra deu seguimento, com vários arquitetos tentando reparar o erro. Em vão: foi concluída em 1350, com uma inclinação de quase 1,5m.

Desde então, várias tentativas foram feitas para tentar consertá-la (ou mesmo impedir que incline mais). A última começou na década de 90, quando conseguiram reduzir 40 cm desta inclinação.

Um fato ocorrido ali entrou pra história. O cientista Galileu Galilei utilizou a Torre de Pisa para fazer seu experimento mais famoso, sobre a velocidade de queda dos objetos. Mas engana-se quem acha que foi por causa da inclinação da torre. Ele a utilizou porque era um dos monumentos mais altos da época.

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Todo turista que se preze não pode sair da Torre de Pisa sem fazer a típica foto perspectiva.Todo mundo paga esse mico e rende fotos hilárias.

 

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A melhor forma de conseguir uma foto que demonstre bem a inclinação da Torre de Pisa é tirando-a de mais longe, pegando todo o Duomo e a torre. Dessa perspectiva, a gente consegue ver bem a diferença dos 2 edifícios: um reto e o outro inclinado.

                                               Subindo a Torre

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Ela foi reaberta para visitação em 2001, após a última intervenção feita nos anos 90. São cerca de 300 degraus até o topo, que oferece uma bela vista da cidade e do entorno. Você pode comprar o ingresso no dia, mas dependendo da época do ano, pode encontrar uma fila imensa ou mesmo nem achar ingresso. Aconselho a comprar com antecedência pelo site.  Eu optei por não subir porque além de está me sentindo cansada,achei melhor vê-la por fora mesmo e também já tinha ouvido comentários de que não compensa muito o sacrifício devido a inclinação dela perceber-se mais quando se ver por fora.

 

Duomo

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O Duomo de Pisa é uma imponente catedral de mármore em estilo romântico-pisano, com uma fachada com 4 fileiras de colunas. Uma das mais lindas da Itália.

Guardando no seu interior o Púbito com figuras em relevo e o mosaico com a imagem de Jesus, situado atrás do altar. Composanto, o edifício retangular de 130 metros que está ao lado do Duomo nada mais é do que um cemitério, com uma particularidade: ele teria, em suas fundações, uma terra especial trazida da Terra Santa pela Quarta Cruzada. Reza a lenda que este solo teria uma condição especial, que faz com que os corpos fossem totalmente decompostos em apenas 24 horas.

Battistero

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Havia nele belíssimos afrescos, mas foram quase que totalmente destruídos por um bombardeio durante a Segunda Guerra Mundial. De frente para a entrada do Duomo está o Battistero, o edifício circular de 55 metros de altura e 35 metros de diâmetro, que é dedicado a São João Batista e é local de batismo. Sua construção foi iniciada em 1152, seguindo o mesmo estilo arquitetônico do Duomo. Mas a obra foi interrompida e retomada 1 século depois por outro arquiteto, que deu um toque gótico ao edifício.

Estando na Piazza del Duomo, você reparará que há uma Muralha medieval no entorno. Datada do século 12, ela “envolve” o Centro Histórico da cidade de Pisa.

 

 

                            Informações turística para  Pisa

  • O ingresso para subir a torre de Pisa ,pode ser comprado na hora ou com antecedência, pelo site oficial (máximo de 20 dias e mínimo de 1 dia de antecedência).
  • A subida é realizada em grupo, com um número restrito de pessoas. Cada grupo tem direito a ficar, no máximo, 30 minutos na torre (para subir, apreciar a vista e descer), não sendo permitido exceder este tempo.
  • São cerca de 300 degraus e a subida pode provocar vertigem em algumas pessoas, por causa da inclinação do edifício.
  • Todos os monumentos doCampo dei Miracolisão pagos, exceto o Duomo.

 

Patty Mendes

ROMA

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Roma

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Um parque de diversões para apreciadores da história e arquitetura. Um tesouro inesgotável para amantes da arte e cultura. Uma metrópole eletrizante de trânsito caótico. Um agitadíssimo centro com tudo do melhor para boêmios, modernos, glutões e fashionistas. Roma consegue ser tudo isso e muito mais. São inúmeros os atributos que a capital italiana, atualmente habitada por cerca de 2,8 milhões de pessoas, acumulou em seus 2.700 anos de história – sendo que durante boa parte desse período foi o epicentro do império que dominou o mundo por 500 anos. A “Cidade Eterna” tem tantas atrações imperdíveis que aos visitantes sempre se recomenda voltar. Mesmo assim, joga a favor dos turistas o fato de a maioria das atrações mais procuradas se concentrarem em uma área perfeitamente viável para a exploração a pé. Porque se o Coliseu, a Fontana di Trevi e o Vaticano são obrigatórios, igualmente indispensável é saborear o prazer de cafés ou barzinhos, como bons romanos, enquanto nos embasbacamos com cada praça, monumento ou museu.

Chegando em Roma…

 

Em Termini (Estação)

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Ali você tem praticamente todos os meios de transporte a sua disposição. Seja metro, linhas A e B, ônibus e também taxis. Corridas de taxi até o centro histórico costumam custar em média 20 euros. Se o seu hotel é na região de Termini, basta caminhar.

 

Do Aeroporto de Fiumicino até Termini

Do aeroporto até a cidade, além do taxi, que é 48 euros tabelado a corrida, existe um serviço de trem rápido, chamado Fiumicino Express, com saídas a cada 35 minutos e que, em aproximadamente 30 minutos, deixará você em Termini a 14 euros a pessoa. O mais chatinho desse trem é que ele para em uma plataforma um pouco distante do ponto central da estação e sendo assim, você gastará uns 10 minutinhos caminhando mesmo com ajuda das esteiras rolantes, quando funcionam é claro, e pode ser meio chato se você estiver com muitas malas ou malas pesadas.

 

Além do trem rápido existe um outro trem que, fazendo mais paradas, permite que você desça nas estações de Trastevere, Tuscolana ou Tiburtina. Dependendo de onde for o seu hotel pode ser que essa seja uma opção melhor. O custo é de 8 euros a pessoa e os intervalos de saída assim como o tempo de viagem costumam ser um pouco maiores que o Fiumicino Express.(Obs:O Fiumicino Express é também Chamado Leonardo Express)

Ambos os trens partem do mesmo local no aeroporto, do terminal 3.

Existe também um serviço de ônibus que vai até Termini parando na Piazza Cavour, próximo ao Vaticano, o custo é de 8 euros e de todas as opções acho que é a mais demorada em media 1 hora e 15 minutos mas, uma boa opção se seu hotel é na região próxima ao Vaticano.Existe também o shuttle Terravision. A empresa Airport shuttle pega no aeroporto e deixa na porta do seu hotel. Tarifa a partir de € 25 por pessoa. Já a Rome Airport Shuttle cobra € 25 euros por pessoa. Mas se van sair com 5 pessoas fica € 49 — menos de € 10 cada uma. Valores de 7h às 19h. Após este horário tem que pagar um suplemento de € 3 por passageiro.

 

Se deslocando em Roma…

Para usar o serviço de ônibus, metro e tram (tipo bondes de superfície) e inclusive a ferrovia que vai até Ostia Antica basta que você compre os tickets na estação de metro, seja nas máquinas ou bilheteria, nos diversos tabacchis existentes pela cidade ou mesmo dentro dos ônibus (mas cuidado que nem todo o ônibus vende o tickect, apenas aqueles com a máquina apropriada e no ônibus você só compra o ticket unitário).

A principal decisão aqui é o tipo de ticket que você irá comprar.

Ticket único (BIT – Biglietto Integrato a Tempo) – custa 1 euro, permite que você faça somente um trajeto de metro e que uses ilimitado nos ônibus até 75 minutos antes ou depois de ter usado no metro.

Ticket diáro (BIG – Biglietto Integrato Giornalero) – custa 4 euros e permite que você faça uso ilimitado do metro, onibus e tram até as 24 horas do dia em que você usou o bilhete.

Ticket turístico  (BTI – Biglietto Turístico Integrato) – custa 11 euros e permite que você faça uso ilimitado do meios de transporte público por 3 dias. Nesse caso você deve colocar seu nome e a data do primeiro dia de uso no bilhete.

Ticket semanal  (CIS – Carta Integrata Settimanale) – custa 16 euros e permite que você faça uso ilimitado do meios de transporte público por 7 dias. Como acima, deve colocar seu nome e data de início de uso no bilhete.

Ticket semanal  (CIS – Carta Integrata Settimanale) – custa 16 euros e permite que você faça uso ilimitado do meios de transporte público por 7 dias. Como acima, deve colocar seu nome e data de início de uso no bilhete.

Ticket semanal  (CIS – Carta Integrata Settimanale) – custa 16 euros e permite que você faça uso ilimitado do meios de transporte público por 7 dias. Como acima, deve colocar seu nome e data de início de uso no bilhete.

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Maquina para compra de tickets do metro

Basta pressionar o botão prateado ao lado do tipo de ticket desejado (conforme indicado acima), quantas vezes for o a quantidade de tickets desejada, inserir o dinheiro e pronto!

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imagem da tela da máquina

 

Roma Pass

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Se você pretende comprar o Roma Pass, não esqueça que ele dá direito a três dias de uso ilimitado do transporte público, sendo assim, dependendo da quantidade de dias que você for ficar, talvez a melhor opção seja comprá-lo assim que chegares dessa forma você já sai usando logo nos primeiros dias ,e também ele da o direito de entrar em apenas duas atrações,outras ele proporciona descontos.Assim é melhor ir nas atrações mais caras primeiro.Detalhe: La no vaticano não é aceito o Roma pass.O custo desse cartão é de 34 Euros.Parece muito,mas se somarmos o que gastaria com transporte para 3 dias + valor de duas atrações,( preferencialmente as mais caras) + descontos nas outras atrações ,o resultado seria superior a esse e ainda se ganharia tempo porque com o Roma pass você não precisa pegar aquelas filas gigantescas,principalmente no coliseu.

***Uma outra dúvida recorrente é como utilizar os tickets. No metro basta que você passe na catraca, já nos ônibus você deve validar, mais uma vez nas maquinas apropriadas, apenas na primeira vez que for usar. Então um tickect ainda não validado no metro deverá ser validado no ônibus, caso contrário, basta manter o ticket com você e apresentá-lo caso alguém responsável o solicite.

 

 

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Máquina para validação do tickets no ônibus

 

O site da ATAC é muito útil para se deslocar por lá e também muito fácil de usar, basta você colocar o endereço de partida e o de destino que ele indica quais meios de transporte público você deve usar.

 

DO AEROPORTO DE CIAMPINO AO CENTRO DE ROMA…

 

De taxi – em média 30 euros a corrida do centro ao aeroporto.

 

De ônibus – as mesmas empresas que fornecem serviço em Fiumicino, SitBusShuttle e Terravision, atendem ao Aeroporto de Ciampino, nos sites você encontrará as informações sobre compra, trajeto, tempo, horários e custos.

Outra opção é pegar um ônibus da Altral até Anagnina, término da linha A do metro, e de lá ir até a estação de metro mais conveniente para você. Esse ônibus custa 1,2 euros e depois você deverá pagar ao menos mais 1 euro pelo metro. Digo ao menos porque pode ser que você decida por outros tipos de bilhetes.

 

CONHECENDO ROMA

 

VATICANO

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Basílica de São Pedro, Tumbas dos Papas, Museus e Necrópole.

A basílica, as tumbas e a cúpula é possível visitar em um dia só. Para visitar os museus, onde está a famosa Capela sistina você precisa de, no mínimo, 3 horas (sem contar o tempo que se perde na fila, que em alta temporada é enorme).

Independente da sua religião, uma viagem ao Vaticano será muito proveitosa, não estamos  falando sobre crença mas sim sobre a história do mundo moderno. Visitar o Vaticano é bastante particular, de entrada você estará num país, dentro de uma cidade (o Vaticano fica dentro de Roma). A divisão é feita por grandes muros.

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A Guarda do Vaticano em nada se assemelha com os guardas e os policiais de Roma (ou de qualquer outro lugar). A começar pelo uniforme e, o que muita gente não sabe, pela nacionalidade. 100% suíça!Pooooode!!!Coitados parecem uns palhacinhos!!!

 

Basílica de São Pedro

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Esta basílica é sem sombra de dúvidas a maior igreja católica do mundo, ela ocupa uma área de 23.000 metros quadrados, podendo receber até 60.000 devotos em seu interior.

 

O que esperar deste lugar? Beleza, arte, história. Dentro dela existem mais de 340 estátuas e ainda possui por suas paredes e tetos obras de ninguém menos que Michelangelo, Bramante, Rafael e Bernini.

Aqui então foi enterrado São Pedro, que era na época um dos doze apóstolos de Jesus Cristo, ele também foi nomeado posteriormente como sendo o primeiro na linha da sucessão papal.

Tumbas dos Papas

Outro local muito disputado entre turistas são as grutas, abaixo da igreja. Lá estão as tumbas de vários papas. A mais procurada é a tumba de João Paulo II. Espere longas filas para o lugar — mesmo em dias mais calmos.

O tour até a tumba do Apóstolo Pedro é aberto ao público e custa apenas 12 Euros. Mas é quase um segredo de Estado. Para agendar o tour é preciso trocar e-mails diretamente com o Escritório de Escavações do Vaticano. E com muita antecedência, se possível meses antes da viagem.

O Vaticano escolhe quase tudo: data, horário… O visitante pode pedir que o tour seja em determinado idioma, mas não há garantias de que será atendido

 

MUSEUS DO VATICANO

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Basílica de San Pietro, um complexo com diversos museus, conhecidos coletivamente como Museii Vaticani, ou Museus do Vaticano, cuja origem remonta ao século 16, quando o Papa Júlio II começou a colecionar esculturas.

 

Há galerias sobre arte etrusca, egípcia, uma seção dedicada a tapeçarias dos séculos 15 a 17, um conjunto de quatro salas decoradas por Rafael (incluindo a clássica pintura Escola de Atenas) e outros pequenos museus históricos e etnológicos. Mas entre as partes mais significativas estão a Capela Sistina, cujos fantásticos afrescos no teto, retratando cenas do Gênese, foram pintados por Michelangelo entre 1508 e 1512. Seu poder e beleza são tão grandes que muitos se esquecem de apreciar as pinturas das paredes laterais, feitas por mestres como Ghirlandaio e Botticelli. Esse também é o lugar onde conclaves são reunidos para a eleição dos novos papas, mas, definitivamente, todos os olhos estão voltados para o minúsculo vazio entre os dedos letárgico de Adão e o indicador poderoso de Deus. Essa é uma imagem que nem as filas, nem a multidão conseguem fazer perder a magia.

Destaques:

 

Galeria dos Mapas – um longo corredor, finamente decorado nas paredes e teto, contendo cerca de 40 mapas produzidos por Ignazio Danti, representando os Estados Papais.

 

Salas de Rafael – o mestre renascentista Rafael Sanzio foi incumbido pelo papa Júlio II da redecoração de quatro aposentos. Entre os coloridos afrescos destaca-se A Escola de Atenas, de 1511, que mostra uma cena onde estão retratados filósofos como Aristóteles, Platão, Diógenes e Sócrates.

 

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Capela Sistina – Fazendo jus a multidão de turistas. Lá estão Adão e o Criador. Na parede do fundo estará um Jesus musculoso e a ira do Juízo Final.

 

Castel Sant’Angelo

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Também conhecido como Mausoléu de Adriano (imperador), já foi usado como edifício militar na época do Império Romano, como fortaleza dos papas no período medieval e como prisão na época dos movimentos para unificação da Itália. Um dos mais belos edifícios que margeiam o rio Tibre, em Roma.

 

Famoso também pelo romance Anjos e Demônios, de Dan Brown, mesmo autor de código da Vinci, é um lugar que reflete a história de Roma. De mausoléu a residência papal, suas diferentes funções espelham as mudanças que a cidade passou ao longo dos séculos.

 

O castelo localiza-se à margem direita do rio Tibre, diante da ponte Sant’Angelo, a pouca distância do Vaticano.

 

Seu nome atual data de 590 e se deve a visão que o Papa Gregório afirmou ter tido do Arcanjo Miguel, brandindo sua espada e anunciando o fim da grande epidemia de pestes que assolava Roma. Para celebrar essa aparição, uma gigantesca estátua do anjo foi colocada no alto do Palácio.

 

Piazza Navona

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Essa belíssima praça nos tempos da antiga Roma era o Estádio de Domiciano. Bem ao centro da praça está a Fontana dei Quattro Fiumi (Fonte dos Quatro Rios) e, ao redor, existem vários artistas que expõem e vendem seus trabalhos.

 

Pantheon

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Templo dedicado a todos os deuses romanos, que mais tarde se tornou uma igreja católica, hoje se encontram enterradas diversas personalidades ilustres como os pintores Raffaello e Annibale Caracci, os reis Vittorio Emanuele II e Umberto I e a rainha Margherita.

 

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Umas das mais famosas praças romanas, onde se encontra o Vittoriano, monumento dedicado ao rei Vittorio Emanuele II e que abriga o corpo de um Milite Ignoto (soldado desconhecido) da Primeira Guerra Mundial representando todos os soldados que não puderam ter um túmulo com seus nomes.

 

Na parte superior do Vittoriano se encontra o Museo Centrale del Risorgimento.

 

Campidoglio

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O monte capitolino é uma das sete colinas de Roma e é onde se situa a sede oficial do prefeito da cidade.

 

A praça foi modificada diversas vezes, mas o último projeto foi realizado por Michelangelo em 1536.

 

O artista queria que a principal atração da praça fosse o monumento equestre ao imperador Marco Aurélio (a estátua original se encontra nos Museus Capitolinos).

 

Fórum Romano

 

 

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Era o centro comercial, religioso e político da Roma Imperial.

 

Fórum e Mercado de Trajano

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Foi último dos fóruns imperiais da Roma Antiga a ser construído, no entanto, foi o maior e mais monumental. O mercado de Trajano era constituído de sedes de atividades administrativas dos Fóruns Imperiais e, de forma limitada, existiam atividades comerciais ao ar livre em suas ruas internas.

 

Coliseu

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O Coliseu é o anfiteatro mais famoso do mundo, construído no período da Roma Antiga, no centro de Roma.

Construído nos anos 70 d.C. foi utilizado para realizar combates de gladiadores, lutas de animais, execuções, batalhas navais, caçadas, etc…

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O Colosseum era usado para variados “espetáculos”, daqueles dos gladiadores que assistimos em filmes… Foi construído ao lado do Fórum Romano.É bem incrível estar num lugar desses. Assistimos em filmes, estudamos, sabemos da importância de tudo isso na história mundial…Mas quando estamos lá não tem como não ficar perplexo diante de tanta riqueza de detalhes que nos fazem viajar no tempo.

Arco de Constantino

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O arco do triunfo  construído para comemorar a vitória de Constantino sobre Magêncio, imperador contra imperador. Numa altura em que o Império Romano estava dividido, vários imperadores governavam zonas distintas, Magêncio era o imperador de Roma e Constantino de Gália, Hispânia e Bretanha.

 

Construído no ano 315 d.C. comemorava essa vitória de Constantino na que ficou conhecida como a batalha de Ponte Mílvia.

Incrívelmente ornamentado e segundo os guias, feito aproveitando peças de outros monumentos, acaba por misturar elementos alusivos a outros imperadores romanos como Trajano e Adriano.

Uma pena que esteja com o acesso vedado porque permitiria ao visitante vê-lo com mais detalhe. A inscrição por cima do arco confirma a homenagem da sua construção ao imperador romano Constantino, por ordem do senado e povo de Roma.

A sua dimensão pode não impressionar se compararmos com outros arcos de triunfo construídos noutras cidades, mas considerando a sua idade diria que ainda assim é impressionante tanto em tamanho como em longevidade.

 

Palatino

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Uma das sete colinas de Roma, é uma das partes mais antigas da cidade.
Segundo a lenda, Roma teve origem exatamente nessa colina.
Foi sede das residências dos aristocratas (época republicana) e imperadores (período imperial) de Roma.

 

Circo Máximo

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Era uma arena muito antiga usada para jogos e entretenimento pelos reis etruscos. Depois do século II a.C., começou a ser utilizada também para festivais, corridas de bigas, batalhas navais, combates entre gladiadores, entre animais, martírios de cristãos e chegou a ter capacidade para até 250.000 espectadores.

Hoje não existe mais quase nada do antigo Circo Máximo, somente poucas ruínas.

 

Termas de Caracala

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Nas casas das famílias mais ricas na Roma Antiga no III século a.C. ja existia a possibilidade de se “lavar”. O famoso “banho de gato” era feito com uma certa frequência, mas a lavagem total do corpo parece que acontecia uma vez a cada 9 dias, quando tinha o “mercado” (feira) – rsrsrsrs – sendo muito frequente durante o verão nos lagos e rios.

No séc. II a.C. apareceram as primeiras termas; no ano 33 a.C. eram 170 estruturas!
A dimensão monumental deste complexo è de 337m x 328m, numa área de 20 héctares, com capacidade pra acolher até 1.500 pessoas!

Além de 3 piscinas (inclusive uma de água quente!), área para ginástica, sauna, 2 bibliotecas, jardins bem cuidados… se bebia vinho, homens ricos faziam negócios, faziam massagens e prostitutas circulavam por aquelas bandas frequentemente!…

O preço da entrada era de 1 quadrans ( 0,75 euro) e as mulheres também podiam frequentar as termas,pagando um preço um pouquinho mais alto… em algumas estruturas, homens e mulheres tinham áreas separadas, ou horários diferentes.

Durante o período Imperial, este modo de diversão se tornou muito popular e ir às termas virou um hábito quotidiano dos romanos, que logo foi utilizado pelos os políticos como estratégia para ganhar votos, através do pagamento da gestão das estruturas ou fazendo com que a entrada fosse grátis.

Embaixo das Termas de Caracalla encontra-se uma enorme rede de túneis, por onde passavam os carros com os cavalos que forneciam a lenha para o aquecimento das piscinas de água quente.No ano 538,os acqueodutos que forneciam água às termas se danificaram e desde então a estrutura fechou.

 

Basiica di san Giovanni in Laterano

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Basílica de São João de Latrão em português,é a catedral do Bispo de Roma, ou seja, o Papa.
Seu nome oficial é Archibasilica Sanctissimi Salvatoris (Arquibasílica do Santíssimo Salvador) e é considerada a “mãe” de todas as igrejas do mundo.

Como catedral da Diocese de Roma, contém o trono papal (Cathedra Romana), o que a coloca acima de todas as igrejas do mundo, inclusive da Basílica de São Pedro.

Obelisco Laterano que se encontra na praça (na parte de trás da igreja) foi construído na época dos faraós Tutmósis III e Tutmósis IV (Século XV a.C.) e é proveniente do templo de Amon em Tebas (Egipto). Foi transportado para Roma pelo imperador Constantino II em 357.

 

 

Bocca Della Veritá

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É uma máscara de mármore com a boca aberta que fica no vestíbulo da igreja santa Maria in cosmedin.

Na Idade Média era usada pelos maridos para saberem se suas esposas lhes eram fiéis ou não. Eles levavam suas respectivas mulheres até a Boca da Verdade e as obrigavam a colocarem suas mãos dentro dela, se tivessem sido infiéis, diz a lenda, a boca se fecharia decepando as suas mãos.

 

Isola Tiberina

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ilha Tiberina é uma ilha em forma de barca que se formou no seio do rio Tibre, na zona em que o rio atravessa Roma, perto do Capitólio.

Com cerca de 270×67 m (lados mais largos), a ilha é famosa devido ao Templo de Esculápio, o deus grego da Medicina.
Dois terços da ilha é ocupado pelo hospital Fatebenefratelli e em frente se encontra a Basílica de São Bartolomeu.

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Existe uma lenda que, numa das suas versões, conta que depois da caída de Tarquínio, o Soberbo, o povo romano atirou o seu corpo no Tibre, no ponto onde depois se formou a ilha; sobre o corpo depositado no fundo, acumular-se-iam seixos e detritos que, progressivamente, permitiram a formação gradual desta ilha.
Palazzo Chigi

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  Sede do Presidente do conselho de Ministros do governo italiano (atualmente ).Sergio Mattarella.

A entrada principal do palácio se encontra na Piazza Colonna de frente a coluna do imperador Marcos Aurélio,

 

Palazzo Montecitorio

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Sede da Câmara dos Deputados da República Italiana
Na Piazza Montecitorio se encontra também o obelisco de mesmo nome trazido do Egito para Roma pela imperador Augusto no ano 10 a.C.

 

Fontana di Trevi

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A Fontana di Trevi  ou a Fonte de Trevi em português é a maior fonte barroca de Roma e, provavelmente, a mais famosa do mundo. Projetada por Nicole Salvi e construída em 1735, essa fonte está situada no cruzamento de três ruas e faz parte da história da cidade. Antigamente, era habitual construir uma fonte onde os aquedutos terminavam, como é o caso da Fontana di Trevi, que marca o final do Aqua Virgo, um aqueduto de grande valor simbólico.

 

Na Fontana di Trevi você também poderá ver a magnífica estátua do deus Netuno, representado sobre um carro em forma de concha puxado por dois cavalos-marinhos, que foi protagonista de várias cenas da história do cinema. Entre essas cenas, a mais famosa é, sem dúvida alguma, a do filme La Dolce Vita, dirigida pelo cineasta italiano Federico Fellini.

Além disso, desde a rodagem do filme “Three Coins in the Fountain“, que em português recebeu o título de “A Fonte dos Desejos“, a tradição diz que, se você jogar uma moeda na fonte, voltará a visitar a cidade. Porém, se você for solteiro(a), aqui vai outra dica: a tradição também diz que, se você jogar duas moedas, vai encontrar a sua outra metade da laranja em Roma!

 

Palazzo Del Quirinale

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Residência oficial do Presidente da República Italiana (atualmente Sergio Mattarella), encontra-se numa das sete colinas de Roma: colina Quirinale. Até 1870 foi a residência de verão do Papa e depois passou a ser o palácio real dos Savoia até 1946.

O obelisco que se encontra na Piazza del Quirinale foi trazido do Egito para Roma no primeiro século d.C., provavelmente, na época do imperador Domiciano.

 

Piazza di spagna

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Uma das mais belas praças italianas possui uma escadaria que leva até a igreja Trinità dei Monti.

Bem no centro dela se encontra a Fontana della Barcaccia, uma fonte em forma de barco projetada em 1627 pelos famosos escultores italianos Bernini, pai e filho.

 

Ara Pacis

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Altar dedicado a deusa Paz (Pax) por Otaviano Augusto para celebrar a Pax Romana, período de paz e prosperidade que gozou o Império Romano de 29 a.C., quando o imperador declarou o fim das guerras civis, até 180 d. C., ano em que morreu o imperador Marco Aurélio.

 

Piazza Del popolo

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Praça do Povo, uma das mais importantes praças de Roma, foi modificada diversas vezes pelos pontífices sendo a última projetada por Giuseppe Valadier (importante nome do Neoclassicismo).

Abriga três igrejas: Santa Maria del Popolo, ao lado da Porta del Popolo bem onde Nero morreu e foi sepultado, e as gêmeas Santa Maria in Montesanto e Santa Maria dei Miracoli ao lado oposto da praça.

Duas fontes: Fontana della Dea di Roma de um lado e Fontana del Nettuno do outro.

E no centro o Obelisco Flaminio, trazido do Egito para Roma pelo imperador Otaviano Augusto, circundado por 4 leões de mármore.

 

Villa Borghese

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Situado na colina Pinciana, é o terceiro maior parque da cidade com 80 hectares.

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Era a casa de recreio que o Cardeal spicione Borghese mandou construir na periferia de Roma e onde reuniu a sua coleção de obras de arte (Galleria Borghese que abriga obras de Gian Lorenzo BerniniCaravaggioLeonardo da VinciRaffaelloRubensTiziano, etc.

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Para quem pensa em se hospedar próximo à Villa Borghese,essa região possui hotéis luxuosos (e caros). Mas também é possível encontrar locais mais em conta,nada como uma boa pesquisa com uma certa antecedência.

DOMINGO É DIA DE FEIRA EM ROMA

 

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A feira de Porta Portese é a mais famosa de Roma e imensa, pois estende-se por várias ruas na região do bairro de Trastevere. Os freqüentadores são turistas, senhoras elegantes, outras nem tanto, jovens modernos e alternativos e habitantes da cidade. É preciso ter tempo e boa vontade para andar pela feira, sempre muito cheia. Ela acontece todos os domingos, das 8:30 às 13:30h e oferece artigos de todos os tipos, de selos antigos a eletrodomésticos, de roupas usadas a malhas belíssimas, que custam a metade do preço das vitrines. Nas ruas há verdadeiras lojas de sapatos, artigos de cama, mesa e banho, panelas, móveis, livros e CDs muito bons, por preços incríveis. Vale a pena comprar livros de arte e turismo, normalmente bem mais caros nas livrarias. Blusas em malha, jeans e couro concentram-se na Via Portuense, próximos à Estação Trastevere, esquina com Via C. Pascarella.

A feira é um passeio divertido, pode-se fazer boas aquisições ,encontrar pessoas do mundo inteiro e, principalmente, sentir os habitantes, os costumes, os aromas e cores de uma cidade.

 

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Porta Portese é um antigo portão da cidade localizado no final da Via Portuense justamente no local onde ela se encontra com a Via Porta Portese, a cerca de um quarteirão das margens do rio Tibre, na porção sul do bairro Trastevere

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Piazza Vittorio emanuelle II

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Perto da Estação Termini e da Basilica Santa Maria Maggiore, no bairro Esquilino, conheci esta praça grande, bem arborizada e com ruínas do Ninfeu construído pelo Imperador Alexandre Severo em 226 d.C. Trata-se de uma reservatório de água com dois pisos, que na época do Império Romano tinha como finalidade abastecer a população da região. O edifício em ruínas é agora moradia de vários gatos. No local há uma porta chamada de Porta Mágica (pesquisar na internet para entender a sua existência na praça) com uma imagem em cada lada da porta como se fossem guardas. Por estar em um bairro considerado internacional, há na praça muitos muçulmanos, indianos, orientais, africanos o que torna a praça interessante pelo fato reunir diferentes povos em um mesmo local. Para quem está hospedado perto da Estação Termini, o que foi o meu caso, é mais um atrativo no bairro que não custa nada entrar e fazer um passeio rápido, porém não é um local pra descansar, já que a praça é rodeada de ruas barulhentas.

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Nasone: Água pra beber de graça e sem medo em Roma

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Uma vez em Roma faça como os romanos e deixe para encher a sua garrafinha de água pelas milhares de fontes espalhadas pela cidade. Batizadas de “nasones” por motivos óbvios elas são uma tradição da cidade e fornecem água fresquinha, potável e de graça aos moradores e visitantes desidratados.

 

Volare oh, oh

cantare oh, oh, oh

nel blu dipinto di blu

felice di stare lassù …

AAhh Roma sua Linda!…

   Patty Mendes