Palácio de Versallhes

 

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Palácio de Versalhes (Château de Versailles) fica localizado na cidade de Versalhes, atualmente um subúrbio de Paris, França. É o maior palácio do mundo e é famoso, não só pelas edificações, mas por ser símbolo e centro do poder da monarquia francesa.

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Construído pelo rei Luís XIV, o “Rei Sol”, a partir de 1664, foi por mais de um século o modelo de residência real na Europa. O Palácio tem 2.153 janelas, 67 escadas, 352 chaminés, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque. É o segundo ponto turístico mais visitado da França, perde apenas para a Torre Eiffel. Recebe em média oito milhões de turistas por ano.

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Com a missão de transformar o que antes era o pavilhão de caça de Luís XIII no mais majestoso palácio da Europa, o arquiteto Louis Le Vau reuniu centenas de trabalhadores e começou por construir um novo edifício ao lado do existente, o qual foi continuamente sendo ampliado.

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Le Vau, não conclui as obras. Depois da morte de Le Vau, o arquiteto Jules Hardouin-Mansart, a partir de 1678, deu continuidade ao projeto de expansão do palácio. Foi ele quem construiu L’Orangerie (Laranjal), o Grande Trianon, as alas Norte e Sul do Palácio, a Capela e a Salão dos Espelhos (onde, em 1919, foi ratificado o Tratado de Versalhes).

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Em 1837 o castelo foi transformado em museu de história. O palácio está cercado por uma grande área de jardins, uma série de plataformas simétricas com canteiros, estátuas, vasos e fontes trabalhados, projetados por André Le Nôtre. Como o parque é grande, um pequeno veículo envidraçado leva os visitantes num passeio entre os monumentos.

Sala dos Espelhos, com 73 metros de comprimento e  12 metros altura, é iluminada através de dezessete amplas janelas que têm à frente espelhos que refletem a vista dos jardim.

Quarto da rainha Maria Antonieta

Jardins

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Sede da sofisticadíssima côrte francesa de Luís 15. É um dos palácios mais ricos do mundo, que mostra até onde o luxo e a ostentação chegaram na França pré-revolucionária.

Não só o prédio é espetacular, mas os jardins “à francesa”, criados por Le Nôtre, são nada menos que excepcionais, contendo o belo Grand Canal, a Orangerie, o lago da Suíça, a Fonte de Netuno, a fazenda de Maria Antonieta, o Grand Trianon e Petit Trianon. O melhor momento para admirar o esplendor de Versalhes e seu parque seria sob o sol,porém não tive esta sorte ,pois chovia muito no dia em que fui . caso vá em dia de sol .siga para o final do Grand Canal de bicicleta (que pode ser alugada no parque) e assista o sol se pôr sobre a água , uma imagem absolutamente perfeita!…

Paris

Paris

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Capital histórica, cultural e artística, Paris é a cidade mais visitada do planeta. Seus jardins, praças, museus, o rio Sena, os cafés, as pessoas, a moda… a Cidade-Luz brilha constantemente.

Para onde quer que se olhe, há sempre algo para conhecer, um monumento para visitar, um café….É impossível chegar a Paris sem sentir uma forte emoção batendo no peito!

Cidade da moda, dos apaixonados, seu nome faz brilhar milhares de olhos por todo o mundo… Quem jamais sonhou em conhece-la, passear pelas suas ruas, pelas margens do rio Sena?

Quantos pedidos de casamento são feitos nos seus parques, jardins, na Torre Eiffel, sobre a Ponte des Arts, ou em um passeio no bateau mouche…..?

Nada mais romântico que Paris na chuva, no sol, na neve, no vento ou sob a linda iluminação noturna…

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As longas avenidas rodeadas de árvores, as pontes, os candeeiros de ferro, os cafés com esplanadas aquecidas, os prédios nunca demasiado altos, a Torre Eiffel iluminada, os museus e os monumentos mais conhecidos do Mundo e os crepes de chocolate na rua. Isto é Paris, mas não só. Ao mesmo tempo que tudo lhe possa parecer familiar, a cidade está em constante renovação e crescimento, ainda que de forma regulada, associada sempre a um delicado bom senso, a que se pode chamar elegância. É isso. Elegância. Nenhuma outra palavra descreve melhor a aura de Paris, sendo essa elegância que apaixona qualquer visitante, em qualquer altura do ano.

Divididos pelos 20 arrondissements – uma espécie de freguesias numeradas que se desenvolvem desde o centro até aos limites da cidade, no sentido dos ponteiros do relógio – os vários bairros de Paris mantêm as suas características, que não envergonham a personalidade elitista dos parisienses. Nem os bares mais alternativos do Marais nem a rua mais imprópria para menores, de Pigalle , deixam de ser Paris. Por outro lado, o luxo das lojas do 8.º arrondissement e o Triângulo de Ouro, os museus concentrados nos arredores do Louvre e da Torre Eiffel, a vida estudantil do histórico Quartier Latin e o novo palpitar de tendências do canal de St. Martin ajudam

a compor a vida desta cidade, com estrutura de aldeia, onde se pode encontrar desde o mais antigo túmulo egípcio ao mais recente vestido de alta costura, de Valentino.

 

Cidade de revoluções várias e movimentos contracultura, é conhecida pelos turistas por ser a que tem o maior número de monumentos registados, entre os quais o maior museu do Mundo e a primeira torre de ferro parecida com um arranha-céus, e por ser berço de alguns dos pintores mais ilustres da história da arte, bem como palco de alguns filmes inesquecíveis. Paris continua a ser a Cidade da Luz (que ganhou o título por ser a primeira a ter iluminação pública nas ruas), cheia de brilho e glamour. É para ser visitada com dedicação e muito amor.

As ilhas

Muitas vezes carecidas de especial atenção pela maioria dos turistas, as duas pequenas ilhas do Sena, no centro de Paris, merecem uma visita com tempo. Na Île de la Cité, por onde passa a famosa Pont Neuf, que liga a praça do Hôtel de Ville a Saint Michel, fica o centro de Paris. Sim, o centro, a partir de onde são medidas todas as distâncias de França. Habitada desde os tempos dos gauleses e depois tomada pelos romanos, esta língua de terra no rio é, hoje, o local onde está a mítica Catedral de Notre Dame. Erguida a partir de 1145, é o símbolo do gótico francês, agraciado por diversas esculturas do fim do período românico e início do gótico, ao mesmo tempo que conserva o mais importante conjunto de vitrais medievais do Mundo. Para além de visitar o interior da catedral, uma das melhores formas de a admirar é mesmo… de barco. Pelo rio Sena, passam, serenamente, os famosos bateaux mouche, que fazem percursos de cerca de 70 minutos. A viagem é saborosa e vale bem a pena. Logo ao lado da Île de la Cité fica a castiça Île de St. Louis. onde se comem os melhores gelados de Paris, na histórica gelataria Berthillon. As ruelas desta ilha, repletas de lojas pitorescas, tornam-na num pequeno retiro muito apreciado pelos parisienses.

 

Marais, Montmartre, Pigalle

Dos vários bairros, há, pelo menos, três que não pode deixar de visitar: o Marais fica nos arrondissements 3 e 4 e é o centro da vida alternativa da cidade, com bares e restaurantes pautados por um carácter cosmopolita e moderno, ao mesmo estilo de imensas lojas de roupa vintage ou de decoração e design. Montmartre, logo atrás da Basílica de Sacre Coeur, nos arrondissements 9 e 18, é conhecido por ser o bairro dos pintores, frequentado por grandes nomes da pintura do Séc. XX, pleno de criatividade e de lojas de antiguidades. Aqui fica o popular café, onde, no filme, trabalhava a Amélie Poulain. Também em Montmartre fica a zona de Pigalle, onde se concentram os famosos cabarets da Belle Époque, como o Moulin Rouge e onde, ainda hoje, permanecem imensas salas de teatro burlesco e sex shops. Não deixe de espreitar também o Quartier Latin, que é o bairro universitário por excelência e zona ilustre e tipicamente literária de St. Germain.

Culto da beleza

 

Capital e berço da moda, Paris é uma cidade bonita, cheia de pessoas elegantes, com um sentido estético naturalmente apurado, que não as deixa sair de casa de qualquer forma. Isso não significa que os parisienses estejam sempre em compras. Pelo contrário, valorizam a qualidade em detrimento da quantidade. Cidade onde nasceu a moda, como é conhecida hoje, e mãe das grandes casas de alta costura, Paris mantém o título de uma das melhores cidades de compras do Mundo. De artigos de luxo sim, mas não só. O conhecido Triângulo de Ouro, formado pelas avenidas George V, Montaigne e Champs Elysées, é onde se concentram a maior parte das casas Chanel, Dior, Louis Vuitton, Lanvin, Prada e Hermès, bem como na avenida Saint Honoré e nas avenidas circundantes da Ópera Garnier, onde ficam, por exemplo, as galerias La Fayette. Se o orçamento é outro, permita­se descobrir as lojas de criadores emergentes, vintage e outlets do Marais, da rua Étienne Marcel, rua da Alésia e Canal de St. Martin.

Por entre tanto por onde se apaixonar, não deixe de guardar umas horas (ou dias) para visitar alguns dos melhores e mais emblemáticos museus da cidade. Para o Louvre deve guardar, no mínimo, um dia inteiro. Deverá planear a visita com base nas obras que mais gostaria de ver, por entre as 35 mil que residem nestas largas galerias. Construído inicialmente como fortaleza e aumentado depois para ser a residência real, o maior museu do Mundo não para de crescer. De túmulos egípcios a estátuas gregas, passando

pela famosa Mona Lisa, de Leonardo DaVinci, o Louvre tem tudo e agrada a todos. Bem diferente, mas não menos esplendoroso, é o Museu d’Orsay, que “habita” numa antiga estação de comboios de estilo art nouveau, construída pela ocasião da exposição mundial de 1900, à beira do Sena. A coleção, inundada de luz natural, é composta por grandes obras impressionistas, pós-impressionistas e de art nouveau, de nomes tão míticos como Monet, Giverny, Cézanne, Renoir, Degas, Pissarro ou Van Gogh. Por último, e num estilo ainda mais diferente, visite o Centro Nacional de Arte e Cultura George Pompidou, onde, para além da coleção permanente de arte contemporânea, poderá usufruir de uma generosa biblioteca, exposições temporárias, concertos, ciclos de cinema e várias iniciativas culturais que estão na vanguarda da arte na Europa. O edifício, por si só, é belíssimo e a visita vale a pena.

 

Doces sabores

 

Comer e beber bem é próprio dos franceses e comer bem é fazê-lo com requinte, qualidade e apresentação. Talvez a única exceção a isso sejam os maravilhosos crepes quentes com chocolate, vendidos democraticamente em qualquer esquina, ou a famosa baguette, que segue viagem na mão de um parisiense a caminho de casa. Depois, vêm os coloridos macarrons, os croissants, os vinhos, como os de Champagne, o Bourgogne ou o Bordeaux e queijos roquefort ou camembert. Sabores elegantes, muito ao estilo francês, que fazem as delícias dos apreciadores gastronómicos de todo o Mundo.

 

      Translado entre os dois principais aeroportos de Paris, Charles de Gaulle e Orly, até o centro de París

Você tem várias opções de translado até a capital. Antes de mais nada, saiba que nem sempre o táxi é a opção mais cara. Veja abaixo.

 

A – Transportes do Charles de Gaulle até Paris

1 – de trem RER B – traslado de trem entre a estação Aéroport Charles de Gaulle e as seguintes estações em Paris: Denfert – Rochereau, Saint Michel – Notre Dame, Gare du Nord.

Preço da passagem: 9,75 euros por pessoa, somente uma perna. Tempo da viagem: em torno de 25 minutos até Gare du Nord, 28 minutos até Châtelet e 35 minutos até Denfert – Rochereau.

Os vários terminais do aeroporto oferecem acesso ao RER B a pé, por tapetes rolantes, pelos ônibus chamados Navette N1 ou N2. Não se preocupe, tudo é muito bem sinalizado.

Você tem também o CDGVAL, que são pequenos trens gratuitos que ligam os terminais às estações do RER B e do TGV, o trem de grande velocidade. O CDGVAL funciona 24 horas e leva 8 minutos de um terminal a outro.

2 – de ônibus com o Roissybus – traslado direto, sem paradas, de ônibus entre o aeroporto e Paris com o Roissybus. O ponto final se encontra na rue Scribe, ao lado da Opéra Garnier.

Preço do Roissybus: 11 euros por pessoa somente ida. Tempo de viagem: em torno de 1 hora.

O Roissybus passa nos terminais 2A, 2C, 2E-2F, 2D, 3 e 1. O terminal 2G é ligado ao 2F pela navette N2.

3 – de ônibus da empresa Air France – Todos podem ter acesso aos Cars Air France. A empresa possui duas linhas que ligam CDG e Paris. A linha 2 com paradas no Arco do Triunfo (Étoile), no início da Avenue Carnot e na Porte Maillot, no boulevard Gouvion de Saint Cyr. Os ônibus da linha 2 passam nos terminais 2A (Porte C2), 2B (Porte B1), 2C (Porte C2), 2E (Porte E8), 2F (Porte E8 ou F9), 2D (Porte B1) e 1 (Porte 32). O terminal 2G é ligado ao 2F pela navette N2. O terminal 3 é ligado ao terminal 1 pelo CDGVAL.

Preço: 17,50 euros somente uma perna. Tempo de viagem: em torno de 50 minutos.

E a linha 4 que liga duas estações ferroviárias, Gare Montparnasse e Gare de Lyon, ao aeroporto. Os ônibus param nos terminais 2A, 2B, 2C, 2D, 2E, 2F.

Preço: 17 euros somente uma perna. Tempo de viagem: em torno de 1 hora.

4 – de táxi com os Táxis Parisiens do aeroporto – Os táxis do aeroporto CDG são ótimos e honestos. Após o desembarque siga as indicações Taxi. Pegue a fila “Taxis Parisiens”. O trajeto custa em torno de 54 euros. Se estiver viajando em família, entre na fila e na sua vez peça uma minivan. O preço é o mesmo do táxi normal.

Observação: volto agora no meu comentário acima, o táxi não é o transporte mais caro. Para três pessoas, o valor do táxi é quase o mesmo dos Cars Air France.

5 – traslado personalizado com as empresas que indico – O Conexão Paris indica 3 empresas para traslados e passeios. Este serviço é mais caro que um traslado normal. Os motoristas são todos brasileiros, esperam o cliente na saída do desembarque e quebram todos os galhos. No trajeto dão conselhos, dicas e ajudam com as malas e no check in do hotel. No embarque de volta para o Brasil, ajudam com o processo de détaxe, se necessário. Por isso o valor é superior ao de um táxi normal.

6 – ônibus RATP n° 350  e 351 – A empresa de transporte público possui dois ônibus que saem de Paris para o Charles de Gaulle. Os cito a título indicativo. Se optarem por ônibus, melhor escolher o Roissybus que transporta somente passageiros dos voos e é direto. O 350 sai da Gare de l’Est e o 351 tem como ponto de partida a Praça Nation. Todos os dois param em vários terminais no aeroporto. Confiram quais nos links abaixo. Preço: 6 euros por pessoa.

B – Transportes entre o aeroporto Orly e Paris

1 – de trem RER B – Em Orly, a estação do RER B não se encontra dentro do aeroporto como no CDG. Por isso, você tem que pegar o Orlyval, um metro automático, que liga os dois terminais de Orly (terminal sul e terminal oeste) à estação do RER que se encontra na cidade próxima chama Antony. O trajeto do Orlyval dura apenas 8 minutos. Preço do Orlyval+RER: 11,65 euros. O tempo de trajeto entre Antony e as estações de Paris é: Denfert – Rochereau, 17 minutos; Châtelet Les Halles, 25 minutos; Gare du Nord, 28 minutos.

2 – de ônibus com o Orlybus – traslado direto dos dois terminais de Orly até a Praça Denfert – Rochereau em paris. O tempo do transporte é de 30 minutos. Preço: 7,50 euros por pessoa somente uma perna.

3 – com os ônibus da Air France – Os Cars Air France da linha 1 saem de Orly Oeste, porte C, andar das chegadas e Orly Sul, Porte L, andar das chegadas e possuem as seguintes paradas em Paris: Gare Montparnasse, na rue do Commandant Mouchotte; nos Invalides, na rue Esnault Pelterie e no Arco do Triunfo, no início da Avenue Carnot. Preço: 12,50 euros por pessoa somente uma perna.

4 – de táxi com os Taxis Parisiens do aeroporto – Como para o CDG, a única diferença é o preço, a corrida fica em torno de 34 euros.

5 – Traslado personalizado com as empresas que indico – Como para o CDG, leia acima.

C – Transporte entre o aeroporto Charles de Gaulle e o aeroporto Orly.

A linha 3 dos ônibus Air Franceligam os dois aeroportos. Eles passam em Orly Sud e Orly Ouest e param no terminais 2A, 2B, 2C, 2D e 2F do CDG.

Preço: 21 euros somente uma perna. Tempo de viagem: em torno de 1h15m

Fonte:http://www.conexaoparis.com.br/2013/05/28/traslado-e-transporte-entre-os-aeroportos-charlles-de-gaulleorly-e-paris/

 

                                                                     Deslocar-se em transportes públicos

 

                                   Cartão Paris Visite (cartão dos transportes públicos)

Paris Visite é um bilhete de transporte válido por 1, 2, 3 ou 5 dias consecutivos, para descobrir Paris e seus arredores de metrô, ônibus, RER e trens desde Île-de-France até Disneyland® Paris, Versalhes e aos aeroportos Paris – CDG e Paris – Orly (segundo a zona de validade do cartão). Vantagens oferecidas pela RATP em conjunto com 14 parceiros. À venda nas principais estações de metrô, estações RER e SNCF de Île-de-France, nos aeroportos parisienses e na Oficina do Turismo e dos Congressos de Paris.

A rede do metrô parisiense da RATP conta com 14 linhas identificáveis pelos seus números, cores e direções. A rede RER (rede expressa regional), com as linhas (RATP e SNCF) A, B, C, D e E, atende Paris e sua região. Tem combinações com a rede urbana do metrô e com algumas linhas SNCF. O bilhete “ticket t+” (1,80 euro) dá direito a um trajeto de metrô, de RER (dentro de Paris) ou de ônibus e algumas combinações (dentro de Paris) no período de 1h30. Os bilhetes podem ser adquiridos nas estações da RATP e em algumas tabacarias.

O RER, fora da zona 2 (aeroporto Paris – CDG, Disneyland® Paris, etc.), está submetido a uma tarifa especial.
Primeiro e último metrô: das 5h30 à 1h15 durante a semana. Sextas, sábados e vésperas de feriados: das 5h30 às 2h15.
ATENÇÃO: se você não validar seu bilhete, é como se não tivesse comprado passagem!

 

De ônibus

 

As linhas de ônibus são numeradas e funcionam geralmente das 6h30 às 20h30.
Algumas linhas circulam à noite até às 0h30 ou mais tarde.

De ônibus noturno (Noctilien)

Mais de 45 linhas de ônibus todos os dias, entre as 0h30 e as 5h30 da manhã. Esta rede permite a circulação em Paris e em um raio de até 50 km em seu entorno (aeroporto de Paris – CDG inclusos).

De tramway (Bonde moderno)

 

Paris e seus subúrbios são ligados por 3 linhas de tramway:

• T1 (Asnières-Gennevilliers-Les Courtilles – Gare de Noisy-le-Sec RER): de segunda a quinta, das 5h30 às 0h37; sexta e sábado, das 5h30 à 1h37; domingo e feriados, das 6h30 às 0h37.

• T2 (Pont de Bezons – Porte de Versailles): de segunda a quinta, das 5h30 às 0h10; sexta e sábado, das 5h30 à 1h10; domingo, das 6h30 às 0h10.

• T3a (Pont du Garigliano – Porte de Vincennes): de segunda a sexta, das 4h50 às 0h26; sábado, das 4h50 à 1h35; domingo, das 5h50 às 0h35.

• T3b (Porte de Vincennes – Porte de la Chapelle): de segunda a quinta, das 5h30 às 0h30; sexta e sábado, das 5h30 à 1h30; domingo, das 6h30 às 0h30.

 

 

Então vamos turistar!…

 

Torre Eiffel

 

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O melhor ponto para se observar e tirar fotografias da Torre Eiffel é partindo dos jardins e espelhos d’água do Trocadeiro e da panoramica da cidade é do alto de Montmatre bem em frente a Basilique du Sacré Cœur. No verão, turistas descolados de todo o mundo costumam tomar banho no chafariz, como menino de rua da Praça da Sé! Resista à tentação de “escalar” a torre, se estiver lotada. É puro sofrimento. Paris vista do tão alto é decepcionante, principalmente porque seu mais belo cartão postal – a torre Eiffel – não pode ser vista do alto de si mesma! Eu sugiro uma foto tirada da cobertura da Galerie Lafayette com uma vista excelente de Paris com a torre Eiffel de fundo.

 

Arco do Triunfo

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O Arco do Triunfo (l’Arc de Triomphe), localizado na Place de l’Étoile no alto da avenidaChamps-Élysées, é o maior arco do mundo

 

Um arco do triunfo é um tipo de monumento introduzido pela arquitetura romana originalmente construído em madeira e utilizado como um símbolo da vitória em uma determinada batalha.

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(Túnel de acesso)

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A sua construção em 1806 foi encomendada por Napoleão para celebrar a vitória de guerra do imperador em Austerlitz. É considerado uma obra-prima da arquitetura neoclássica, quer pela fidelidade às formas antigas quer pela concepção urbanística de grandiosidade. Os pilares apresentam um grupo escultórico decorado com cenas das grandes campanhas napoleônicas eternizadas com o nome de cada uma delas. Sobre o arco encontra-se túmulo de um soldado desconhecido, e a chama sobre túmulo é reanimada todas as tardes.

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No alto do monumento podemos desfrutar de uma bonita vista de Paris. No seu interior um museu retratando a história do arco de triunfo completa a vista.

 

Champs- Elysées

A Champs Elysées é uma das mais famosas e glamourosas avenidas do mundo. Arborizada ao longo dos 2 quilômetros que ligam o Arco de Triunfo à Place de la Concorde, reúne as principais joalherias e lojas de grandes grifes. De quebra, é vizinha à residência oficial do presidente da república, o Élysées Palace, imponente construção do século 18. É aqui que ocorre a grande festa de Réveillon em Paris, bem como as principais celebrações de conquistas militares ou esportivas, como o desfile de 14 de Julho (A Queda da Bastilha) e a etapa final do Tour de France.

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Museu do Louvre

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O Museu do Louvre é visita obrigatória para todos os turistas em Paris. Com aproximadamente 10 milhões de visitantes por ano, o Louvre tem um dos acervos mais importantes do mundo, reunindo peças da antiguidade ao século XIX.

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O Museu do Louvre, instalado no Palácio do Louvre, em Paris, é um dos maiores e mais famosos museus do mundo.

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São mais de 60 mil metros quadrados de área nesse gigantesco acervo de arte de inúmeras épocas e culturas do mundo, por isso vale reforçar a premissa de que o ideal é reservar mais de um dia para a visita.

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Entre as mais de 35 mil obras em exibição ,aqui está nada menos que a Vênus de Milo, escultura de autor desconhecido, e a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci,mas confesso que achei que a tela da Mona Lisa fosse um pouquinho maior.

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Galeries Lafayette

 

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Um dos endereços clássicos do consumo em Paris,a Galeries Lafayette do  boulevard Haussmann traz produtos para toda a família. Seções dedicadas à moda masculina, feminina e infantil, uma ala completa de produtos gourmet e uma miríade de artigos para casa, como móveis e utensílios. Dentro de cada departamento há uma completa linha de itens, dos mais luxuosos – de marcas como Chanel, Dior e Prada – aos mais acessíveis, para uso no dia a dia. Aqui você encontra de tudo: cosméticos, sapatos, roupas, joalheria, perfumes, lingeries, paletós, tailleurs e brinquedos.

Para quem viaja em família ou precisa fazer compras para as crianças, há uma bela seção com brinquedos e livros infantis. E, como ninguém é de ferro, nem é preciso sair das Galeries Lafayette para recuperar as energias: há vários bons cafés, lanchonetes e restaurantes por aqui, inclusive um competente sushi-bar.

Preste atenção no site oficial, que de quando em quando apresenta as promoções e liquidações sazonais.

A Galeries Lafayette Haussmann fica próxima da Ópera Garnier, servida pelas estações de metrô Opéra (linhas 3, 7 e 8), Chausée d’Antin – La Fayette (a mais próxima, nas linhas 7 e 9) e Trinité – d’Estienne d’Orves (linha 12) e de RER Auber (linha A) e Haussmann – Saint-Lazareplus (linha E).

Île de la Cité

 

Visite a catedral de Notre Dame, marco de peregrinação do mundo medieval desde o século 12. A igreja catedral de Paris inspirou filmes e romances.Simbolo da arquitetura gódica francesa,é conhecida por suas rosárceas e vitrais,bem como  pelas estátuas  das terríveis gárgulas que “guardam” a cidade do topo do monumento.

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Na frente da Notre Dame, desça até a cripta onde estão as primeiras pedras de Paris, do tempo dos romanos. Ainda na Île, confira a Sainte Chapelle, dentro do Palais de Justice, de longe a capela mais bonita de Paris, hoje transformada em museu.

 

Atrás da Notre Dame, repousa calmamente a Île de Saint Louis, que ainda se conserva  como uma área residencial do interior da França.

 

Centre George Pompidou

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O Centre George Pompidou, fechado até o final de 1999 para reformas, já vale pela arquitetura futurista, com seus tubos coloridos aparecendo do lado de fora do prédio. Ele abriga uma completíssima biblioteca, com centro com laboratórios para estudo de línguas vivas. É nessa biblioteca que os jovens parisienses estudam para o “Bac”, um exame nacional que funciona como um vestibular unificado. O hall central abriga sempre uma exposição faraônica de escultura, além de outras de fotografia, posters, mostras de cinema alternativo e o badaladíssimo Museu de Arte Moderna, com várias obras de artistas brasileiros.

 

Le Marais

 

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O bairro Le Marais faz parte do patrimônio histórico da Unesco. Já foi moradia de músicos, artistas, judeus, e hoje abriga a comunidade gay de Paris. O ar decadente dos casarões antigos faz do bairro o mais charmoso da cidade.

 

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Falafel é uma especialidade culinária do Oriente Médio, que consiste em bolinhas fritas de grão-de-bico ou fava, temperadas com alho, cebolinha, salsa, etc. Esta especialidade tem ficado cada dia mais popular, principalmente na sua versão “sanduíche”, acompanhada de pão pita, saladas e molhos.

O melhor lugar para degustar um bom falafel em Paris é na Rue des Rosiers, no coração do bairro do Marais. Apesar do Falafel não ser uma comida tipicamente francesa, ele é muito procurado pelos turistas e os Falafels da rue des Rosiers são tão famosos que chegam a praticamente transformar a rua em um ponto turístico. Esta rua, que é judia e é quase que totalmente tomada pelo comércio judeu , apresenta diversos restaurantes especializados nesta iguaria. Você tem a opção de pedi-lo na versão “prato” e se sentar em um dos restaurantes, ou ainda pedir na versão sanduíche e comer na rua mesmo. Ótima opção pra quem quer comer bem, gastando muito pouco.

 

Canal SaintMartin

O Canal Saint-Martin é mesmo o máximo! Especialmente nos fins de semana quentes, quando parisienses e turistas procuram um lugar em suas margens para um almoço rápido ou piquenique, andam para lá e para cá ou disputam lugares nos bares e restaurantes da redondeza.

 

O projeto do Canal foi encomendado em 1802 por Napoleão Bonaparte, então primeiro consul, para pôr fim à situação precária de abastecimento de água potável existente na cidade, tendo sido inaugurado apenas em 1825, ocasião em que Napoleão já era falecido. Com 4,55 Km de extensão – em boa parte deles o canal é subterrâneo – ele liga o Rio Sena à Bassin de La Vilette e possui 9 eclusas. Durante os séculos XIX e XX ele serviu para o transporte de mercadoria e de água. No entanto, no início dos anos 2000 o bairro recebeu inúmeros refugiados e virou praticamente uma favela. Em 2010 a prefeitura de Paris resolveu por fim à situação e revitalizar a região, que hoje é um dos bairros mais descolados da capital francesa, cheios de bares, lojas e uma vida noturna bem agitada.

O Canal Saint-Martin é um dos lugares mais disputados quando faz calor em Paris. Cheio de bares e restaurantes legais e descolados, muitos que não fecham durante o dia,enfim,é um lugar que merece uma visita,nem que seja pra comer uma pizza em um final de tarde.

 

 

A Pizza Pink Flamingo é uma ótima opção para quem quer aproveitar o final da tarde no Canal Saint Martin!

Você pode ir lá pedir a pizza e esperar pelo seu pedido na margem do canal. Se preferir também tem mesas no local. Ambiente original, ótimo antedimento.

Essa pizzaria fica perto do canal Saint-Martin e tem um sistema muito interessante: quando você encomenda a pizza, eles te entregam um balão. Segurando o balão, você pode passear pelas bordas do canal e admirar a região. Depois de algum tempo o entregador chega de bicicleta e, vendo o balão, te entrega a pizza.Só não esqueça de levar os seus talheres de plástico e seu copinho, itens essenciais para os viajantes na Europa.

O ambiente é super legal e as pizzas tem nomes de celebridades e para  os padrões europeus a pizza é boa.

 

 

Bastille

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A bastilha era aquela antiga prisão, símbolo da monarquia francesa que foi destruída com a Revolução .

O fato é que a Bastilha em si era um castelo medieval que virou prisão séculos depois e com a Revolução Francesa foi destruída. Hoje no seu lugar fica uma praça linda com uma espécie de obelisco muito bonito!

 

Quartier Latin

 

 

No lado direito do rio Sena, o Quartier Latin ainda se conserva como área de estudantes e intelectuais. Os bulevares Saint Michel e Saint Germain abrigam os bistrôs mais queridos da boêmia francesa. O mais famoso é o Café de Flore (172, Boulevar Saint Germain, metrô Odéon) onde a turma de Jean-Paul Sartre se reunia.

Não deixe de tomar sorvete próximo à Fontana Saint Michel, a segunda mais charmosa do mundo, depois da Fontana di Trevi, em Roma. Ainda no Quartier Latin, tome um chá de menta na Mesquita de Paris (metrô Censier-Daubeton) e visite o Instituto do Mundo Árabe (metrô Jussieu).

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Também está no Quartier Latin a Sorbonne, uma das mais antigas e respeitadas universidades do mundo. Foi da Sorbonne que os estudantes franceses coordenaram as Barricadas de Paris em 1968, que mudaram todo o sistema educacional francês, derrubaram o presidente Charles de Gaulle e inspiraram estudantes de todo o mundo pela causa revolucionária.

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Visite o Panthéon (metrô Luxemburgo) onde estão sepultados os maiores orgulhos da pátria francesa: Rousseau, Voltaire, Victor Hugo, Louis Braille, Émile Zola. Passeie pelo Jardim de Luxemburgo, que tem, ao fundo, o Senado Francês.

A s Igreja Saint Germain des Préé um palco privilegiado da música sacra e conta a história de Paris desde o século 8, época da resistência às invasões normandas.

 

Septième e Montparnasse

 

Septième é o lugar da burguesia parisiense, que também abriga consulados e a sede mundial da Unesco. O bairro tem também o Hôtel des Invalides, a École Militaire e o Musée des Armées, onde está exposto o caixão de Napoleão.

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O Montparnasse  é um misto de Quartier Latin e Septième, um bairro classe média, com uma importante vida noturna.

 

Cemitério do Père Lachais

 

É de longe o cemitério mais alegre do mundo. Namorados fazem passeios românticos entre os túmulos, e adolescentes até costumam fazer piquenique por lá.

Entre os túmulos mais freqüentados estão o de Jim Morrison, Allan Kardec, Balzac, La Fontaine, Molière, Sarah Bernhardt, Proust, Oscar Wilde, Danton, Edith Piaf, Irmãos Lumiére, Isadora Duncan, Chopin e muitos outros. Visite as celebridades, mas não se esqueça de que você ainda está em um cemitério.

 

La Defense

Uma área futurística patrocinada pelas principais multinacionais francesas, que instalaram seus escritórios no bairro. Confira o moderno arco do triunfo, o Grand Arch de La Defense, seus espelhos d’água e esculturas malucas.

 

O bairro como um todo foi um dos maiores equívocos do governo Miterrand que não conseguiu levar a alegria de Paris até lá. Existem ainda muitos escritórios e prédios vagos.

 

Grand Bibliotèque de France

 

Grand Bibliotèque de France (metrô Quay de la Gare), outro dos fiascos do governo Miterrand. Toda construída em vidro, a grande biblioteca é absurdamente exposta ao sol, que estraga os livros. Foi preciso construir um sistema de tapumes para impedir o amarelameto dos livros. Os livros são guardados em quatro torres, onde os usuários devem retirá-los para usá-los na sala de leitura subterrânea. É uma operação complicadíssima, inviável, que só dificulta a operação da biblioteca. Em todo o caso, o investimento em bibliotecas é sempre louvável.

Montmartre

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A zona de Montmartre e seu arredor é sem dúvida uma das mais contrastantes zonas de Paris: você encontra uma multidão formada por fiéis que visitam e frequentam a Igreja do Sacré Coeur, clientes de bares e de sex shops da periferia de Moulin de la Galette, e um cenário de belos terraços na Place des Abbesses.

 

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O cabaré Moulin Rouge foi fundado aos pés da Colina Montmartre em 10 de outubro de 1889 por Joseph Oller (1839-1922) e Charles Zidler (1831-1897) que desejavam oferecer um lugar de divertimento popular a um público diversificado.

Durante os primeiros anos do Moulin Rouge se sucederam noites festivas regadas a champanha onde dançarinas célebres se apresentavam. Foi nessa época que nasceu a célebre quadrilha que conhecemos pelo nome de French Cancan. Bebidas eram servidas enquanto os clientes eram convidados a assisitir aos espetáculos, ou a dançar na pista. Com uma arquitetura pouco convencional e uma decoração extravagante, que conta com um elefante instalado no jardim, o Moulin Rouge atraía a sociedade que buscava diversão.

Nos dias de hoje os espetáculos chamados de Revistas continuam a ser produzidos. Essas grandes peças em vários atos podem ser admiradas durante a degustação de um jantar gastronômico. Atualmente, é a Revista Féérie e seus 80 artistas que embalam as noites do Moulin Rouge através de cenas que retraçam sua história. Uma noite no cabaré deve ser reservada com antecedência, mas a espera é logo esquecida quando temos a chance de jantar nesta suntuosa sala marcada pela história e frequentada por tantos artistas renomados.

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Depois do filme “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”, em 2001, houve um café de Montmartre, em Paris, que passou a estar nos roteiros turísticos da cidade.

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Estamos a falar do Café des Deux Moulins, no bairro de Montmartre, onde a personagem principal, Amélie Poulain, trabalhava.

O pessoal do café está habituado aos turistas entrarem por lá dentro, tirarem fotografias, etc. Se quiser pode lanchar no café ou mesmo almoçar ou jantar, tendo menus especiais para as diferentes refeições.

O café, bar e brasserie recebeu o nome de Café des Deux Moulins porque está bem perto de dois moinhos: tanto do afamado Moulin Rouge como do Moulin de la Galette.

A sobremesa mais pedida nesta casa é o crème brûlée (tal como a Amélie Poulain saboreava); tem Happy Hour das 19h00 às 22h00; e à quinta-feira, à noite, tem música ao vivo.

 

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Você encontrará também ruas e praças tranquilas, pequenos e encantadores museus e um punhado de teatros.

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Para quem vai pra Paris no mês de outubro não pode perder a tradicional festa no bairro Montmartre a “Fetê desVendanges” ,que celebra a colheita das uvas e chegada na da nova safra do vinho produzido lá mesmo no bairro,na vinícola Clos de Montmartre.Isso mesmo uma vinícola bem no meio de Paris!

Durante os dias de festa as vinícolas podem ser visitadas gratuitamente.

 

 

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A colina de Montmartre, cujo nome significa “monte dos mártires”, encontra-se ao norte de Paris a 129m acima do nível do mar, onde está localizada a colossal Basílica du Sacré Coeur.

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Ainda que seja a Catedral de Notre Dame a ostentar o título oficial de maior monumento religioso de Paris, a Sacré Coeur pode surpreender pela sua belaza e por ser um dos melhores pontos a oferecer uma acurada visão panorâmica da cidade.

O acesso até a igreja pode ser feito por escadas

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ou se preferir, de funicular. Um outro jeito é subir pela parte de trás da colina, por suas ruas curvas e mais inclinadas.

 

Bateau Mouche

 

 

Um dos mais concorridos passeios de Paris, seja você marinheiro de primeira viagem ou não, são os barcos que sobem e descem o rio Sena, os bateaux-mouches. Há todo tipo de pacote. Há aqueles que são um simples cruzeiro por este rio cujas margens são listadas como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, passando sob pontes históricas como a Alexandre III e a Pont Neuf — a Ponte Nova, que, aliás, é a mais antiga da cidade. Há também serviços completos, com jantares românticos, com pratos e vinhos razoáveis, tudo com as cores da cidade iluminando as águas calmas do rio. Tenha em mente porém que o jantar — que conta com aperitivos, entrada, prato principal, queijos e sobremesa — não é nada espetacular, os preços são altos e nem todos conseguem uma boa vista das margens.

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Se quiser fazer um passeio simples, mas igualmente divertido, pegue o táxi fluvial, o Batobus. Ele passa por 8 portos de paradas e você pode subir e descer o quanto quiser, uma solução bem flexível. Os cais são na Torre Eiffel, Museu d’Orsay, Museu do Louvre, Notre Dame, Hotel de Ville, Quai Malaquais, Pont d’Austerlitz e Ponte Alexandre III, próxima à Champs Elysées.

A maioria das operadoras faz passeios de uma hora, com saídas frequentes (mas com horários reduzidos na baixa temporada), sem direito a paradas. Os comentários do serviço de som é feito em diversos idiomas, incluindo o português.

 

AU REVOIR

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Paris é repleta de monumentos e lugares lindos!… Começando pelo Museu do Louvre, uma antiga residência real, e um prédio dos mais impressionantes. O pátio ao ar livre, com a sua pirâmide de vidro, cria um contraste com o palácio secular, especialmente à noite! Como não admirar a Notre-Dame de Paris e o Quartier Latin, uma pequena joia da capital. O Panteão é imponente e majestoso, enquanto a Torre Eiffel é o símbolo de Paris em todo o mundo. Montmartre , um bairro boêmio que exala arte por todos os lados e a Sacré Couer oferecem uma vista deslumbrante de Paris. Para os amantes da arte moderna, Beaubourg e o Museu Georges Pompidou também são essenciais.assim como o Marais que além de ser uma região cheia de história e com um dos conjuntos arquitetônicos mais bonitos de Paris, é um bairro jovem, alegre, descontraído e diverso, que atrai pessoas de todas as idades, gêneros e nacionalidades.   Para finalizar, um passeio à noite na Pont-des-Arts e Île Saint-Louis é entender  o porque  de Paris ser a cidade mais visitada da Europa.

Quando me despedi de Paris,me despedi em lágrimas, lágrimas de Felicidade!…

Paris, je t’aime!…