Palácio de Versallhes

 

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Palácio de Versalhes (Château de Versailles) fica localizado na cidade de Versalhes, atualmente um subúrbio de Paris, França. É o maior palácio do mundo e é famoso, não só pelas edificações, mas por ser símbolo e centro do poder da monarquia francesa.

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Construído pelo rei Luís XIV, o “Rei Sol”, a partir de 1664, foi por mais de um século o modelo de residência real na Europa. O Palácio tem 2.153 janelas, 67 escadas, 352 chaminés, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque. É o segundo ponto turístico mais visitado da França, perde apenas para a Torre Eiffel. Recebe em média oito milhões de turistas por ano.

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Com a missão de transformar o que antes era o pavilhão de caça de Luís XIII no mais majestoso palácio da Europa, o arquiteto Louis Le Vau reuniu centenas de trabalhadores e começou por construir um novo edifício ao lado do existente, o qual foi continuamente sendo ampliado.

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Le Vau, não conclui as obras. Depois da morte de Le Vau, o arquiteto Jules Hardouin-Mansart, a partir de 1678, deu continuidade ao projeto de expansão do palácio. Foi ele quem construiu L’Orangerie (Laranjal), o Grande Trianon, as alas Norte e Sul do Palácio, a Capela e a Salão dos Espelhos (onde, em 1919, foi ratificado o Tratado de Versalhes).

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Em 1837 o castelo foi transformado em museu de história. O palácio está cercado por uma grande área de jardins, uma série de plataformas simétricas com canteiros, estátuas, vasos e fontes trabalhados, projetados por André Le Nôtre. Como o parque é grande, um pequeno veículo envidraçado leva os visitantes num passeio entre os monumentos.

Sala dos Espelhos, com 73 metros de comprimento e  12 metros altura, é iluminada através de dezessete amplas janelas que têm à frente espelhos que refletem a vista dos jardim.

Quarto da rainha Maria Antonieta

Jardins

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Sede da sofisticadíssima côrte francesa de Luís 15. É um dos palácios mais ricos do mundo, que mostra até onde o luxo e a ostentação chegaram na França pré-revolucionária.

Não só o prédio é espetacular, mas os jardins “à francesa”, criados por Le Nôtre, são nada menos que excepcionais, contendo o belo Grand Canal, a Orangerie, o lago da Suíça, a Fonte de Netuno, a fazenda de Maria Antonieta, o Grand Trianon e Petit Trianon. O melhor momento para admirar o esplendor de Versalhes e seu parque seria sob o sol,porém não tive esta sorte ,pois chovia muito no dia em que fui . caso vá em dia de sol .siga para o final do Grand Canal de bicicleta (que pode ser alugada no parque) e assista o sol se pôr sobre a água , uma imagem absolutamente perfeita!…

Palombara Sabina

 

 

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Quem visita a Itália nem sempre tem o prazer de conhecer uma parte praticamente desconhecida do País em termos de foco turístico, e que é maravilhosamente diversificada, mas muitos têm a sorte de conseguir isso,e eu consegui.

 

 

Palombara Sabina é uma pequena cidade italiana da região do Lácio, província de Roma com cerca de 10.639 habitantes,que faz fronteira com: Guidonia Montecelio, Mentana, Monteflavio, Montelibretti, Monterotondo, Moricone, San Polo dei Cavalieri, Sant’Angelo Romano.

Embora Palombara seja relativamente próximo a Roma, sua tranqüilidade me fez lembrar um pouco os pequenos vilarejos da Toscana e a  paisagem consegue ser ainda  mais verde do que muitas pessoas imaginam.

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A pequena Palombara fica localizada sob uma colina ao pé do Monte Gennaro e em seu ponto mais alto está o castelo Savelli.

Castelo Savelli  é uma estrutura imponente de origem medieval, construído para a defesa de Palombara Sabina.

Conta-se que em meados do século X,os habitantes da região para sentirem-se seguros, se acercaram em torno do castelo, que tinha uma torre de vigia construída desde o século lX , mas teve sua estrutura ampliada posteriormente.

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A vila que se formou em sua volta, ainda hoje mantem grande parte de suas casas seguindo o padrão da fundação original e suas estreitas ruas que sobem entrelaçadas em forma de espiral.

Foi nesse castelo que foi preso em 1180, o anti-papa Inocêncio III.No século XIV, o castelo tornou-se sede de um tribunal estabelecido pelos Templários e então várias  mudanças foram  feitas no decorrer do próximo século.

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Apesar de várias intervenções o castelo manteve uma aparência substancialmente conservada.O castelo de savelli é administrado por uma associação que disponibiliza um guia para a visita que tem a duração de uma hora e meia a um custo de € 3.o museu arqueológico dentre seus vários afrescos tem também duas estátuas gregas estupendas de Zeus e Eirene.Pode se ver   também a passagem para o exterior e interior usado pelos arqueiros para não ser visto pelo inimigo e, finalmente, a Torre com seus 150 degraus para subir e  ver um panorama espetacular !!!

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A estrutura urbana de Palombara segue padrão feudo medieval típico, de onde do centro da cidade se alcança facilmente o nível mais baixo descendo a colina por uma unica estrada em forma de espiral . Palombara é um local de muita cultura e as tradições estão presente em quase todos os eventos. Em Palombara é imperdível  os festivais que promovem os produto agrícolas local. Começa com o Festival de Persica (pêssego), durante a primeira semana de agosto.

De muita  importância também é a  exposição nacional de azeite, que por estas bandas dá seu sabor fino para quase qualquer prato.

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Por aqui as oliveiras são nativas e são elas que dão origem ao famoso e saboroso azeite Italiano Sabina DOP.

 

Para terminar a temporada de verão, as duas primeiras semanas de junho e julho, com a Festa de Cerase (cerejas).

Palombara tem tudo para satisfazer as necessidades da maioria dos turistas, mas também deve ser levado em consideração que aqui é uma cidade pacata,porém cheia de história. Aqui o tempo realmente parece ter parado.

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Palombara não tem ligações directas com as ferrovias. No entanto, é perto das linhas suburbanas FR2 Roma-Tivoli (estação-Palombara Marcellina), e FR1 Orte-Fiumicino (parar Piana Bella Montelibretti). A partir daí, a cada 30 minutos, um ônibus sai   e custa € 1,10 transportando  passageiros para a aldeia, para uma viagem de cerca de 25 minutos.Este serviço de transporte não é exercido nos dias feriados.

 

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Quando fui peguei FR1 e desci em Montelibretti e como tenho um primo que mora lá ele foi me buscar na estação .

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Por do sol visto do castelo de Savelli

Obrigada Beto,Sara,Ilaria,Rossana e a nonna pelo carinho e receptividade!

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Amei tudo!!!!!  Vocês são o máximo!

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Algumas pessoas a gente conhece e outras Deus nos apresenta!

Europa:cuidado com os pickpockets!

“É muito fácil roubar turistas Brasileiros:Diz batedora de carteira em Paris”

 

Poucas cidades no mundo atraem tantos visitantes como Paris. A cada ano, 30 milhões de pessoas visitam a cidade. Mas esse lugar de tantos encantos, que remetam a elegância, cultura, romance e história, às vezes desencanta. E, de uma hora para outra, a viagem tão esperada pode se transformar em frustração. Turistas correm o sério risco de serem roubados na capital francesa.

O perigo já começa no aeroporto. Vídeos registrados pelas câmeras de segurança mostram a ação dos bandidos, que aproveitam momentos de distração dos viajantes. E não ha lugar onde os turistas estejam mais distraídos que no museu mais visitado do mundo, o Louvre, que recebe 300 mil pessoas por dia.

Em abril, os seguranças entraram em greve durante 24 horas em um protesto contra a presença de ladrões dentro da instituição. Eles estavam agindo de forma cada vez mais audaciosa e os próprios funcionários eram vítimas. O Louvre reabriu no dia seguinte com 20 policiais a mais em ação, cinco deles uniformizados, circulando no acesso principal às galerias.

Um policial conta que os chamados pickpockets não se interessam pelos jovens, porque eles não têm dinheiro na carteira, e mostra o armário com todos os objetos que foram roubados, como carteiras e passaportes. Quando conseguem roubar, os ladrões pegam o dinheiro e se livram imediatamente das carteiras.

Meninas são maioria nos grupos que roubam

No metrô, todo cuidado é pouco. Na maioria dos casos, os roubos são cometidos por adolescentes do leste europeu, da Romênia e países da antiga Ioguslávia, como a Bósnia. São grupos formados sobretudo por meninas, aparentemente inofensivas, que nem de longe lembram o estereótipo do bandido. As jovens se aproximam, distraem suas presas e atacam sem que elas percebam.

O chefe das equipes da brigada anticriminalidade do metrô parisiense reconhece que o trabalho policial esbarra na legislação e explica que os ladrões não vão para a prisão porque são menores. “Lidamos com redes criminosas que exploram as falhas na legislação francesa, e que sabem muito bem que a gente não manda um menor, de 13 anos, para a cadeia, por exemplo”, conta Fabrice Coussot.

Anualmente, o turismo na França  movimenta cerca de € 42 bilhões, o equivalente a R$ 130 bilhões, uma atividade essencial para a economia. Em tempos de crise, o país não pode se dar ao luxo de perder essa receita. Por isso, o governo tenta lutar contra a proliferação dos batedores de carteira, que roubam dinheiro e celular, principalmente de estrangeiros.

Ao longo de algumas semanas, a GloboNews registrou a ação da polícia francesa no combate a essas gangues, que aumentaram nos últimos anos. “Houve a ampliação da União Europeia e agora todo cidadão europeu é livre para atravessar fronteiras”, aponta Coussot. Ele destaca que, por ano, são detidos cerca de três mil ladrões no metrô.

Se tiver muito turista, a gente pode trabalhar e juntar até € 30 mil”
Batedora de carteira em Paris

Como eles sabem que a legislação francesa protege as crianças, se recusam a deixar as impressões digitais e a fazer qualquer exame para determinar a idade. Após algumas horas de detenção, a justiça manda soltar. E as gangues voltam a agir imediatamente. Com a certeza da impunidade, uma das meninas aceita dar uma entrevista sem cobrir o rosto. E conta quem são seus alvos preferidos. “Todo mundo, desde que seja turista. Os brasileiros, para nós todos, são fáceis. Dependendo do dia, se tiver muito turista, a gente pode trabalhar e juntar até € 20 mil, € 30 mil. Se não tiver, às vezes a gente volta para casa sem nada”, revela.

A audácia é tanta que elas chegam a fazer uma simulação de roubo, usando o próprio policial como vítima fictícia. Neste interminável jogo de gato e rato, todo mundo já se conhece de longa data. Existe até uma certa camaradagem. Mesmo em lados opostos, os policiais e as meninas se tratam com simpatia e até uma dose de carinho.

Existe uma organização poderosa controlando os batedores de carteira que atuam em Paris e outras cidades europeias, como Barcelona e Roma. Alguns dos chefões, originários da Bósnia, foram presos pela Interpol e ainda estão atrás das grades. No entanto, a rede segue funcionando com força e as investigações ainda não esclareceram com precisão o esquema por trás do aliciamento de menores.

Comparada com as grandes capitais brasileiras Paris é uma cidade relativamente segura. Não ha’ sequestros relampagos, sao poucos casos de violência à mão armada, nós mulheres podemos andar com minissaia sem nos sentirmos ameaçadas e de maneira geral podemos caminhar tranquilos nas ruas mesmo à noite sem medo de violência. Mas os batedores de carteira, ou pickpockets como são chamados lá, existem aos montes, principalmente nos ambientes turisticos e até mesmo nos lugares fechados e/ou pagos como  museus e igrejas. Eles andam cada vez mais espertos e sabem como ninguém desviar a atenção do turista. Tem muitas crianças e adolescentes nessas gangues, boa parte imigrantes pobres do leste europeu.

Muita atenção a seus pertences e leia as dicas abaixo:

  • Atenção a golpes como golpe do anel entre outros. Não dê atenção e continue o seu passeio.
  • Evite andar com carteira e celulares em bolsos de fácil acesso, principalmente os bolsos de tras da calça. Use doleiras para levar cartões e dinheiro, que são pequenas pochetes para usar por baixo da roupa. Deixe os passaportes no cofre do hotel.
  • Familias com crianças são particularmente visadas porque estamos frequentemente atentos com os pequenos e não prestamos atenção suficiente ao redor (foi exatamente o que aconteceu comigo).
  • Jamais deixar carteiras e objetos de valor em cima da mesa, toalha de picnic ou no carrinho de bebê. Um segundo de distração é o suficiente para ser furtado.
  • Qualquer comportamento suspeito dentro do metrô, alerte os funcionarios da RATP. Pode ser a pessoa do guichet, caso não encontre outro funcionario. Em geral eles são bem reativos e as vezes ouvimos avisos no metrô quando ha’ a presença de pick-pockets agindo.
  • No aeroporto e estações de trem jamais pegue taxis não cadastradas. Siga a placa “Taxi” e entre na fila para pegar os taxis cadastrados. A fila pode parecer grande mas anda rapido.
  • Anote o numero IMEI do seu celular pois caso este seja roubado, você precisara’ dele para fazer o BO. Se for roubado faça o BO (porter plainte) em qualquer delegacia (commissariat de police) para poder bloquear o uso do aparelho.
  • Esta dica não tem muito a ver com furto mas com criança pequena não é bom dar bobeira em ambientes lotados. Uma sugestão é usar pulseiras de identificação.
  • Atenção redobrada nos pontos turisticos principais como no região do Louvre, Montmartre, Torre Eiffel e Champs-Elysées. Em geral eles são bem vigiados por policiais mas os pickpockets agem discretamente e na maior parte das vezes só percebemos quando já é tarde demais.

 

 

Documentação necessária para viajar para Europa

Se você está programando uma viagem ou mochilão para Europa, este post vai tirar suas dúvidas sobre a documentação exigida pela União Europeia para sua entrada nos países que fazem parte do Tratado de Schengen.

Fique atento a estas  informações para que  faça uma viagem tranquila e não tenha problemas na imigração. Com as informações deste post verá que não é nenhum bicho de sete cabeças viajar para Europa  e é tudo muito mais simples do que você imaginava.

                                                 Passaporte e visto

Primeiro item básico que você precisa ter para realizar uma viagem para o exterior é o passaporte. É sempre bom providenciarem esse documento mesmo antes de programar uma viagem. Nunca se sabe quando uma oportunidade pode aparecer, então é melhor ter o passaporte em mãos.

Se você já tem seu passaporte, deve apenas se atentar para a data de validade do mesmo. A regra para entrada na Europa diz que seu passaporte deve ter validade de pelo menos 90 dias a mais da sua data de retorno. Ou seja, o seu passaporte precisa valer por mais 3 meses contados depois que deixar a Europa.

Sobre o visto: você não precisa ter visto  para entrar em nenhum dos países que fazem parte do Tratado de Schengen, que são:
Áustria, Bélgica, República Checa, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Islândia, Itália, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Noruega, Polônia, Portugal, Eslovênia, Eslováquia, Espanha, Suécia e Suíça.

Ao chegar em qualquer um desses países você vai passar pela imigração, e é ali que talvez precise apresentar alguns documentos.
O Reino Unido não faz parte do tratado, mas também não precisa de visto e a lista básica de exigências é a mesma.

                                      Seguro Viagem

 

Entre os documentos que precisam para entrar na Europa, o seguro viagem é um dos mais importantes. Os países que fazem parte do tratado exigem que o viajante possua uma assistência a viagens, com valor mínimo de € 30.000, para garantir assistência médica por doença ou acidente.

Durante toda a sua viagem é muito importante manter o certificado do seu Seguro Viagem junto com você, para que você tenha fácil acesso em qualquer emergência.

 

                                                              Passagem de volta

 

Para entrar na Europa você deve ter sua passagem de volta comprada e datada. Este é um item normalmente solicitado na imigração, então tenha ele em mãos.

 

                                                            Comprovante de hospedagem

 

Tenha também em mãos os seus comprovantes de reserva dos hotéis e/ou hostels que vai ficar. É aquele comprovante que você imprime ao fazer sua reserva no Booking.

 

Caso vá se hospedar na casa de alguém é necessário a apresentação de uma carta convite. Existem modelos diferentes para cada país. Você deverá conversar com a pessoa que fará essa carta para que ela siga o modelo do órgão público emissor. A carta deverá ser carimbada e assinada pelo órgão expedidor. Lembrando, é claro, que a pessoa que vai fazer está carta para você deverá estar legalizada como cidadão europeu.

                                Comprovantes financeiros

Pode ser que também seja solicitado para você algo que comprove que você tem condições financeiras para se manter na Europa pelo tempo da viagem. Esses comprovantes podem ser: o extrato do seu VTM ou da sua conta bancária, o limite disponível no seu cartão de crédito ou a quantia em espécie mesmo. O valor base para calcular sua permanência varia de 45 a 60 euros por dia.

Por fim você precisa ter calma na imigração. Não se preocupe, não é nenhum bicho de sete cabeças. Mostre-se tranquilo e responda tudo que for perguntado. Não minta em nenhum sentindo! Se você está viajando de férias, é isso que tem que dizer. Você não tem nada a temer.

Essa foi então a lista completa de documentos necessário para viajar para Europa. Apresente apenas os documentos que forem solicitados. Não chegue lá jogando tudo para o fiscal da imigração, ele pode achar que você está forçando muito a barra. Enfim, apresente o que ele pedir e responda apenas o que ele perguntar.

Claro que todos essas dicas reduzem muito o seu risco de inadmissão na Europa, mas nada que seja 100% garantido.

 

 

Paris

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Capital histórica, cultural e artística, Paris é a cidade mais visitada do planeta. Seus jardins, praças, museus, o rio Sena, os cafés, as pessoas, a moda… a Cidade-Luz brilha constantemente.

Para onde quer que se olhe, há sempre algo para conhecer, um monumento para visitar, um café….É impossível chegar a Paris sem sentir uma forte emoção batendo no peito!

Cidade da moda, dos apaixonados, seu nome faz brilhar milhares de olhos por todo o mundo… Quem jamais sonhou em conhece-la, passear pelas suas ruas, pelas margens do rio Sena?

Quantos pedidos de casamento são feitos nos seus parques, jardins, na Torre Eiffel, sobre a Ponte des Arts, ou em um passeio no bateau mouche…..?

Nada mais romântico que Paris na chuva, no sol, na neve, no vento ou sob a linda iluminação noturna…

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As longas avenidas rodeadas de árvores, as pontes, os candeeiros de ferro, os cafés com esplanadas aquecidas, os prédios nunca demasiado altos, a Torre Eiffel iluminada, os museus e os monumentos mais conhecidos do Mundo e os crepes de chocolate na rua. Isto é Paris, mas não só. Ao mesmo tempo que tudo lhe possa parecer familiar, a cidade está em constante renovação e crescimento, ainda que de forma regulada, associada sempre a um delicado bom senso, a que se pode chamar elegância. É isso. Elegância. Nenhuma outra palavra descreve melhor a aura de Paris, sendo essa elegância que apaixona qualquer visitante, em qualquer altura do ano.

Divididos pelos 20 arrondissements – uma espécie de freguesias numeradas que se desenvolvem desde o centro até aos limites da cidade, no sentido dos ponteiros do relógio – os vários bairros de Paris mantêm as suas características, que não envergonham a personalidade elitista dos parisienses. Nem os bares mais alternativos do Marais nem a rua mais imprópria para menores, de Pigalle , deixam de ser Paris. Por outro lado, o luxo das lojas do 8.º arrondissement e o Triângulo de Ouro, os museus concentrados nos arredores do Louvre e da Torre Eiffel, a vida estudantil do histórico Quartier Latin e o novo palpitar de tendências do canal de St. Martin ajudam

a compor a vida desta cidade, com estrutura de aldeia, onde se pode encontrar desde o mais antigo túmulo egípcio ao mais recente vestido de alta costura, de Valentino.

 

Cidade de revoluções várias e movimentos contracultura, é conhecida pelos turistas por ser a que tem o maior número de monumentos registados, entre os quais o maior museu do Mundo e a primeira torre de ferro parecida com um arranha-céus, e por ser berço de alguns dos pintores mais ilustres da história da arte, bem como palco de alguns filmes inesquecíveis. Paris continua a ser a Cidade da Luz (que ganhou o título por ser a primeira a ter iluminação pública nas ruas), cheia de brilho e glamour. É para ser visitada com dedicação e muito amor.

As ilhas

Muitas vezes carecidas de especial atenção pela maioria dos turistas, as duas pequenas ilhas do Sena, no centro de Paris, merecem uma visita com tempo. Na Île de la Cité, por onde passa a famosa Pont Neuf, que liga a praça do Hôtel de Ville a Saint Michel, fica o centro de Paris. Sim, o centro, a partir de onde são medidas todas as distâncias de França. Habitada desde os tempos dos gauleses e depois tomada pelos romanos, esta língua de terra no rio é, hoje, o local onde está a mítica Catedral de Notre Dame. Erguida a partir de 1145, é o símbolo do gótico francês, agraciado por diversas esculturas do fim do período românico e início do gótico, ao mesmo tempo que conserva o mais importante conjunto de vitrais medievais do Mundo. Para além de visitar o interior da catedral, uma das melhores formas de a admirar é mesmo… de barco. Pelo rio Sena, passam, serenamente, os famosos bateaux mouche, que fazem percursos de cerca de 70 minutos. A viagem é saborosa e vale bem a pena. Logo ao lado da Île de la Cité fica a castiça Île de St. Louis. onde se comem os melhores gelados de Paris, na histórica gelataria Berthillon. As ruelas desta ilha, repletas de lojas pitorescas, tornam-na num pequeno retiro muito apreciado pelos parisienses.

 

Marais, Montmartre, Pigalle

Dos vários bairros, há, pelo menos, três que não pode deixar de visitar: o Marais fica nos arrondissements 3 e 4 e é o centro da vida alternativa da cidade, com bares e restaurantes pautados por um carácter cosmopolita e moderno, ao mesmo estilo de imensas lojas de roupa vintage ou de decoração e design. Montmartre, logo atrás da Basílica de Sacre Coeur, nos arrondissements 9 e 18, é conhecido por ser o bairro dos pintores, frequentado por grandes nomes da pintura do Séc. XX, pleno de criatividade e de lojas de antiguidades. Aqui fica o popular café, onde, no filme, trabalhava a Amélie Poulain. Também em Montmartre fica a zona de Pigalle, onde se concentram os famosos cabarets da Belle Époque, como o Moulin Rouge e onde, ainda hoje, permanecem imensas salas de teatro burlesco e sex shops. Não deixe de espreitar também o Quartier Latin, que é o bairro universitário por excelência e zona ilustre e tipicamente literária de St. Germain.

Culto da beleza

 

Capital e berço da moda, Paris é uma cidade bonita, cheia de pessoas elegantes, com um sentido estético naturalmente apurado, que não as deixa sair de casa de qualquer forma. Isso não significa que os parisienses estejam sempre em compras. Pelo contrário, valorizam a qualidade em detrimento da quantidade. Cidade onde nasceu a moda, como é conhecida hoje, e mãe das grandes casas de alta costura, Paris mantém o título de uma das melhores cidades de compras do Mundo. De artigos de luxo sim, mas não só. O conhecido Triângulo de Ouro, formado pelas avenidas George V, Montaigne e Champs Elysées, é onde se concentram a maior parte das casas Chanel, Dior, Louis Vuitton, Lanvin, Prada e Hermès, bem como na avenida Saint Honoré e nas avenidas circundantes da Ópera Garnier, onde ficam, por exemplo, as galerias La Fayette. Se o orçamento é outro, permita­se descobrir as lojas de criadores emergentes, vintage e outlets do Marais, da rua Étienne Marcel, rua da Alésia e Canal de St. Martin.

Por entre tanto por onde se apaixonar, não deixe de guardar umas horas (ou dias) para visitar alguns dos melhores e mais emblemáticos museus da cidade. Para o Louvre deve guardar, no mínimo, um dia inteiro. Deverá planear a visita com base nas obras que mais gostaria de ver, por entre as 35 mil que residem nestas largas galerias. Construído inicialmente como fortaleza e aumentado depois para ser a residência real, o maior museu do Mundo não para de crescer. De túmulos egípcios a estátuas gregas, passando

pela famosa Mona Lisa, de Leonardo DaVinci, o Louvre tem tudo e agrada a todos. Bem diferente, mas não menos esplendoroso, é o Museu d’Orsay, que “habita” numa antiga estação de comboios de estilo art nouveau, construída pela ocasião da exposição mundial de 1900, à beira do Sena. A coleção, inundada de luz natural, é composta por grandes obras impressionistas, pós-impressionistas e de art nouveau, de nomes tão míticos como Monet, Giverny, Cézanne, Renoir, Degas, Pissarro ou Van Gogh. Por último, e num estilo ainda mais diferente, visite o Centro Nacional de Arte e Cultura George Pompidou, onde, para além da coleção permanente de arte contemporânea, poderá usufruir de uma generosa biblioteca, exposições temporárias, concertos, ciclos de cinema e várias iniciativas culturais que estão na vanguarda da arte na Europa. O edifício, por si só, é belíssimo e a visita vale a pena.

 

Doces sabores

 

Comer e beber bem é próprio dos franceses e comer bem é fazê-lo com requinte, qualidade e apresentação. Talvez a única exceção a isso sejam os maravilhosos crepes quentes com chocolate, vendidos democraticamente em qualquer esquina, ou a famosa baguette, que segue viagem na mão de um parisiense a caminho de casa. Depois, vêm os coloridos macarrons, os croissants, os vinhos, como os de Champagne, o Bourgogne ou o Bordeaux e queijos roquefort ou camembert. Sabores elegantes, muito ao estilo francês, que fazem as delícias dos apreciadores gastronómicos de todo o Mundo.

 

      Translado entre os dois principais aeroportos de Paris, Charles de Gaulle e Orly, até o centro de París

Você tem várias opções de translado até a capital. Antes de mais nada, saiba que nem sempre o táxi é a opção mais cara. Veja abaixo.

 

A – Transportes do Charles de Gaulle até Paris

1 – de trem RER B – traslado de trem entre a estação Aéroport Charles de Gaulle e as seguintes estações em Paris: Denfert – Rochereau, Saint Michel – Notre Dame, Gare du Nord.

Preço da passagem: 9,75 euros por pessoa, somente uma perna. Tempo da viagem: em torno de 25 minutos até Gare du Nord, 28 minutos até Châtelet e 35 minutos até Denfert – Rochereau.

Os vários terminais do aeroporto oferecem acesso ao RER B a pé, por tapetes rolantes, pelos ônibus chamados Navette N1 ou N2. Não se preocupe, tudo é muito bem sinalizado.

Você tem também o CDGVAL, que são pequenos trens gratuitos que ligam os terminais às estações do RER B e do TGV, o trem de grande velocidade. O CDGVAL funciona 24 horas e leva 8 minutos de um terminal a outro.

2 – de ônibus com o Roissybus – traslado direto, sem paradas, de ônibus entre o aeroporto e Paris com o Roissybus. O ponto final se encontra na rue Scribe, ao lado da Opéra Garnier.

Preço do Roissybus: 11 euros por pessoa somente ida. Tempo de viagem: em torno de 1 hora.

O Roissybus passa nos terminais 2A, 2C, 2E-2F, 2D, 3 e 1. O terminal 2G é ligado ao 2F pela navette N2.

3 – de ônibus da empresa Air France – Todos podem ter acesso aos Cars Air France. A empresa possui duas linhas que ligam CDG e Paris. A linha 2 com paradas no Arco do Triunfo (Étoile), no início da Avenue Carnot e na Porte Maillot, no boulevard Gouvion de Saint Cyr. Os ônibus da linha 2 passam nos terminais 2A (Porte C2), 2B (Porte B1), 2C (Porte C2), 2E (Porte E8), 2F (Porte E8 ou F9), 2D (Porte B1) e 1 (Porte 32). O terminal 2G é ligado ao 2F pela navette N2. O terminal 3 é ligado ao terminal 1 pelo CDGVAL.

Preço: 17,50 euros somente uma perna. Tempo de viagem: em torno de 50 minutos.

E a linha 4 que liga duas estações ferroviárias, Gare Montparnasse e Gare de Lyon, ao aeroporto. Os ônibus param nos terminais 2A, 2B, 2C, 2D, 2E, 2F.

Preço: 17 euros somente uma perna. Tempo de viagem: em torno de 1 hora.

4 – de táxi com os Táxis Parisiens do aeroporto – Os táxis do aeroporto CDG são ótimos e honestos. Após o desembarque siga as indicações Taxi. Pegue a fila “Taxis Parisiens”. O trajeto custa em torno de 54 euros. Se estiver viajando em família, entre na fila e na sua vez peça uma minivan. O preço é o mesmo do táxi normal.

Observação: volto agora no meu comentário acima, o táxi não é o transporte mais caro. Para três pessoas, o valor do táxi é quase o mesmo dos Cars Air France.

5 – traslado personalizado com as empresas que indico – O Conexão Paris indica 3 empresas para traslados e passeios. Este serviço é mais caro que um traslado normal. Os motoristas são todos brasileiros, esperam o cliente na saída do desembarque e quebram todos os galhos. No trajeto dão conselhos, dicas e ajudam com as malas e no check in do hotel. No embarque de volta para o Brasil, ajudam com o processo de détaxe, se necessário. Por isso o valor é superior ao de um táxi normal.

6 – ônibus RATP n° 350  e 351 – A empresa de transporte público possui dois ônibus que saem de Paris para o Charles de Gaulle. Os cito a título indicativo. Se optarem por ônibus, melhor escolher o Roissybus que transporta somente passageiros dos voos e é direto. O 350 sai da Gare de l’Est e o 351 tem como ponto de partida a Praça Nation. Todos os dois param em vários terminais no aeroporto. Confiram quais nos links abaixo. Preço: 6 euros por pessoa.

B – Transportes entre o aeroporto Orly e Paris

1 – de trem RER B – Em Orly, a estação do RER B não se encontra dentro do aeroporto como no CDG. Por isso, você tem que pegar o Orlyval, um metro automático, que liga os dois terminais de Orly (terminal sul e terminal oeste) à estação do RER que se encontra na cidade próxima chama Antony. O trajeto do Orlyval dura apenas 8 minutos. Preço do Orlyval+RER: 11,65 euros. O tempo de trajeto entre Antony e as estações de Paris é: Denfert – Rochereau, 17 minutos; Châtelet Les Halles, 25 minutos; Gare du Nord, 28 minutos.

2 – de ônibus com o Orlybus – traslado direto dos dois terminais de Orly até a Praça Denfert – Rochereau em paris. O tempo do transporte é de 30 minutos. Preço: 7,50 euros por pessoa somente uma perna.

3 – com os ônibus da Air France – Os Cars Air France da linha 1 saem de Orly Oeste, porte C, andar das chegadas e Orly Sul, Porte L, andar das chegadas e possuem as seguintes paradas em Paris: Gare Montparnasse, na rue do Commandant Mouchotte; nos Invalides, na rue Esnault Pelterie e no Arco do Triunfo, no início da Avenue Carnot. Preço: 12,50 euros por pessoa somente uma perna.

4 – de táxi com os Taxis Parisiens do aeroporto – Como para o CDG, a única diferença é o preço, a corrida fica em torno de 34 euros.

5 – Traslado personalizado com as empresas que indico – Como para o CDG, leia acima.

C – Transporte entre o aeroporto Charles de Gaulle e o aeroporto Orly.

A linha 3 dos ônibus Air Franceligam os dois aeroportos. Eles passam em Orly Sud e Orly Ouest e param no terminais 2A, 2B, 2C, 2D e 2F do CDG.

Preço: 21 euros somente uma perna. Tempo de viagem: em torno de 1h15m

Fonte:http://www.conexaoparis.com.br/2013/05/28/traslado-e-transporte-entre-os-aeroportos-charlles-de-gaulleorly-e-paris/

 

                                                                     Deslocar-se em transportes públicos

 

                                   Cartão Paris Visite (cartão dos transportes públicos)

Paris Visite é um bilhete de transporte válido por 1, 2, 3 ou 5 dias consecutivos, para descobrir Paris e seus arredores de metrô, ônibus, RER e trens desde Île-de-France até Disneyland® Paris, Versalhes e aos aeroportos Paris – CDG e Paris – Orly (segundo a zona de validade do cartão). Vantagens oferecidas pela RATP em conjunto com 14 parceiros. À venda nas principais estações de metrô, estações RER e SNCF de Île-de-France, nos aeroportos parisienses e na Oficina do Turismo e dos Congressos de Paris.

A rede do metrô parisiense da RATP conta com 14 linhas identificáveis pelos seus números, cores e direções. A rede RER (rede expressa regional), com as linhas (RATP e SNCF) A, B, C, D e E, atende Paris e sua região. Tem combinações com a rede urbana do metrô e com algumas linhas SNCF. O bilhete “ticket t+” (1,80 euro) dá direito a um trajeto de metrô, de RER (dentro de Paris) ou de ônibus e algumas combinações (dentro de Paris) no período de 1h30. Os bilhetes podem ser adquiridos nas estações da RATP e em algumas tabacarias.

O RER, fora da zona 2 (aeroporto Paris – CDG, Disneyland® Paris, etc.), está submetido a uma tarifa especial.
Primeiro e último metrô: das 5h30 à 1h15 durante a semana. Sextas, sábados e vésperas de feriados: das 5h30 às 2h15.
ATENÇÃO: se você não validar seu bilhete, é como se não tivesse comprado passagem!

 

De ônibus

 

As linhas de ônibus são numeradas e funcionam geralmente das 6h30 às 20h30.
Algumas linhas circulam à noite até às 0h30 ou mais tarde.

De ônibus noturno (Noctilien)

Mais de 45 linhas de ônibus todos os dias, entre as 0h30 e as 5h30 da manhã. Esta rede permite a circulação em Paris e em um raio de até 50 km em seu entorno (aeroporto de Paris – CDG inclusos).

De tramway (Bonde moderno)

 

Paris e seus subúrbios são ligados por 3 linhas de tramway:

• T1 (Asnières-Gennevilliers-Les Courtilles – Gare de Noisy-le-Sec RER): de segunda a quinta, das 5h30 às 0h37; sexta e sábado, das 5h30 à 1h37; domingo e feriados, das 6h30 às 0h37.

• T2 (Pont de Bezons – Porte de Versailles): de segunda a quinta, das 5h30 às 0h10; sexta e sábado, das 5h30 à 1h10; domingo, das 6h30 às 0h10.

• T3a (Pont du Garigliano – Porte de Vincennes): de segunda a sexta, das 4h50 às 0h26; sábado, das 4h50 à 1h35; domingo, das 5h50 às 0h35.

• T3b (Porte de Vincennes – Porte de la Chapelle): de segunda a quinta, das 5h30 às 0h30; sexta e sábado, das 5h30 à 1h30; domingo, das 6h30 às 0h30.

 

 

Então vamos turistar!…

 

Torre Eiffel

 

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O melhor ponto para se observar e tirar fotografias da Torre Eiffel é partindo dos jardins e espelhos d’água do Trocadeiro e da panoramica da cidade é do alto de Montmatre bem em frente a Basilique du Sacré Cœur. No verão, turistas descolados de todo o mundo costumam tomar banho no chafariz, como menino de rua da Praça da Sé! Resista à tentação de “escalar” a torre, se estiver lotada. É puro sofrimento. Paris vista do tão alto é decepcionante, principalmente porque seu mais belo cartão postal – a torre Eiffel – não pode ser vista do alto de si mesma! Eu sugiro uma foto tirada da cobertura da Galerie Lafayette com uma vista excelente de Paris com a torre Eiffel de fundo.

 

Arco do Triunfo

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O Arco do Triunfo (l’Arc de Triomphe), localizado na Place de l’Étoile no alto da avenidaChamps-Élysées, é o maior arco do mundo

 

Um arco do triunfo é um tipo de monumento introduzido pela arquitetura romana originalmente construído em madeira e utilizado como um símbolo da vitória em uma determinada batalha.

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(Túnel de acesso)

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A sua construção em 1806 foi encomendada por Napoleão para celebrar a vitória de guerra do imperador em Austerlitz. É considerado uma obra-prima da arquitetura neoclássica, quer pela fidelidade às formas antigas quer pela concepção urbanística de grandiosidade. Os pilares apresentam um grupo escultórico decorado com cenas das grandes campanhas napoleônicas eternizadas com o nome de cada uma delas. Sobre o arco encontra-se túmulo de um soldado desconhecido, e a chama sobre túmulo é reanimada todas as tardes.

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No alto do monumento podemos desfrutar de uma bonita vista de Paris. No seu interior um museu retratando a história do arco de triunfo completa a vista.

 

Champs- Elysées

A Champs Elysées é uma das mais famosas e glamourosas avenidas do mundo. Arborizada ao longo dos 2 quilômetros que ligam o Arco de Triunfo à Place de la Concorde, reúne as principais joalherias e lojas de grandes grifes. De quebra, é vizinha à residência oficial do presidente da república, o Élysées Palace, imponente construção do século 18. É aqui que ocorre a grande festa de Réveillon em Paris, bem como as principais celebrações de conquistas militares ou esportivas, como o desfile de 14 de Julho (A Queda da Bastilha) e a etapa final do Tour de France.

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Museu do Louvre

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O Museu do Louvre é visita obrigatória para todos os turistas em Paris. Com aproximadamente 10 milhões de visitantes por ano, o Louvre tem um dos acervos mais importantes do mundo, reunindo peças da antiguidade ao século XIX.

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O Museu do Louvre, instalado no Palácio do Louvre, em Paris, é um dos maiores e mais famosos museus do mundo.

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São mais de 60 mil metros quadrados de área nesse gigantesco acervo de arte de inúmeras épocas e culturas do mundo, por isso vale reforçar a premissa de que o ideal é reservar mais de um dia para a visita.

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Entre as mais de 35 mil obras em exibição ,aqui está nada menos que a Vênus de Milo, escultura de autor desconhecido, e a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci,mas confesso que achei que a tela da Mona Lisa fosse um pouquinho maior.

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Galeries Lafayette

 

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Um dos endereços clássicos do consumo em Paris,a Galeries Lafayette do  boulevard Haussmann traz produtos para toda a família. Seções dedicadas à moda masculina, feminina e infantil, uma ala completa de produtos gourmet e uma miríade de artigos para casa, como móveis e utensílios. Dentro de cada departamento há uma completa linha de itens, dos mais luxuosos – de marcas como Chanel, Dior e Prada – aos mais acessíveis, para uso no dia a dia. Aqui você encontra de tudo: cosméticos, sapatos, roupas, joalheria, perfumes, lingeries, paletós, tailleurs e brinquedos.

Para quem viaja em família ou precisa fazer compras para as crianças, há uma bela seção com brinquedos e livros infantis. E, como ninguém é de ferro, nem é preciso sair das Galeries Lafayette para recuperar as energias: há vários bons cafés, lanchonetes e restaurantes por aqui, inclusive um competente sushi-bar.

Preste atenção no site oficial, que de quando em quando apresenta as promoções e liquidações sazonais.

A Galeries Lafayette Haussmann fica próxima da Ópera Garnier, servida pelas estações de metrô Opéra (linhas 3, 7 e 8), Chausée d’Antin – La Fayette (a mais próxima, nas linhas 7 e 9) e Trinité – d’Estienne d’Orves (linha 12) e de RER Auber (linha A) e Haussmann – Saint-Lazareplus (linha E).

Île de la Cité

 

Visite a catedral de Notre Dame, marco de peregrinação do mundo medieval desde o século 12. A igreja catedral de Paris inspirou filmes e romances.Simbolo da arquitetura gódica francesa,é conhecida por suas rosárceas e vitrais,bem como  pelas estátuas  das terríveis gárgulas que “guardam” a cidade do topo do monumento.

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Na frente da Notre Dame, desça até a cripta onde estão as primeiras pedras de Paris, do tempo dos romanos. Ainda na Île, confira a Sainte Chapelle, dentro do Palais de Justice, de longe a capela mais bonita de Paris, hoje transformada em museu.

 

Atrás da Notre Dame, repousa calmamente a Île de Saint Louis, que ainda se conserva  como uma área residencial do interior da França.

 

Centre George Pompidou

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O Centre George Pompidou, fechado até o final de 1999 para reformas, já vale pela arquitetura futurista, com seus tubos coloridos aparecendo do lado de fora do prédio. Ele abriga uma completíssima biblioteca, com centro com laboratórios para estudo de línguas vivas. É nessa biblioteca que os jovens parisienses estudam para o “Bac”, um exame nacional que funciona como um vestibular unificado. O hall central abriga sempre uma exposição faraônica de escultura, além de outras de fotografia, posters, mostras de cinema alternativo e o badaladíssimo Museu de Arte Moderna, com várias obras de artistas brasileiros.

 

Le Marais

 

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O bairro Le Marais faz parte do patrimônio histórico da Unesco. Já foi moradia de músicos, artistas, judeus, e hoje abriga a comunidade gay de Paris. O ar decadente dos casarões antigos faz do bairro o mais charmoso da cidade.

 

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Falafel é uma especialidade culinária do Oriente Médio, que consiste em bolinhas fritas de grão-de-bico ou fava, temperadas com alho, cebolinha, salsa, etc. Esta especialidade tem ficado cada dia mais popular, principalmente na sua versão “sanduíche”, acompanhada de pão pita, saladas e molhos.

O melhor lugar para degustar um bom falafel em Paris é na Rue des Rosiers, no coração do bairro do Marais. Apesar do Falafel não ser uma comida tipicamente francesa, ele é muito procurado pelos turistas e os Falafels da rue des Rosiers são tão famosos que chegam a praticamente transformar a rua em um ponto turístico. Esta rua, que é judia e é quase que totalmente tomada pelo comércio judeu , apresenta diversos restaurantes especializados nesta iguaria. Você tem a opção de pedi-lo na versão “prato” e se sentar em um dos restaurantes, ou ainda pedir na versão sanduíche e comer na rua mesmo. Ótima opção pra quem quer comer bem, gastando muito pouco.

 

Canal SaintMartin

O Canal Saint-Martin é mesmo o máximo! Especialmente nos fins de semana quentes, quando parisienses e turistas procuram um lugar em suas margens para um almoço rápido ou piquenique, andam para lá e para cá ou disputam lugares nos bares e restaurantes da redondeza.

 

O projeto do Canal foi encomendado em 1802 por Napoleão Bonaparte, então primeiro consul, para pôr fim à situação precária de abastecimento de água potável existente na cidade, tendo sido inaugurado apenas em 1825, ocasião em que Napoleão já era falecido. Com 4,55 Km de extensão – em boa parte deles o canal é subterrâneo – ele liga o Rio Sena à Bassin de La Vilette e possui 9 eclusas. Durante os séculos XIX e XX ele serviu para o transporte de mercadoria e de água. No entanto, no início dos anos 2000 o bairro recebeu inúmeros refugiados e virou praticamente uma favela. Em 2010 a prefeitura de Paris resolveu por fim à situação e revitalizar a região, que hoje é um dos bairros mais descolados da capital francesa, cheios de bares, lojas e uma vida noturna bem agitada.

O Canal Saint-Martin é um dos lugares mais disputados quando faz calor em Paris. Cheio de bares e restaurantes legais e descolados, muitos que não fecham durante o dia,enfim,é um lugar que merece uma visita,nem que seja pra comer uma pizza em um final de tarde.

 

 

A Pizza Pink Flamingo é uma ótima opção para quem quer aproveitar o final da tarde no Canal Saint Martin!

Você pode ir lá pedir a pizza e esperar pelo seu pedido na margem do canal. Se preferir também tem mesas no local. Ambiente original, ótimo antedimento.

Essa pizzaria fica perto do canal Saint-Martin e tem um sistema muito interessante: quando você encomenda a pizza, eles te entregam um balão. Segurando o balão, você pode passear pelas bordas do canal e admirar a região. Depois de algum tempo o entregador chega de bicicleta e, vendo o balão, te entrega a pizza.Só não esqueça de levar os seus talheres de plástico e seu copinho, itens essenciais para os viajantes na Europa.

O ambiente é super legal e as pizzas tem nomes de celebridades e para  os padrões europeus a pizza é boa.

 

 

Bastille

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A bastilha era aquela antiga prisão, símbolo da monarquia francesa que foi destruída com a Revolução .

O fato é que a Bastilha em si era um castelo medieval que virou prisão séculos depois e com a Revolução Francesa foi destruída. Hoje no seu lugar fica uma praça linda com uma espécie de obelisco muito bonito!

 

Quartier Latin

 

 

No lado direito do rio Sena, o Quartier Latin ainda se conserva como área de estudantes e intelectuais. Os bulevares Saint Michel e Saint Germain abrigam os bistrôs mais queridos da boêmia francesa. O mais famoso é o Café de Flore (172, Boulevar Saint Germain, metrô Odéon) onde a turma de Jean-Paul Sartre se reunia.

Não deixe de tomar sorvete próximo à Fontana Saint Michel, a segunda mais charmosa do mundo, depois da Fontana di Trevi, em Roma. Ainda no Quartier Latin, tome um chá de menta na Mesquita de Paris (metrô Censier-Daubeton) e visite o Instituto do Mundo Árabe (metrô Jussieu).

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Também está no Quartier Latin a Sorbonne, uma das mais antigas e respeitadas universidades do mundo. Foi da Sorbonne que os estudantes franceses coordenaram as Barricadas de Paris em 1968, que mudaram todo o sistema educacional francês, derrubaram o presidente Charles de Gaulle e inspiraram estudantes de todo o mundo pela causa revolucionária.

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Visite o Panthéon (metrô Luxemburgo) onde estão sepultados os maiores orgulhos da pátria francesa: Rousseau, Voltaire, Victor Hugo, Louis Braille, Émile Zola. Passeie pelo Jardim de Luxemburgo, que tem, ao fundo, o Senado Francês.

A s Igreja Saint Germain des Préé um palco privilegiado da música sacra e conta a história de Paris desde o século 8, época da resistência às invasões normandas.

 

Septième e Montparnasse

 

Septième é o lugar da burguesia parisiense, que também abriga consulados e a sede mundial da Unesco. O bairro tem também o Hôtel des Invalides, a École Militaire e o Musée des Armées, onde está exposto o caixão de Napoleão.

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O Montparnasse  é um misto de Quartier Latin e Septième, um bairro classe média, com uma importante vida noturna.

 

Cemitério do Père Lachais

 

É de longe o cemitério mais alegre do mundo. Namorados fazem passeios românticos entre os túmulos, e adolescentes até costumam fazer piquenique por lá.

Entre os túmulos mais freqüentados estão o de Jim Morrison, Allan Kardec, Balzac, La Fontaine, Molière, Sarah Bernhardt, Proust, Oscar Wilde, Danton, Edith Piaf, Irmãos Lumiére, Isadora Duncan, Chopin e muitos outros. Visite as celebridades, mas não se esqueça de que você ainda está em um cemitério.

 

La Defense

Uma área futurística patrocinada pelas principais multinacionais francesas, que instalaram seus escritórios no bairro. Confira o moderno arco do triunfo, o Grand Arch de La Defense, seus espelhos d’água e esculturas malucas.

 

O bairro como um todo foi um dos maiores equívocos do governo Miterrand que não conseguiu levar a alegria de Paris até lá. Existem ainda muitos escritórios e prédios vagos.

 

Grand Bibliotèque de France

 

Grand Bibliotèque de France (metrô Quay de la Gare), outro dos fiascos do governo Miterrand. Toda construída em vidro, a grande biblioteca é absurdamente exposta ao sol, que estraga os livros. Foi preciso construir um sistema de tapumes para impedir o amarelameto dos livros. Os livros são guardados em quatro torres, onde os usuários devem retirá-los para usá-los na sala de leitura subterrânea. É uma operação complicadíssima, inviável, que só dificulta a operação da biblioteca. Em todo o caso, o investimento em bibliotecas é sempre louvável.

Montmartre

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A zona de Montmartre e seu arredor é sem dúvida uma das mais contrastantes zonas de Paris: você encontra uma multidão formada por fiéis que visitam e frequentam a Igreja do Sacré Coeur, clientes de bares e de sex shops da periferia de Moulin de la Galette, e um cenário de belos terraços na Place des Abbesses.

 

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O cabaré Moulin Rouge foi fundado aos pés da Colina Montmartre em 10 de outubro de 1889 por Joseph Oller (1839-1922) e Charles Zidler (1831-1897) que desejavam oferecer um lugar de divertimento popular a um público diversificado.

Durante os primeiros anos do Moulin Rouge se sucederam noites festivas regadas a champanha onde dançarinas célebres se apresentavam. Foi nessa época que nasceu a célebre quadrilha que conhecemos pelo nome de French Cancan. Bebidas eram servidas enquanto os clientes eram convidados a assisitir aos espetáculos, ou a dançar na pista. Com uma arquitetura pouco convencional e uma decoração extravagante, que conta com um elefante instalado no jardim, o Moulin Rouge atraía a sociedade que buscava diversão.

Nos dias de hoje os espetáculos chamados de Revistas continuam a ser produzidos. Essas grandes peças em vários atos podem ser admiradas durante a degustação de um jantar gastronômico. Atualmente, é a Revista Féérie e seus 80 artistas que embalam as noites do Moulin Rouge através de cenas que retraçam sua história. Uma noite no cabaré deve ser reservada com antecedência, mas a espera é logo esquecida quando temos a chance de jantar nesta suntuosa sala marcada pela história e frequentada por tantos artistas renomados.

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Depois do filme “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”, em 2001, houve um café de Montmartre, em Paris, que passou a estar nos roteiros turísticos da cidade.

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Estamos a falar do Café des Deux Moulins, no bairro de Montmartre, onde a personagem principal, Amélie Poulain, trabalhava.

O pessoal do café está habituado aos turistas entrarem por lá dentro, tirarem fotografias, etc. Se quiser pode lanchar no café ou mesmo almoçar ou jantar, tendo menus especiais para as diferentes refeições.

O café, bar e brasserie recebeu o nome de Café des Deux Moulins porque está bem perto de dois moinhos: tanto do afamado Moulin Rouge como do Moulin de la Galette.

A sobremesa mais pedida nesta casa é o crème brûlée (tal como a Amélie Poulain saboreava); tem Happy Hour das 19h00 às 22h00; e à quinta-feira, à noite, tem música ao vivo.

 

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Você encontrará também ruas e praças tranquilas, pequenos e encantadores museus e um punhado de teatros.

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Para quem vai pra Paris no mês de outubro não pode perder a tradicional festa no bairro Montmartre a “Fetê desVendanges” ,que celebra a colheita das uvas e chegada na da nova safra do vinho produzido lá mesmo no bairro,na vinícola Clos de Montmartre.Isso mesmo uma vinícola bem no meio de Paris!

Durante os dias de festa as vinícolas podem ser visitadas gratuitamente.

 

 

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A colina de Montmartre, cujo nome significa “monte dos mártires”, encontra-se ao norte de Paris a 129m acima do nível do mar, onde está localizada a colossal Basílica du Sacré Coeur.

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Ainda que seja a Catedral de Notre Dame a ostentar o título oficial de maior monumento religioso de Paris, a Sacré Coeur pode surpreender pela sua belaza e por ser um dos melhores pontos a oferecer uma acurada visão panorâmica da cidade.

O acesso até a igreja pode ser feito por escadas

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ou se preferir, de funicular. Um outro jeito é subir pela parte de trás da colina, por suas ruas curvas e mais inclinadas.

 

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Um dos mais concorridos passeios de Paris, seja você marinheiro de primeira viagem ou não, são os barcos que sobem e descem o rio Sena, os bateaux-mouches. Há todo tipo de pacote. Há aqueles que são um simples cruzeiro por este rio cujas margens são listadas como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, passando sob pontes históricas como a Alexandre III e a Pont Neuf — a Ponte Nova, que, aliás, é a mais antiga da cidade. Há também serviços completos, com jantares românticos, com pratos e vinhos razoáveis, tudo com as cores da cidade iluminando as águas calmas do rio. Tenha em mente porém que o jantar — que conta com aperitivos, entrada, prato principal, queijos e sobremesa — não é nada espetacular, os preços são altos e nem todos conseguem uma boa vista das margens.

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Se quiser fazer um passeio simples, mas igualmente divertido, pegue o táxi fluvial, o Batobus. Ele passa por 8 portos de paradas e você pode subir e descer o quanto quiser, uma solução bem flexível. Os cais são na Torre Eiffel, Museu d’Orsay, Museu do Louvre, Notre Dame, Hotel de Ville, Quai Malaquais, Pont d’Austerlitz e Ponte Alexandre III, próxima à Champs Elysées.

A maioria das operadoras faz passeios de uma hora, com saídas frequentes (mas com horários reduzidos na baixa temporada), sem direito a paradas. Os comentários do serviço de som é feito em diversos idiomas, incluindo o português.

 

AU REVOIR

Patty

 

Paris é repleta de monumentos e lugares lindos!… Começando pelo Museu do Louvre, uma antiga residência real, e um prédio dos mais impressionantes. O pátio ao ar livre, com a sua pirâmide de vidro, cria um contraste com o palácio secular, especialmente à noite! Como não admirar a Notre-Dame de Paris e o Quartier Latin, uma pequena joia da capital. O Panteão é imponente e majestoso, enquanto a Torre Eiffel é o símbolo de Paris em todo o mundo. Montmartre , um bairro boêmio que exala arte por todos os lados e a Sacré Couer oferecem uma vista deslumbrante de Paris. Para os amantes da arte moderna, Beaubourg e o Museu Georges Pompidou também são essenciais.assim como o Marais que além de ser uma região cheia de história e com um dos conjuntos arquitetônicos mais bonitos de Paris, é um bairro jovem, alegre, descontraído e diverso, que atrai pessoas de todas as idades, gêneros e nacionalidades.   Para finalizar, um passeio à noite na Pont-des-Arts e Île Saint-Louis é entender  o porque  de Paris ser a cidade mais visitada da Europa.

Quando me despedi de Paris,me despedi em lágrimas, lágrimas de Felicidade!…

Paris, je t’aime!…

 

VENEZA

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Veneza sem dúvida é uma das cidades mais românticas e interessantes do mundo,famosa por sua história milenar,muitos canais,museus e monumentos,destino perfeito para uma lua de mel.

A cidade fica na Itália, mas às vezes você se esquece que está no país, pois a cidade não se parece em nada com o resto da bota. Aliás, ela não se parece com nada no planeta.

Trata-se de um destino cortado por vias aquáticas onde veículos (o que inclui ambulâncias, carros funerários, ônibus etc.) são barcos, tudo circundado por vielas, becos, pontes e praças com todos aqueles dourados e surpreendentes detalhes escondidos em sua arquitetura bizantina. Fruto da miscelânea de povos que passaram pela cidade, que foi importante ponte entre Ocidente e Oriente.

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Veneza é muito mais que cafés caros, gôndolas e lindos edifícios. O local é uma amostra de onde a criatividade do homem pode chegar. E ela inspira criatividade. Perca-se nela e fotografe, sonhe, namore. Encante-se.

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Entendendo Veneza

 

Como não poderia deixar de ser com um lugar tão especial, Veneza tem o seu próprio dialeto, e ruas e praças ganham outros nomes lá, diferentes dos usados em outras cidades italianas. “Calle” é o nome dado às ruas, “Campo” é um espaço aberto, a piazza de outras cidades (em Veneza só há uma piazza, a Piazza San Marco), “Campiello” é uma pracinha e “Fondamenta” é uma rua que corre ao longo de um canal.

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O melhor conselho para qualquer turista é se perder e seguir sem rumo pelas ruas da cidade. Ninguém conhece Veneza de verdade sem se perder por suas ruas. Caso você se perca, a melhor forma de se localizar é prestar atenção nas placas amarelas que indicam a direção para os pontos turísticos importantes, como “Rialto”, “San Marco” ou até mesmo  “Ferrovia”.

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As melhores (e únicas) formas de se locomover pela cidade e suas ilhas são a pé e no vaporetto, já que, em Veneza, carros não circulam. Dependendo de onde você estiver hospedado, é possível até percorrer as Sestieri (seis ilhas principais que compõem Veneza) a pé, deixando para comprar o cartão de transportes para um dia de passeios apenas, quando for explorar de barco a cidade as outras ilhas mais distantes.

 

Você pode comprar o cartão de transportes em qualquer tabaccaio (tabacarias) espalhados pela cidade, geralmente na proximidade das estações do vaporetto. Estes lugares também vendem mapas da cidade e do sistema de transporte aquático por cerca de EUR 2,00. Verifique com o seu hotel ou albergue seugôndolas ou guiado que apesar de não ser barato vale muito apena.Afinal você está em Veneza!

 

Veneza de avião

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Existem dois aeroportos principais nas proximidades de Veneza, o maior deles é o Marco Polo, que fica em Mestre, a parte da cidade situada no continente. O Aeroporto Marco Polo está ligado a Veneza tanto por barcos quanto por um ônibus que vai até a Piazzale Roma, localizada praticamente atrás da estação ferroviária Santa Lucia. A passagem deste ônibus custa apenas EUR 6,00, e você pode andar da Piazzale Roma para praticamente qualquer lugar de Veneza, ou, se preferir, pode pegar o vaporetto (mais detalhes a seguir).

 

Você pode reservar com antecedência traslados compartilhados ou privados do aeroporto de Veneza para o seu hotel, que são feitos em barcos especiais. Além de práticos, os traslados oferecem uma maneira especial de ver a cidade e chegar ao seu hotel em alto estilo.

 

Chegando a Veneza de trem

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Há duas estações de trem principais em Veneza: Mestre, que fica no continente, e Santa Lucia, localizada em uma das seis pequenas ilhas que compõem o que é considerado a Veneza “de verdade”. Para aqueles que descem lá, a surpresa começa logo na chegada. Ao chegar na estação Santa Lucia, você se depara com uma vista fenomenal da cidade, com o Grande Canal e seus belíssimos prédios logo à frente. É realmente o tipo de boas vindas que qualquer um deve esperar de Veneza. A sensação de deparar com todo aquele esplendor é indescritível!

Além do trem, uma das melhores formas de viajar pela Itália é de carro, já que o país é pequeno e as estradas ótimas, e dá para conhecer vários lugares de uma só vez. Se você está pensando em conhecer outras cidades além de Veneza,  a melhor alternativa seria alugar um carro!

 

Como se locomover em Veneza

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Para quem fica hospedado no continente, o transporte até a ilha é feito de ônibus ou de vaporetto, o famoso ônibus aquático de Veneza. O vaporetto percorre todas as principais ilhas e tem “estações” flutuantes, cada uma identificada por um nome diferente, mais ou menos como o sistema de metrô das grandes cidades .

O cartão de viagens para usar os transportes da cidade (ônibus entre Mestre e Veneza e também o vaporetto), é um pouco caro, custando EUR 20,00 por um dia e EUR 30,00 por dois de viagens ilimitadas. A ATVO também faz o trajeto de Mestre a Veneza, custa EUR 3,50 a ida e 6,40 ida e volta e o vaporetto por um hora  no mesmo sentido custa EUR 7,00 Seguindo pelo mesmo sentido pode se fazer  várias paradas até o limite do tempo .

 

Onde ficar em Veneza

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Os viajantes que estão de olho no orçamento geralmente preferem se hospedar em Mestre, no continente. Se este é o seu caso, terá que fazer a travessia até a ilha de ônibus ou de barco. Se você ainda está procurando onde ficar em Veneza, e pretende se hospedar na ilha, a “Veneza de verdade”, procure um hotel o mais próximo possível da estação de trem porque Veneza tem muitas pontes com degraus e ficaria ruim passar por muitas carregando malas.

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Pontos turísticos de veneza

 

Gueto Judaico

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Um dos melhores passeios de Veneza, o Gueto Judaico é uma área de charme único, além de ser considerado o point da noite de Veneza (apesar de não ir até muito tarde) onde turistas, locais e estudantes se sentam à beira do canal que corta o distrito para aproveitar o melhor da comida e da bebida venezianas. A área é repleta de prédios de importância histórica para os judeus que vivem lá desde os tempos da República, e lá você encontrará restaurantes e lanchonetes servindo comidas e doces típicos judaicos. O ponto central do gueto é a praça Ghetto Nuovo, onde, durante a tarde, independente do dia, crianças e suas famílias brincam, enquanto os adultos degustam uma bebida no bar-restaurante. As ruas têm um cheiro suave de lavanda, delicioso, e também de roupa limpa, já que, às vezes, os moradores estendem suas roupas nos varais que cruzam os canais de um lado ao outro.

 

Ponte de Rialto

 

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A Ponte di Rialto é de uma beleza extrema, e, assim como a Ponte Vecchio em Florença, funciona não somente como um meio para cruzar o Grande Canal, mas também como uma espécie de shopping center, pois é repleta de lojas. Esta ponte, que é um dos principais pontos turísticos de Veneza, é a mais velha cruzando o Grande Canal, uma jóia da arquitetura, construída originalmente em madeira, por volta do século XII. Após vários colapsos, a ponte foi reconstruída em pedra em 1591, em um estilo parecido com a original.

A Ponte di Rialto está sempre lotada de turistas e venezianos, e tem três vias: a central, que não oferece vistas do Grande Canal, e as duas laterais, com escadas e rampas em cada lado, de onde é possível ter vistas dos lados diferentes do canal. Existe um lugar super legal onde sentar para tomar um drink e até mesmo um aperitivo ou uma refeição, enquanto se aprecia a beleza de Veneza e o movimento das gôndolas e dos barcos. É logo abaixo da ponte (não literalmente, claro) ao lado da subida do lado esquerdo (se você tem a direção da Piazza San Marco nas suas costas). As bebidas não são baratas, e uma cerveja de 300ml pode custar 7 euros, mas, é claro, você não estará pagando somente pela cerveja, mas pela vista privilegiada da ponte e do canal.

 

Piazza San Marco

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A praça de São Marcos, possivelmente a mais famosa do mundo, é de uma magnificência incomparável, um daqueles lugares que faz você se perguntar: ” Será que eu estou realmente aqui?”. A paisagem da praça é dominada por monumentos diferentes, como a Basílica de São Marco, a Campanile (torre que abriga os sinos da basílica), o Palazzo Ducale e a Torre do Relógio. A praça é o centro turístico da cidade, e, por este motivo, está sempre lotada. Outro elemento que não passará despercebido são os majestosos prédios que cercam a praça, conhecidos como Procuratie, construídos originalmente para abrigar os escritórios do procurador da cidade. O que se vê lá hoje são lojas caríssimas e restaurantes, como o Café Florian, o mais famoso café de Veneza.

 

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Outro ponto turístico localizado na área da praça é a Torre do Relógio (Torre dell’Orologio), um lindíssimo prédio do século XV que abriga um dos maiores relógios astronômicos do mundo.

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Veneza é maravilhosa em qualquer estação do ano. Porém, apreciá-la sob a serena luminosidade do outono e relativa tranquilidade em suas ruas sem ter que disputar espaço com hordas ensandecidas de turistas suados no verão é melhor ainda. Desfrutar esses momentos especiais, no entanto, tem seu preço: O outono é a época em que ocorre o fenômeno da “Acqua Alta”.

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“Acqua alta” é o nome que se dá a um excepcional aumento do nível das marés altas no norte do Mar Adriático. Eles alcançam seu ponto máximo na Laguna de Veneza, causando inundação parcial nos locais mais baixos, como a área de San Marco. Ocorre principalmente no outono e no inverno com maior probabilidade nos meses de novembro e dezembro. O aumento do fluxo das águas acontece quando há uma coincidência de ventos sazonais, como o “Scirocco” ou o “Bora” com a atração exercida pelo sol e a lua sobre as marés durante os períodos de lua cheia ou lua nova.

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Passarela montada para os turistas não pisarem na água quanto tem alagamento

 

Basílica de San Marco

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Construída no ano de 1063, esta igreja é uma verdadeira jóia da arquitetura bizantina, e domina a paisagem da praça San Marco. A basílica é um tesouro raro, para o qual, na nossa opinião, não existe concorrente ou comparação, até mesmo porque seu estilo é único. Os detalhes dourados do prédio, tanto no seu exterior quanto no interior, são de tirar o fôlego e reluzem ao sol, bem como todo o mármore usado na construção e as belíssimas cúpulas azuis. É lá que ficam guardados os restos mortais de São Marcos, o Evangelista. E, o melhor de tudo: a entrada é grátis! Sem dúvida um dos melhores pontos turísticos de Veneza.

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Apesar de sempre haver filas grandes na entrada, a espera nunca é muito longa, e, com certeza, você não se arrependerá se tiver que ficar lá por alguns minutos. Saiba que a entrada de turistas carregando bolsas grandes, como mochilas ou malas, é proibida, e você terá que deixar os seus pertences no Ateneo San Basso, localizado próximo da basílica e para o qual o caminho está sinalizado logo na entrada. Lembre-se também que não é possível entrar se você tiver os ombros à mostra, ou usando shorts ou saias curtas, por questões de respeito ao lugar sagrado.

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Os detalhes dourados dos afrescos que estão por todos os lados, do teto às paredes, além do altar, são de tirar o fôlego. Indo na direção do altar, você encontrará outro ponto interessante a ser visto dentro da igreja, a Pala D’Ouro, que é uma peça que tem cerca de dois metros de comprimento (para ter acesso a esta parte da igreja é necessário pagar 2 euros), toda feita de ouro e pedras preciosas, considerada uma das mais refinadas obras de arte bizantina em existentes.

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Não deixe de visitar também o Museu de São Marcos, que fica no nível superior da basílica (entrada EUR 4,00). Além de ter diversas peças de arte religiosa, o museu oferece vistas ótimas da nave da igreja, bem como da praça de São Marcos, a partir do pequeno terraço localizado do lado de fora.

 

Campanile (Torre Veneziana)

 

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A Campanille, imensa torre veneziana que fica na Piazza San Marco oferece o que é, com certeza, a melhor vista que se pode ter de Veneza do alto (a não ser que você contrate um helicóptero, coisa que não se vê por lá). A entrada não é muito barata, custa 8 euros, mas vale cada centavo, principalmente se você é um aficionado em fotografia.

 

Apesar do espaço no terraço de observação ser pequeno, os panoramas que se tem dos quatro cantos da cidade é deslumbrante. É de se achar que numa cidade antiga como Veneza os tetos dos prédios deveriam ser velhos ou descoloridos… Mas não, tudo é tão bem cuidado e feito para agradar aos olhos, que é difícil se ver até uma telha fora do lugar! A subida, de elevador, é rápida. Já a descida, é um pouco mais lenta, pois, geralmente, existe sempre mais gente tentando descer do que subir.

 

Palazzo Ducale

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O Palácio Ducale era a residência do Doge, o dirigente e a pessoa mais poderosa de Veneza. Localizado logo ao lado da Basílica de São Marcos, o palácio tem uma arquitetura gótica impressionante. Não deixe de prestar atenção nas duas colunas de mármore vermelho que compõem parte da fachada do palácio. Era de lá que os nomes dos condenados à morte pela República eram anunciados.

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O interior do palácio é de uma grandeza incomparável e é composto por diversos salões repletos de afrescos, como a Sala del Maggiore Consiglio (o Salão do Supremo Tribunal), que, além de ter pinturas de Veronese e Tintoretto, tem também uma varanda pequena que oferece vistas lindíssimas da lagoa e das ilhas de Sant Giorgio e Giudecca do outro lado. O preço do ingresso do palácio é um pouco salgado, custando EUR 16,50

 

Grande Canal

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O Grande Canal é a “aorta” de Veneza, por onde flui a vida da cidade em todos os aspectos. Além de ser a maior via de navegação através da cidade, o canal tem às suas margens alguns dos prédios mais importantes, que, juntamente com a água, formam uma paisagem estupenda. Nos tempos áureos da cidade, as famílias mais importantes competiam para construir os mais belos palácios às margens do Grande Canal, e, se sua família fosse realmente poderosa, a única forma de demonstrar isto era construindo um palácio no canal.

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O movimento de barcos e gôndolas, seja de dia ou à noite, em conjunto com a arquitetura fantástica da cidade, formam paisagens belíssimas, dignas de filme. Não deixe de conferir as diferentes vistas que se pode ter a partir das plataformas de partida das gôndolas e dos taxis aquáticos, que, em certas horas do dia, ficam vazias, permitindo-se caminhar até o final delas e ter um ponto menos obstruído de onde se pode observar o canal. O Grande Canal fica ainda mais belo ao por do sol, quando a luz da cidade muda totalmente.

Pegue um vaporetto e veja o canal a partir de um barco, de dia e à noite também. Além de custar bem menos que as gôndolas (que custam em torno de EUR 100,00 a EUR 140,00 por casal,um passeio em média de  uma hora), o passeio é geralmente feito em maior velocidade e costuma ser divertido.

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Este prédio do meio na foto é o local de onde se tem a vista do grande canal no filme com a Angelina Jolie “O turista”,segundo  o gondoleiro, o filme se passava no hotel Daniele que fica um pouco distante  daqui,mas as cenas da vista  da sacada do hotel   foram feitas daí do último andar.

 

Murano

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Murano é uma das belíssimas ilhas que circundam Veneza, localizada a pouco mais de meia hora de vaporetto da cidade (dependendo do seu ponto de partida). Murano é mundialmente famosa pelos artigos de vidro que são produzidos lá, verdadeiras obras de arte de altíssima qualidade. Você pode encontrar artigos de decoração, de mesa e até lustres, e existem diversas lojas vendendo peças pelos mais variados preços. Murano parece uma versão em miniatura de Veneza, mas, mesmo assim, tem o seu próprio charme devido à produção de vidro que acontece na ilha. Além disso, a ilha tem diversas pracinhas onde os trabalhos dos artesãos do vidro ficam em exibição, bem como lindas igrejas e pontes. Com sorte, você até conseguirá ver os artesãos em ação! Uma dica: os restaurantes de Murano parecem ser bem mais em conta que os de Veneza. Portanto, se estiver visitando a ilha no horário do almoço ou próximo do jantar, não deixe de aproveitar para comer por lá e economizar um pouco.

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Outro toque super especial de Murano são as flores que você verá nas varandas de alguns dos prédios. Cheias de cores e imaculadamente posicionadas, elas são diferentes de qualquer outra coisa que já vimos por aí: são todas feitas de vidro!

Há também excursões guiadas para Murano, Burano e Torcello, que te levam de barco direto para os pontos turísticos de cada ilha, por preços bastante acessíveis.

 

Cemitério (San Michele)

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A apenas 20 minutos de barco de Veneza, a ilha de San Michele abriga o famoso cemitério da cidade, uma das principais atrações turísticas de Veneza. O Cimitero é simplesmente lindo, e tem muros enormes e uma belíssima igreja que pode ser avistada de longe. De tão organizado, florido, colorido, e com sua arquitetura maravilhosa, o cemitério por vezes acaba deixando de parecer o que é… Lá ficam as mais espetaculares catacumbas em que as famílias dos venezianos mais importantes e ricos estão enterrados. San Michele tem um ar de jardim encantado, não de cemitério onde estão enterradas milhares de pessoas, algumas delas famosas, como o compositor Stravinsky. Tem-se a impressão de que, na tentativa de celebrar a vida daqueles que já se foram, os venezianos acabaram celebrando a beleza da sua cidade e o seu amor pela vida, como fizeram através da construção de outras jóias da arquitetura espalhadas por Veneza.

 

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(Botecos de Veneza)

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Entre os segredos que Veneza guarda em suas vielas,estão os Bacari,os botequins venezianos,basta sair das ruas de passagens para que eles apareçam,muitos são meras portinhas,apropriados para tomar um café ou uma ombra, taça de vinho da casa.Para acompanhar haverá os cichetti,canapezinhos montado com queijo,embutidos ou bacalà mantecato.

 

Aproveite os que você descobrir ao acaso no seu caminho

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Veneza é uma cidade que está presente nos sonhos de quase toda a humanidade. A imagem dos canais cortados por gondoleiros e casais felizes passeando por entre construções históricas é mesmo de tirar o fôlego. E, por isso, a cidade é este sonho de consumo, que atrai 12 milhões de visitantes todos os anos. Até os famosos gostam de passear por ali. Foi em Veneza que o ex-solteirão cobiçado George Clooney resolveu celebrar sua união com a advogada Amal Alamuddin, em setembro de 2014.

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Contradizendo algumas opiniões de que Veneza era cheia demais, turística demais e também não cheirava bem,resolvi conferir e para minha surpresa não era nada disso,talvez pela época que eu tenha ido,Veneza com certeza  foi o lugar mais lindo e inesperado que já conheci,daqueles que você quer que alguém te belisque para ter a certeza que não é um sonho.Ahhh Veneza sentirei saudades!!!

 

Patty Mendes

Florença

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Florença, capital da Toscana, é uma cidade pitoresca e apaixonante, eleita como patrimônio mundial pela UNESCO, também é um dos destinos mais famosos da Itália, atrás de Roma e Veneza. Por estas terras circularam grandes artistas como Leonardo da Vinci, Giotto, Michelangelo, entre outros. Neste artigo você vai descobrir o que conhecer em Florença, para aproveitar cada instante nesta belíssima cidade italiana.

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Foto com a estação Santa Maria Novella de fundo.

 

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Delicioso espaguete a carbonara

 

Florença é muito linda e uma visita à cidade lhe permitirá perder-se entre quadros, esculturas, arte e história em cada canto. A cidade conta com inúmeros atrativos e possui uma história interessantíssima, para quem não sabe esta terra foi habitada por importantes arquitetos, pintores e escultores, que colaboraram para enriquecer a cultura local, tornando-a o berço do Renascimento.

 

O que conhecer em Florença

– Principais atrações e monumentos

Florença é uma cidade bastante grande e repleta de atrações, monumentos e pontos de interesse, neste artigo proponho conhecermos alguns, que vi em minha rápida passagem pela cidade:

 

Santa Maria del Fiore (Catedral)

Piazza della Signoria

Museo Nazionale del Bargello

Palazzo Vecchio

Galleria degli Uffizi

Palazzo Pitti

Ponte Vecchio (século XIV)

Santa Maria Novella (igreja gótica)

Piazzale Michelangelo (vista panorâmica)

Abaixo, falarei um pouco sobre cada um destes lugares e mostrarei algumas fotos que poderão ilustrar o que você verá ao vivo.

Abaixo, falarei um pouco sobre cada um destes lugares e mostrarei algumas fotos que poderão ilustrar o que você verá ao vivo.

 

Piazza del Duomo

A praça da Catedral Santa Maria del Fiore é um dos pontos turísticos mais visitados de Florença, sua cúpula é um símbolo da cidade, um lugar imperdível que você tem que conhecer em Florença.

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Neste local você poderá se maravilhar com a beleza da Basílica, uma das obras da arte gótica e do renascimento italiano, essa construção é considerada de fundamental importância para a história da arquitetura, e caracteriza a riqueza e poder da Toscana nos séculos XIII e XIV.

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A construção do Duomo se estendeu por seis séculos, o projeto inicial data do século XIII, das mãos de Arnolfo di Cambio, já a cúpula é uma obra de Filippo Brunelleschi, mas a fachada somente foi concluída no século XIX, em 1867, obra de Emilio de Fabris que desenvolveu um enorme e magistral trabalho de mosaico em mármores coloridos em estilo neogótico.

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No interior você encontrará esculturas e afrescos de artistas como Andrea del Castagno, Federico Zuccari, Giorgio Vasari e Paolo Uccello.

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Outros pontos interessantes para ver e visitar são o campanário de Giotto, que é a torre dos sinos da catedral, construído em 1334 por Giotto di Bondone. Essa torre mede aproximadamente 85 metros de altura e possui 7 sinos que foram sendo adicionados com o passar dos anos. Você pode, mediante a pagamento, visitar a torre.

Além da torre dos sinos você pode ver ainda o Batistério de São João, uma construção muito famosa que acredita ser inclusive o prédio mais antigo da cidade. O Batistério é famoso por suas belas portas de bronze, e também pela história que circunda sua criação, reza a lenda de que na verdade ele foi um templo romano dedicado a Marte, mas recentemente no século XX escavações provaram que o Batistério era uma torre de guarda, parte de uma muralha que protegia a cidade.

Batistério de São João em Florença na Itália.

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Também na mesma praça você pode visitar o Museo dell’Opera di Santa Maria del Fiore, que é um museu dedicado a armazenar e cuidar do patrimônio e objetos procedentes do complexo arquitetônico: Catedral, Campanário e Batistério.

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Palazzo Vecchio

Esta é a principal praça da cidade, localizada na parte central da Florença Medieval, onde se encontra o Palazzo Vecchio e também o coração da vida social da cidade. Essa praça possui uma

forma um pouco especial, semelhante a uma letra “L”, está ao sul do Duomo e bastante próximo do “Ponte Vecchio”.

Palazzo Vecchio, um dos pontos turísticos mais importantes de Florença na Itália.

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Como atrações, monumentos e edifícios temos o Palazzo Vecchio, datado do século XIV, que foi construído entre 1299 e 1314, para hospedar e proteger aos magistrados, como também para celebrar sua importância. O arquiteto do Palazzo foi Arnolfo di Cambio, o mesmo do Duomo e da Basílica da Santa Cruz.

O Palazzo Vecchio possui centenas de estátuas e obras de arte, inclusive do lado externo, digno de apreciar. Sobre a porta principal está o frontispício decorativo em mármore, criado em 1528, com dois leões em bronze e um monograma de Cristo e uma escrita em latim “Rex Regum et Dominus Dominantium” (Rei dos Reis e Senhor dos Senhores).

No Palazzo está a Torre di Arnolfo, uma construção de 95 metros de altura, que oferece uma maravilhosa vista panorâmica e pode ser visitado pelo público, os bilhetes custam entre €6,50 e €10 (se combinado com o Museu do Palazzo Vecchio).

A Torre di Arnolfo é outro dos lugares imperdível que você tem que conhecer em Florença, programe-se e se possível faça a visita ao topo da torre, o panorama é incrível.

A praça ainda possui várias lojas para comprar souvenirs e tantos outros serviços, como bares, cafés, etc. Imperdível, um dos pontos turísticos mais importantes da cidade.

Antes de subir ao passeio pergunte o percurso e o preço.

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Como atração há também um passeio de charrete com cavalos, a recomendação é claro, perguntar o itinerário e preço antes mesmo de embarcar.

 

Museo Nazionale del Bargello

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Um dos museus mais importantes da Itália, possui uma das histórias mais interessantes entre todos, já foi sede do governo, prisão, sede do Conselho de Justiça e somente em 1859 se tornou realmente um museu, destinado a documentar a história e arte da Toscana.

Se você gosta de história e arte a visita neste museu é imperdível pois possui obras de importantes artistas como: Michelangelo, Cellini, Bandinelli, Giotto e Mainardi. O Museo Nazionale del Bargello é o principal que você tem que conhecer em Florença.

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São várias as salas, cada uma com um tema diferente, entre elas se destacam:

 

Sala de Michelangelo e da Escultura do “Cinquecento”;

Sala dos Marfins (265 peças);

Capela de Maria Madalena e Sacristia (onde os condenados à morte esperavam a execução);

Salão de Donatello e da Escultura do “Quattrocento”;

Sala da Escultura do “Trecento”;

Sala da Armas (mais de 2 mil peças);

Enfim, uma visita pelo Museo Nazionale del Bargello é uma excelente escolha para quem adora arte.

Mais informação, preços e horário de funcionamento podem ser encontrados no site oficial:

 

Galleria degli Uffizi

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Outro dos museus de grande importância da Itália, este por sua vez conserva obras de ninguém menos que Leonardo da Vinci, Sanzio, Tiziano, Durer, Botticelli, Rubens e também Michelangelo.

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O acervo, um dos mais importantes de todo o mundo, aloja em seu interior importantes afrescos, como:

Maestà (Cimabue);

Maestà (Duccio);

Madonna di Ognissanti (Giotto);

O Batismo de Cristo (Leonardo da Vinci);

A Anunciação (Leonardo da Vinci);

A Adoração dos Magos (Leonardo da Vinci);

Tondo Doni (Michelangelo);

E tantas outras obras imperdíveis de artistas que deixaram seu nome escrito na história da arte, a Galleria degli Uffizi é sem dúvidas um ponto a ser ter em consideração em sua visita a Florença.

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Galleria dell’Accademia   www.polomuseale.firenze.it/accademia

Aqui encontra-se a versão original de David de Michelangelo e o Museu de Instrumentos Musicais.

Palazzo Pitti

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Este é um grande palácio renascentista, situado às margens do rio Arno, bastante próximo também da Ponte Vecchio e foi originalmente construído em 1458. Como quase todas as construções centenares da Itália ele foi sofrendo com reformas e ampliações com o passar dos anos.

 

Já alojou em seu interior importantes famílias como os Médici, também Napoleão Bonaparte e por último serviu também de residência da família real, sendo habitada por Vittorio Emanuele II e sua família até 1871.

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Hoje é um importante museu que em seu interior guarda muitas salas e inclusive permite a visitação aos apartamentos reais (14 salas), ao visitar o Palazzo Pitti você encontrará muita história e arte, em habitações como:

 

Galeria de Arte Moderna (1700-1900);

Galeria Palatina (500 obras do renascimento);

Museu da Prata (1600);

Museu da Porcelana (porcelana fina);

Galeria do Traje (figurinos teatrais do Século XVI);

Museu das Carruagens (XVIII e XIX);

Nos dias atuais o Palazzo Pitti pertence ao estado italiano, tendo sido doado por Vittorio Emanuele III (neto de Vittorio Emanuele II) em 1919.

 

Ponte Vecchio

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Essa ponte possui uma história fantástica, acredita-se que ela tenha sido construída ainda na Roma Antiga, mas que naquele então era feita de madeira. Em 1333 foi destruída por uma enchente, mas no ano 1345 foi reerguida, com um projeto desenvolvido por Taddeo Gaddi.

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São três arcos que sustentam a ponte, sendo que o maior mede 30 metros de diâmetro, sobre ela estão situadas lojas, joalherias, e mercados deste os tempos mais remotos, tradição que existe ainda hoje.

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No Ponte Vecchio (como também em muitos outros lugares do mundo inteiro) existiu a tradição do cadeado. Reza a lenda que ao fazer isso você e seu amante terão amor eternos. O local onde são colocados os cadeados no Ponte Vecchio é ao redor da estátua de Benvenuto Cellini.

Ponte Vecchio, um dos lugares imperdíveis de Florença na Itália.

Lovers lock themselves to the Ponte Vecchio

Infelizmente, pela quantidade imensa de turistas e cadeados a prefeitura era obrigada a retirá-los com frequência, hoje em dia a multa para quem for apanhado em flagrante colocando um cadeado por lá é de €50!

 

Santa Maria Novella

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Para quem gosta de visitar igrejas antigas, o que é muito interessante pois remontam aos tempos mais remotos, a Santa Maria Novella é uma das mais interessantes da cidade de Florença. Ela começou a ser construída em 1049 (!) e passou por várias reformas e ampliações ao longo do tempo. Apesar de ter sido iniciada quatro séculos antes, ela somente foi consagrada pelo papa (Eugênio IV) em 1420.

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A fachada atual foi concluída em 1470, um projeto de Leon Battista Alberti, que escolheu um estilo muito particular e belo, típico da cidade naquela época.

O interior da igreja é conformado por três naves, sendo que a principal mede 100 metros de comprimento, formando junto das outras duas uma cruz latina. Os artistas que colaboraram com a construção desta bela igreja foram Brunelleschi, Ghirlandaio e Masaccio.

A Basílica Santa Maria Novella de Florença faz parte do Centro Histórico da cidade, que está considerado um Patrimônio Mundial pela UNESCO.

 

Piazzale Michelangelo

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Vista do Florença desde o Piazzale Michelangelo.

Esta é uma pracinha muito bacana, você terá que chegar até lá com algum meio de transporte pois se localiza no alto da cidade. Foi construída como um mirante no ano de 1865, desde lá é possível apreciar uma magnífica vista de toda a cidade.

 

A praça está dedicada a Michelangelo, e como homeagem a este grande artista do renascimento italiano estão expostas cópias de algumas suas obras. Estas cópias foram realizadas em bronze, já as originais são na verdade de mármore branco.

A vista abarca o coração de Florença, partindo do Forte Belvedere, passando pela Santa Croce, as pontes (incluindo o Ponte Vecchio), o Duomo, Palazzo Vecchio, Bargello, enfim, você terá uma vista privilegiada de quase toda a cidade, um excelente lugar para tirar fotos e levar belas recordações do passeio.

Minhas conclusões:

Acredito que não exista forma de não se apaixonar por uma cidade tão pitoresca, eleita como patrimônio mundial pela UNESCO, com uma história tão intrigante e bela.

Por estas terras circularam nomes de peso, como Leonardo da Vinci, Giotto, Michelangelo, entre outros, isto faz de Florença uma das cidades mais belas do mundo, onde será possível perder-se entre quadros, esculturas, arte e história em cada canto.

Mas o imperdível mesmo seria a Piazza del Duomo, com sua Catedral maravilhosa como atração principal, além de ver a estátua de Davi na Gallerie dell’Academia, pois réplicas você vai encontrar por toda parte lá, mas nenhuma se equipara a original

Não deixe de visitar Florença em sua  visita à Itália e deixe-se perder no tempo do renascimento com tudo o que esta cidade tem para lhe oferecer.

 

 

Patty Mendes

 

 

 

 

 

Pisa

Pisa

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Localizada na Toscana e cortada pelo Rio Arno (o mesmo que passa em Florença), Pisa é pequena e pacata. Mas engana-se quem acha que ela teria pouca importância se não fosse a famosa torre inclinada: é lá onde está uma das mais renomadas universidades da Itália.

No início da Idade Média, Pisa era uma grande cidade portuária, chegando a ser tão importante quanto Gênova e Veneza. Esse prestígio começou a decair à partir de 1284, quando a cidade perdeu uma guerra contra os genoveses. Para piorar, nos anos seguintes, começou a ocorrer um aterramento do seu porto, o que selou o destino da cidade. Tanto que, hoje em dia, Pisa não é mais uma cidade costeira.

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Como chegar…

 

A cidade de Pisa tem 2 estaçõe de trem: Pisa Centrale e Pisa San Rossore.

A maioria dos trens que vem de outras cidades italianas vai até a Estação Pisa Centrale. Ela fica a cerca de 2 km da praça onde está a Torre.

Já a outra estação, Pisa San Rossore, fica bem próxima: cerca de 400 metros. Mas em compensação, quase nenhum trem vai direto até esta estação, sendo necessária uma baldeação em Pisa Centrale. Só há uma exceção: quem vem da cidade de Lucca. O trem deixa o passageiro diretamente em San Rossore.

Outra opção é alugar um carro para ir até Pisa. A cidade está a cerca de 100 km de Florença e cerca de 20 km de Lucca.

Mas atenção: não é permitido circular de carro no centro histórico (só veículos públicos e de moradores, que tem autorização especial para isso). Porém, é possível estacioná-lo nas imediações da Piazza del Duomo (onde está a torre).

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De Pisa centrale para a torre

Opções: • Pegar um ônibus (pegar a Linha LAM Rossa, em frente a estação, que deixa próximo à Torre);

  • Pegar um taxi;
  • Ir a pé (cerca de 20 min de caminhada)

A caminhada é bem tranquila. O solo é bem plano, o que não cansa tanto e ainda podemos ir apreciando a paisagem e a movimentação da cidade.

 

Chegando em Pisa

Como estava hospedada em Roma,peguei o trem na Estação Termini bem cedinho e segui até Pisa. Foram mais de 3 horas de viagem até chegar na Estação Pisa Centrale .Chegando lá deixei as malas em um depósito de bagagens pago.na própria estação, aí então decidi ir caminhando para conhecer melhor a cidade e aproveitar para um café,que por sinal foi o pior que tomei em toda minha vida!Gente…Vocês não tem noção no quão amargo estava este café!Lá quando se pede um café eles perguntam se o cliente quer café macchiato.Caso não gostem de café amargo nunca,mas nunca mesmo peçam por este café, depois continuei a segui em direção a torre, fui sentindo um pouco o clima de Pisa, que mais se parece uma cidade do interior. Achei um lugar bem agradável.

Em um determinado momento,passei por uma ponte que cruza o Rio Arno, o mesmo que passa em Florença. As construções da margem são todas em tom amarelo e bege, uma paisagem que merecia uma tela de tão linda!.

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Atravessando a ponte, segui em  frente e conforme fui andando, já comecei a avistar o topo da Torre de Pisa. E, de cara, já dá pra começar a ter uma ideia da inclinação dela.

E derrepente cheguei ao campo dei Miracole, ou simplesmente Piazza del Duomo, a praça onde estão as principais atrações da cidade, cujas fachadas possuem aspecto arquitetônico semelhantes.São eles: a Catedral de Pisa (o Duomo), o Battistero, o Camposanto e, é claro, o famoso Campanário inclinado.

Quando se chega à praça, percebe-se logo que todas as atenções vão p

ara a espetacular Torre de Pisa.

Gente… Ela é muito inclinada!… É incrível como ainda permanece de pé. Tudo bem que algumas intervenções foram realizadas de lá pra cá, mas mesmo assim,ela hoje tem cerca de 4 metros de inclinação.É ou não é pra ficar espantado?

A famosa torre do sino do Duomo começou a ser construída em 1173, sob um solo arenoso e instável. Há controvérsias até hoje quanto ao verdadeiro autor do projeto, mas fato é que projetaram as fundações do edifício de forma errada: elas são muito curtas para uma torre deste porte e para um solo desta natureza.

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Dizem que, ainda quando estavam construindo o 3º andar, já era possível ver a inclinação. Apesar disso, a obra deu seguimento, com vários arquitetos tentando reparar o erro. Em vão: foi concluída em 1350, com uma inclinação de quase 1,5m.

Desde então, várias tentativas foram feitas para tentar consertá-la (ou mesmo impedir que incline mais). A última começou na década de 90, quando conseguiram reduzir 40 cm desta inclinação.

Um fato ocorrido ali entrou pra história. O cientista Galileu Galilei utilizou a Torre de Pisa para fazer seu experimento mais famoso, sobre a velocidade de queda dos objetos. Mas engana-se quem acha que foi por causa da inclinação da torre. Ele a utilizou porque era um dos monumentos mais altos da época.

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Todo turista que se preze não pode sair da Torre de Pisa sem fazer a típica foto perspectiva.Todo mundo paga esse mico e rende fotos hilárias.

 

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A melhor forma de conseguir uma foto que demonstre bem a inclinação da Torre de Pisa é tirando-a de mais longe, pegando todo o Duomo e a torre. Dessa perspectiva, a gente consegue ver bem a diferença dos 2 edifícios: um reto e o outro inclinado.

                                               Subindo a Torre

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Ela foi reaberta para visitação em 2001, após a última intervenção feita nos anos 90. São cerca de 300 degraus até o topo, que oferece uma bela vista da cidade e do entorno. Você pode comprar o ingresso no dia, mas dependendo da época do ano, pode encontrar uma fila imensa ou mesmo nem achar ingresso. Aconselho a comprar com antecedência pelo site.  Eu optei por não subir porque além de está me sentindo cansada,achei melhor vê-la por fora mesmo e também já tinha ouvido comentários de que não compensa muito o sacrifício devido a inclinação dela perceber-se mais quando se ver por fora.

 

Duomo

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O Duomo de Pisa é uma imponente catedral de mármore em estilo romântico-pisano, com uma fachada com 4 fileiras de colunas. Uma das mais lindas da Itália.

Guardando no seu interior o Púbito com figuras em relevo e o mosaico com a imagem de Jesus, situado atrás do altar. Composanto, o edifício retangular de 130 metros que está ao lado do Duomo nada mais é do que um cemitério, com uma particularidade: ele teria, em suas fundações, uma terra especial trazida da Terra Santa pela Quarta Cruzada. Reza a lenda que este solo teria uma condição especial, que faz com que os corpos fossem totalmente decompostos em apenas 24 horas.

Battistero

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Havia nele belíssimos afrescos, mas foram quase que totalmente destruídos por um bombardeio durante a Segunda Guerra Mundial. De frente para a entrada do Duomo está o Battistero, o edifício circular de 55 metros de altura e 35 metros de diâmetro, que é dedicado a São João Batista e é local de batismo. Sua construção foi iniciada em 1152, seguindo o mesmo estilo arquitetônico do Duomo. Mas a obra foi interrompida e retomada 1 século depois por outro arquiteto, que deu um toque gótico ao edifício.

Estando na Piazza del Duomo, você reparará que há uma Muralha medieval no entorno. Datada do século 12, ela “envolve” o Centro Histórico da cidade de Pisa.

 

 

                            Informações turística para  Pisa

  • O ingresso para subir a torre de Pisa ,pode ser comprado na hora ou com antecedência, pelo site oficial (máximo de 20 dias e mínimo de 1 dia de antecedência).
  • A subida é realizada em grupo, com um número restrito de pessoas. Cada grupo tem direito a ficar, no máximo, 30 minutos na torre (para subir, apreciar a vista e descer), não sendo permitido exceder este tempo.
  • São cerca de 300 degraus e a subida pode provocar vertigem em algumas pessoas, por causa da inclinação do edifício.
  • Todos os monumentos doCampo dei Miracolisão pagos, exceto o Duomo.

 

Patty Mendes

ROMA

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Roma

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Um parque de diversões para apreciadores da história e arquitetura. Um tesouro inesgotável para amantes da arte e cultura. Uma metrópole eletrizante de trânsito caótico. Um agitadíssimo centro com tudo do melhor para boêmios, modernos, glutões e fashionistas. Roma consegue ser tudo isso e muito mais. São inúmeros os atributos que a capital italiana, atualmente habitada por cerca de 2,8 milhões de pessoas, acumulou em seus 2.700 anos de história – sendo que durante boa parte desse período foi o epicentro do império que dominou o mundo por 500 anos. A “Cidade Eterna” tem tantas atrações imperdíveis que aos visitantes sempre se recomenda voltar. Mesmo assim, joga a favor dos turistas o fato de a maioria das atrações mais procuradas se concentrarem em uma área perfeitamente viável para a exploração a pé. Porque se o Coliseu, a Fontana di Trevi e o Vaticano são obrigatórios, igualmente indispensável é saborear o prazer de cafés ou barzinhos, como bons romanos, enquanto nos embasbacamos com cada praça, monumento ou museu.

Chegando em Roma…

 

Em Termini (Estação)

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Ali você tem praticamente todos os meios de transporte a sua disposição. Seja metro, linhas A e B, ônibus e também taxis. Corridas de taxi até o centro histórico costumam custar em média 20 euros. Se o seu hotel é na região de Termini, basta caminhar.

 

Do Aeroporto de Fiumicino até Termini

Do aeroporto até a cidade, além do taxi, que é 48 euros tabelado a corrida, existe um serviço de trem rápido, chamado Fiumicino Express, com saídas a cada 35 minutos e que, em aproximadamente 30 minutos, deixará você em Termini a 14 euros a pessoa. O mais chatinho desse trem é que ele para em uma plataforma um pouco distante do ponto central da estação e sendo assim, você gastará uns 10 minutinhos caminhando mesmo com ajuda das esteiras rolantes, quando funcionam é claro, e pode ser meio chato se você estiver com muitas malas ou malas pesadas.

 

Além do trem rápido existe um outro trem que, fazendo mais paradas, permite que você desça nas estações de Trastevere, Tuscolana ou Tiburtina. Dependendo de onde for o seu hotel pode ser que essa seja uma opção melhor. O custo é de 8 euros a pessoa e os intervalos de saída assim como o tempo de viagem costumam ser um pouco maiores que o Fiumicino Express.(Obs:O Fiumicino Express é também Chamado Leonardo Express)

Ambos os trens partem do mesmo local no aeroporto, do terminal 3.

Existe também um serviço de ônibus que vai até Termini parando na Piazza Cavour, próximo ao Vaticano, o custo é de 8 euros e de todas as opções acho que é a mais demorada em media 1 hora e 15 minutos mas, uma boa opção se seu hotel é na região próxima ao Vaticano.Existe também o shuttle Terravision. A empresa Airport shuttle pega no aeroporto e deixa na porta do seu hotel. Tarifa a partir de € 25 por pessoa. Já a Rome Airport Shuttle cobra € 25 euros por pessoa. Mas se van sair com 5 pessoas fica € 49 — menos de € 10 cada uma. Valores de 7h às 19h. Após este horário tem que pagar um suplemento de € 3 por passageiro.

 

Se deslocando em Roma…

Para usar o serviço de ônibus, metro e tram (tipo bondes de superfície) e inclusive a ferrovia que vai até Ostia Antica basta que você compre os tickets na estação de metro, seja nas máquinas ou bilheteria, nos diversos tabacchis existentes pela cidade ou mesmo dentro dos ônibus (mas cuidado que nem todo o ônibus vende o tickect, apenas aqueles com a máquina apropriada e no ônibus você só compra o ticket unitário).

A principal decisão aqui é o tipo de ticket que você irá comprar.

Ticket único (BIT – Biglietto Integrato a Tempo) – custa 1 euro, permite que você faça somente um trajeto de metro e que uses ilimitado nos ônibus até 75 minutos antes ou depois de ter usado no metro.

Ticket diáro (BIG – Biglietto Integrato Giornalero) – custa 4 euros e permite que você faça uso ilimitado do metro, onibus e tram até as 24 horas do dia em que você usou o bilhete.

Ticket turístico  (BTI – Biglietto Turístico Integrato) – custa 11 euros e permite que você faça uso ilimitado do meios de transporte público por 3 dias. Nesse caso você deve colocar seu nome e a data do primeiro dia de uso no bilhete.

Ticket semanal  (CIS – Carta Integrata Settimanale) – custa 16 euros e permite que você faça uso ilimitado do meios de transporte público por 7 dias. Como acima, deve colocar seu nome e data de início de uso no bilhete.

Ticket semanal  (CIS – Carta Integrata Settimanale) – custa 16 euros e permite que você faça uso ilimitado do meios de transporte público por 7 dias. Como acima, deve colocar seu nome e data de início de uso no bilhete.

Ticket semanal  (CIS – Carta Integrata Settimanale) – custa 16 euros e permite que você faça uso ilimitado do meios de transporte público por 7 dias. Como acima, deve colocar seu nome e data de início de uso no bilhete.

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Maquina para compra de tickets do metro

Basta pressionar o botão prateado ao lado do tipo de ticket desejado (conforme indicado acima), quantas vezes for o a quantidade de tickets desejada, inserir o dinheiro e pronto!

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imagem da tela da máquina

 

Roma Pass

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Se você pretende comprar o Roma Pass, não esqueça que ele dá direito a três dias de uso ilimitado do transporte público, sendo assim, dependendo da quantidade de dias que você for ficar, talvez a melhor opção seja comprá-lo assim que chegares dessa forma você já sai usando logo nos primeiros dias ,e também ele da o direito de entrar em apenas duas atrações,outras ele proporciona descontos.Assim é melhor ir nas atrações mais caras primeiro.Detalhe: La no vaticano não é aceito o Roma pass.O custo desse cartão é de 34 Euros.Parece muito,mas se somarmos o que gastaria com transporte para 3 dias + valor de duas atrações,( preferencialmente as mais caras) + descontos nas outras atrações ,o resultado seria superior a esse e ainda se ganharia tempo porque com o Roma pass você não precisa pegar aquelas filas gigantescas,principalmente no coliseu.

***Uma outra dúvida recorrente é como utilizar os tickets. No metro basta que você passe na catraca, já nos ônibus você deve validar, mais uma vez nas maquinas apropriadas, apenas na primeira vez que for usar. Então um tickect ainda não validado no metro deverá ser validado no ônibus, caso contrário, basta manter o ticket com você e apresentá-lo caso alguém responsável o solicite.

 

 

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Máquina para validação do tickets no ônibus

 

O site da ATAC é muito útil para se deslocar por lá e também muito fácil de usar, basta você colocar o endereço de partida e o de destino que ele indica quais meios de transporte público você deve usar.

 

DO AEROPORTO DE CIAMPINO AO CENTRO DE ROMA…

 

De taxi – em média 30 euros a corrida do centro ao aeroporto.

 

De ônibus – as mesmas empresas que fornecem serviço em Fiumicino, SitBusShuttle e Terravision, atendem ao Aeroporto de Ciampino, nos sites você encontrará as informações sobre compra, trajeto, tempo, horários e custos.

Outra opção é pegar um ônibus da Altral até Anagnina, término da linha A do metro, e de lá ir até a estação de metro mais conveniente para você. Esse ônibus custa 1,2 euros e depois você deverá pagar ao menos mais 1 euro pelo metro. Digo ao menos porque pode ser que você decida por outros tipos de bilhetes.

 

CONHECENDO ROMA

 

VATICANO

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Basílica de São Pedro, Tumbas dos Papas, Museus e Necrópole.

A basílica, as tumbas e a cúpula é possível visitar em um dia só. Para visitar os museus, onde está a famosa Capela sistina você precisa de, no mínimo, 3 horas (sem contar o tempo que se perde na fila, que em alta temporada é enorme).

Independente da sua religião, uma viagem ao Vaticano será muito proveitosa, não estamos  falando sobre crença mas sim sobre a história do mundo moderno. Visitar o Vaticano é bastante particular, de entrada você estará num país, dentro de uma cidade (o Vaticano fica dentro de Roma). A divisão é feita por grandes muros.

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A Guarda do Vaticano em nada se assemelha com os guardas e os policiais de Roma (ou de qualquer outro lugar). A começar pelo uniforme e, o que muita gente não sabe, pela nacionalidade. 100% suíça!Pooooode!!!Coitados parecem uns palhacinhos!!!

 

Basílica de São Pedro

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Esta basílica é sem sombra de dúvidas a maior igreja católica do mundo, ela ocupa uma área de 23.000 metros quadrados, podendo receber até 60.000 devotos em seu interior.

 

O que esperar deste lugar? Beleza, arte, história. Dentro dela existem mais de 340 estátuas e ainda possui por suas paredes e tetos obras de ninguém menos que Michelangelo, Bramante, Rafael e Bernini.

Aqui então foi enterrado São Pedro, que era na época um dos doze apóstolos de Jesus Cristo, ele também foi nomeado posteriormente como sendo o primeiro na linha da sucessão papal.

Tumbas dos Papas

Outro local muito disputado entre turistas são as grutas, abaixo da igreja. Lá estão as tumbas de vários papas. A mais procurada é a tumba de João Paulo II. Espere longas filas para o lugar — mesmo em dias mais calmos.

O tour até a tumba do Apóstolo Pedro é aberto ao público e custa apenas 12 Euros. Mas é quase um segredo de Estado. Para agendar o tour é preciso trocar e-mails diretamente com o Escritório de Escavações do Vaticano. E com muita antecedência, se possível meses antes da viagem.

O Vaticano escolhe quase tudo: data, horário… O visitante pode pedir que o tour seja em determinado idioma, mas não há garantias de que será atendido

 

MUSEUS DO VATICANO

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Basílica de San Pietro, um complexo com diversos museus, conhecidos coletivamente como Museii Vaticani, ou Museus do Vaticano, cuja origem remonta ao século 16, quando o Papa Júlio II começou a colecionar esculturas.

 

Há galerias sobre arte etrusca, egípcia, uma seção dedicada a tapeçarias dos séculos 15 a 17, um conjunto de quatro salas decoradas por Rafael (incluindo a clássica pintura Escola de Atenas) e outros pequenos museus históricos e etnológicos. Mas entre as partes mais significativas estão a Capela Sistina, cujos fantásticos afrescos no teto, retratando cenas do Gênese, foram pintados por Michelangelo entre 1508 e 1512. Seu poder e beleza são tão grandes que muitos se esquecem de apreciar as pinturas das paredes laterais, feitas por mestres como Ghirlandaio e Botticelli. Esse também é o lugar onde conclaves são reunidos para a eleição dos novos papas, mas, definitivamente, todos os olhos estão voltados para o minúsculo vazio entre os dedos letárgico de Adão e o indicador poderoso de Deus. Essa é uma imagem que nem as filas, nem a multidão conseguem fazer perder a magia.

Destaques:

 

Galeria dos Mapas – um longo corredor, finamente decorado nas paredes e teto, contendo cerca de 40 mapas produzidos por Ignazio Danti, representando os Estados Papais.

 

Salas de Rafael – o mestre renascentista Rafael Sanzio foi incumbido pelo papa Júlio II da redecoração de quatro aposentos. Entre os coloridos afrescos destaca-se A Escola de Atenas, de 1511, que mostra uma cena onde estão retratados filósofos como Aristóteles, Platão, Diógenes e Sócrates.

 

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Capela Sistina – Fazendo jus a multidão de turistas. Lá estão Adão e o Criador. Na parede do fundo estará um Jesus musculoso e a ira do Juízo Final.

 

Castel Sant’Angelo

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Também conhecido como Mausoléu de Adriano (imperador), já foi usado como edifício militar na época do Império Romano, como fortaleza dos papas no período medieval e como prisão na época dos movimentos para unificação da Itália. Um dos mais belos edifícios que margeiam o rio Tibre, em Roma.

 

Famoso também pelo romance Anjos e Demônios, de Dan Brown, mesmo autor de código da Vinci, é um lugar que reflete a história de Roma. De mausoléu a residência papal, suas diferentes funções espelham as mudanças que a cidade passou ao longo dos séculos.

 

O castelo localiza-se à margem direita do rio Tibre, diante da ponte Sant’Angelo, a pouca distância do Vaticano.

 

Seu nome atual data de 590 e se deve a visão que o Papa Gregório afirmou ter tido do Arcanjo Miguel, brandindo sua espada e anunciando o fim da grande epidemia de pestes que assolava Roma. Para celebrar essa aparição, uma gigantesca estátua do anjo foi colocada no alto do Palácio.

 

Piazza Navona

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Essa belíssima praça nos tempos da antiga Roma era o Estádio de Domiciano. Bem ao centro da praça está a Fontana dei Quattro Fiumi (Fonte dos Quatro Rios) e, ao redor, existem vários artistas que expõem e vendem seus trabalhos.

 

Pantheon

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Templo dedicado a todos os deuses romanos, que mais tarde se tornou uma igreja católica, hoje se encontram enterradas diversas personalidades ilustres como os pintores Raffaello e Annibale Caracci, os reis Vittorio Emanuele II e Umberto I e a rainha Margherita.

 

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Umas das mais famosas praças romanas, onde se encontra o Vittoriano, monumento dedicado ao rei Vittorio Emanuele II e que abriga o corpo de um Milite Ignoto (soldado desconhecido) da Primeira Guerra Mundial representando todos os soldados que não puderam ter um túmulo com seus nomes.

 

Na parte superior do Vittoriano se encontra o Museo Centrale del Risorgimento.

 

Campidoglio

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O monte capitolino é uma das sete colinas de Roma e é onde se situa a sede oficial do prefeito da cidade.

 

A praça foi modificada diversas vezes, mas o último projeto foi realizado por Michelangelo em 1536.

 

O artista queria que a principal atração da praça fosse o monumento equestre ao imperador Marco Aurélio (a estátua original se encontra nos Museus Capitolinos).

 

Fórum Romano

 

 

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Era o centro comercial, religioso e político da Roma Imperial.

 

Fórum e Mercado de Trajano

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Foi último dos fóruns imperiais da Roma Antiga a ser construído, no entanto, foi o maior e mais monumental. O mercado de Trajano era constituído de sedes de atividades administrativas dos Fóruns Imperiais e, de forma limitada, existiam atividades comerciais ao ar livre em suas ruas internas.

 

Coliseu

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O Coliseu é o anfiteatro mais famoso do mundo, construído no período da Roma Antiga, no centro de Roma.

Construído nos anos 70 d.C. foi utilizado para realizar combates de gladiadores, lutas de animais, execuções, batalhas navais, caçadas, etc…

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O Colosseum era usado para variados “espetáculos”, daqueles dos gladiadores que assistimos em filmes… Foi construído ao lado do Fórum Romano.É bem incrível estar num lugar desses. Assistimos em filmes, estudamos, sabemos da importância de tudo isso na história mundial…Mas quando estamos lá não tem como não ficar perplexo diante de tanta riqueza de detalhes que nos fazem viajar no tempo.

Arco de Constantino

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O arco do triunfo  construído para comemorar a vitória de Constantino sobre Magêncio, imperador contra imperador. Numa altura em que o Império Romano estava dividido, vários imperadores governavam zonas distintas, Magêncio era o imperador de Roma e Constantino de Gália, Hispânia e Bretanha.

 

Construído no ano 315 d.C. comemorava essa vitória de Constantino na que ficou conhecida como a batalha de Ponte Mílvia.

Incrívelmente ornamentado e segundo os guias, feito aproveitando peças de outros monumentos, acaba por misturar elementos alusivos a outros imperadores romanos como Trajano e Adriano.

Uma pena que esteja com o acesso vedado porque permitiria ao visitante vê-lo com mais detalhe. A inscrição por cima do arco confirma a homenagem da sua construção ao imperador romano Constantino, por ordem do senado e povo de Roma.

A sua dimensão pode não impressionar se compararmos com outros arcos de triunfo construídos noutras cidades, mas considerando a sua idade diria que ainda assim é impressionante tanto em tamanho como em longevidade.

 

Palatino

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Uma das sete colinas de Roma, é uma das partes mais antigas da cidade.
Segundo a lenda, Roma teve origem exatamente nessa colina.
Foi sede das residências dos aristocratas (época republicana) e imperadores (período imperial) de Roma.

 

Circo Máximo

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Era uma arena muito antiga usada para jogos e entretenimento pelos reis etruscos. Depois do século II a.C., começou a ser utilizada também para festivais, corridas de bigas, batalhas navais, combates entre gladiadores, entre animais, martírios de cristãos e chegou a ter capacidade para até 250.000 espectadores.

Hoje não existe mais quase nada do antigo Circo Máximo, somente poucas ruínas.

 

Termas de Caracala

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Nas casas das famílias mais ricas na Roma Antiga no III século a.C. ja existia a possibilidade de se “lavar”. O famoso “banho de gato” era feito com uma certa frequência, mas a lavagem total do corpo parece que acontecia uma vez a cada 9 dias, quando tinha o “mercado” (feira) – rsrsrsrs – sendo muito frequente durante o verão nos lagos e rios.

No séc. II a.C. apareceram as primeiras termas; no ano 33 a.C. eram 170 estruturas!
A dimensão monumental deste complexo è de 337m x 328m, numa área de 20 héctares, com capacidade pra acolher até 1.500 pessoas!

Além de 3 piscinas (inclusive uma de água quente!), área para ginástica, sauna, 2 bibliotecas, jardins bem cuidados… se bebia vinho, homens ricos faziam negócios, faziam massagens e prostitutas circulavam por aquelas bandas frequentemente!…

O preço da entrada era de 1 quadrans ( 0,75 euro) e as mulheres também podiam frequentar as termas,pagando um preço um pouquinho mais alto… em algumas estruturas, homens e mulheres tinham áreas separadas, ou horários diferentes.

Durante o período Imperial, este modo de diversão se tornou muito popular e ir às termas virou um hábito quotidiano dos romanos, que logo foi utilizado pelos os políticos como estratégia para ganhar votos, através do pagamento da gestão das estruturas ou fazendo com que a entrada fosse grátis.

Embaixo das Termas de Caracalla encontra-se uma enorme rede de túneis, por onde passavam os carros com os cavalos que forneciam a lenha para o aquecimento das piscinas de água quente.No ano 538,os acqueodutos que forneciam água às termas se danificaram e desde então a estrutura fechou.

 

Basiica di san Giovanni in Laterano

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Basílica de São João de Latrão em português,é a catedral do Bispo de Roma, ou seja, o Papa.
Seu nome oficial é Archibasilica Sanctissimi Salvatoris (Arquibasílica do Santíssimo Salvador) e é considerada a “mãe” de todas as igrejas do mundo.

Como catedral da Diocese de Roma, contém o trono papal (Cathedra Romana), o que a coloca acima de todas as igrejas do mundo, inclusive da Basílica de São Pedro.

Obelisco Laterano que se encontra na praça (na parte de trás da igreja) foi construído na época dos faraós Tutmósis III e Tutmósis IV (Século XV a.C.) e é proveniente do templo de Amon em Tebas (Egipto). Foi transportado para Roma pelo imperador Constantino II em 357.

 

 

Bocca Della Veritá

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É uma máscara de mármore com a boca aberta que fica no vestíbulo da igreja santa Maria in cosmedin.

Na Idade Média era usada pelos maridos para saberem se suas esposas lhes eram fiéis ou não. Eles levavam suas respectivas mulheres até a Boca da Verdade e as obrigavam a colocarem suas mãos dentro dela, se tivessem sido infiéis, diz a lenda, a boca se fecharia decepando as suas mãos.

 

Isola Tiberina

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ilha Tiberina é uma ilha em forma de barca que se formou no seio do rio Tibre, na zona em que o rio atravessa Roma, perto do Capitólio.

Com cerca de 270×67 m (lados mais largos), a ilha é famosa devido ao Templo de Esculápio, o deus grego da Medicina.
Dois terços da ilha é ocupado pelo hospital Fatebenefratelli e em frente se encontra a Basílica de São Bartolomeu.

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Existe uma lenda que, numa das suas versões, conta que depois da caída de Tarquínio, o Soberbo, o povo romano atirou o seu corpo no Tibre, no ponto onde depois se formou a ilha; sobre o corpo depositado no fundo, acumular-se-iam seixos e detritos que, progressivamente, permitiram a formação gradual desta ilha.
Palazzo Chigi

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  Sede do Presidente do conselho de Ministros do governo italiano (atualmente ).Sergio Mattarella.

A entrada principal do palácio se encontra na Piazza Colonna de frente a coluna do imperador Marcos Aurélio,

 

Palazzo Montecitorio

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Sede da Câmara dos Deputados da República Italiana
Na Piazza Montecitorio se encontra também o obelisco de mesmo nome trazido do Egito para Roma pela imperador Augusto no ano 10 a.C.

 

Fontana di Trevi

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A Fontana di Trevi  ou a Fonte de Trevi em português é a maior fonte barroca de Roma e, provavelmente, a mais famosa do mundo. Projetada por Nicole Salvi e construída em 1735, essa fonte está situada no cruzamento de três ruas e faz parte da história da cidade. Antigamente, era habitual construir uma fonte onde os aquedutos terminavam, como é o caso da Fontana di Trevi, que marca o final do Aqua Virgo, um aqueduto de grande valor simbólico.

 

Na Fontana di Trevi você também poderá ver a magnífica estátua do deus Netuno, representado sobre um carro em forma de concha puxado por dois cavalos-marinhos, que foi protagonista de várias cenas da história do cinema. Entre essas cenas, a mais famosa é, sem dúvida alguma, a do filme La Dolce Vita, dirigida pelo cineasta italiano Federico Fellini.

Além disso, desde a rodagem do filme “Three Coins in the Fountain“, que em português recebeu o título de “A Fonte dos Desejos“, a tradição diz que, se você jogar uma moeda na fonte, voltará a visitar a cidade. Porém, se você for solteiro(a), aqui vai outra dica: a tradição também diz que, se você jogar duas moedas, vai encontrar a sua outra metade da laranja em Roma!

 

Palazzo Del Quirinale

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Residência oficial do Presidente da República Italiana (atualmente Sergio Mattarella), encontra-se numa das sete colinas de Roma: colina Quirinale. Até 1870 foi a residência de verão do Papa e depois passou a ser o palácio real dos Savoia até 1946.

O obelisco que se encontra na Piazza del Quirinale foi trazido do Egito para Roma no primeiro século d.C., provavelmente, na época do imperador Domiciano.

 

Piazza di spagna

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Uma das mais belas praças italianas possui uma escadaria que leva até a igreja Trinità dei Monti.

Bem no centro dela se encontra a Fontana della Barcaccia, uma fonte em forma de barco projetada em 1627 pelos famosos escultores italianos Bernini, pai e filho.

 

Ara Pacis

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Altar dedicado a deusa Paz (Pax) por Otaviano Augusto para celebrar a Pax Romana, período de paz e prosperidade que gozou o Império Romano de 29 a.C., quando o imperador declarou o fim das guerras civis, até 180 d. C., ano em que morreu o imperador Marco Aurélio.

 

Piazza Del popolo

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Praça do Povo, uma das mais importantes praças de Roma, foi modificada diversas vezes pelos pontífices sendo a última projetada por Giuseppe Valadier (importante nome do Neoclassicismo).

Abriga três igrejas: Santa Maria del Popolo, ao lado da Porta del Popolo bem onde Nero morreu e foi sepultado, e as gêmeas Santa Maria in Montesanto e Santa Maria dei Miracoli ao lado oposto da praça.

Duas fontes: Fontana della Dea di Roma de um lado e Fontana del Nettuno do outro.

E no centro o Obelisco Flaminio, trazido do Egito para Roma pelo imperador Otaviano Augusto, circundado por 4 leões de mármore.

 

Villa Borghese

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Situado na colina Pinciana, é o terceiro maior parque da cidade com 80 hectares.

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Era a casa de recreio que o Cardeal spicione Borghese mandou construir na periferia de Roma e onde reuniu a sua coleção de obras de arte (Galleria Borghese que abriga obras de Gian Lorenzo BerniniCaravaggioLeonardo da VinciRaffaelloRubensTiziano, etc.

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Para quem pensa em se hospedar próximo à Villa Borghese,essa região possui hotéis luxuosos (e caros). Mas também é possível encontrar locais mais em conta,nada como uma boa pesquisa com uma certa antecedência.

DOMINGO É DIA DE FEIRA EM ROMA

 

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A feira de Porta Portese é a mais famosa de Roma e imensa, pois estende-se por várias ruas na região do bairro de Trastevere. Os freqüentadores são turistas, senhoras elegantes, outras nem tanto, jovens modernos e alternativos e habitantes da cidade. É preciso ter tempo e boa vontade para andar pela feira, sempre muito cheia. Ela acontece todos os domingos, das 8:30 às 13:30h e oferece artigos de todos os tipos, de selos antigos a eletrodomésticos, de roupas usadas a malhas belíssimas, que custam a metade do preço das vitrines. Nas ruas há verdadeiras lojas de sapatos, artigos de cama, mesa e banho, panelas, móveis, livros e CDs muito bons, por preços incríveis. Vale a pena comprar livros de arte e turismo, normalmente bem mais caros nas livrarias. Blusas em malha, jeans e couro concentram-se na Via Portuense, próximos à Estação Trastevere, esquina com Via C. Pascarella.

A feira é um passeio divertido, pode-se fazer boas aquisições ,encontrar pessoas do mundo inteiro e, principalmente, sentir os habitantes, os costumes, os aromas e cores de uma cidade.

 

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Porta Portese é um antigo portão da cidade localizado no final da Via Portuense justamente no local onde ela se encontra com a Via Porta Portese, a cerca de um quarteirão das margens do rio Tibre, na porção sul do bairro Trastevere

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Piazza Vittorio emanuelle II

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Perto da Estação Termini e da Basilica Santa Maria Maggiore, no bairro Esquilino, conheci esta praça grande, bem arborizada e com ruínas do Ninfeu construído pelo Imperador Alexandre Severo em 226 d.C. Trata-se de uma reservatório de água com dois pisos, que na época do Império Romano tinha como finalidade abastecer a população da região. O edifício em ruínas é agora moradia de vários gatos. No local há uma porta chamada de Porta Mágica (pesquisar na internet para entender a sua existência na praça) com uma imagem em cada lada da porta como se fossem guardas. Por estar em um bairro considerado internacional, há na praça muitos muçulmanos, indianos, orientais, africanos o que torna a praça interessante pelo fato reunir diferentes povos em um mesmo local. Para quem está hospedado perto da Estação Termini, o que foi o meu caso, é mais um atrativo no bairro que não custa nada entrar e fazer um passeio rápido, porém não é um local pra descansar, já que a praça é rodeada de ruas barulhentas.

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Nasone: Água pra beber de graça e sem medo em Roma

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Uma vez em Roma faça como os romanos e deixe para encher a sua garrafinha de água pelas milhares de fontes espalhadas pela cidade. Batizadas de “nasones” por motivos óbvios elas são uma tradição da cidade e fornecem água fresquinha, potável e de graça aos moradores e visitantes desidratados.

 

Volare oh, oh

cantare oh, oh, oh

nel blu dipinto di blu

felice di stare lassù …

AAhh Roma sua Linda!…

   Patty Mendes