Diamantina

Incrustada no Vale do Jequitinhonha, na região onde no século XVlll  foram descobertas as primeiras minas de diamante do Brasil.
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Diamantina ainda encanta por sua história, suas ladeiras de pedra e seus casarões, tão bem cuidados que deram à cidade -antigo Arraial do Tijuco-, o título de Patrimônio Cultural da Humanidade.

Diamantina caracteriza-se pelas igrejas, os casarios coloniais, o mercado dos tropeiros e pelas íngremes ladeiras, com seu típico calçamento. A extração do ouro e o encontro de diamantes foi o que motivou a ocupação do lugar.

Apesar de pequena, a cidade é bem preservada -tanto em suas ruas quanto em seu centro histórico- e oferece uma tranquilidade que o turista não encontra mais em Ouro Preto, outra cidade histórica de Minas.
Diamantina perde, no entanto, no quesito compras: não vá esperando uma profusão de artesanato local. Aproveite as atividades culturais e os passeios de aventura que a região oferece.
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Vem dos casarões do centro histórico um dos eventos culturais mais característicos e charmosos de Diamantina, a Vesperata.
A ladeira da rua da Quitanda fica tomada por mesinhas onde o público pode beber vinho e comer petiscos típicos da região. De repente, no meio da rua de pedra, levanta-se um maestro; das janelas dos casarões centenários que circundam o largo saem meninos e meninas de uma fanfarra; os casarões da cidade “executam” então as tradicionais serenatas e serestas. Um espetáculo imperdível pela originalidade e beleza com que é feito.
Entre as atrações culturais está a rica herança portuguesa da Semana da Paixão, da festa do Divino Espírito Santo, da festa junina (Santo Antônio é o padroeiro), o carnaval, a serenata, a Vesperata e o sarau Arte Miúda.

Vesperata

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Carnaval

Arte Miúda

As serestas, aliás, têm papel fundamental na história da cidade e influenciaram até um de seus filhos mais ilustres: o presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira. Um dos políticos mais populares da história brasileira, o presidente “bossa nova”, idealizador e construtor de Brasília, é o grande orgulho de Diamantina, sendo homenageado em estátua e num museu montado na casa onde ele foi criado, que conta com vários objetos de sua infância.
Outro personagem da história do Brasil que teve Diamantina como casa foi a “rainha negra” Xica da Silva. Imortalizada na música de Jorge Benjor e no filme homônimo, a história da escrava que ascendeu à elite da sociedade diamantinense e se tornou uma das mulheres mais poderosas das Minas no século XVlll é contada no museu da Casa de Xica da Silva e nas histórias dos moradores.
Para quem quer mergulhar no passado minerador de Diamantina, o Caminho dos Escravos é outra boa pedida.
 Mas a  aventura também tem lugar em Diamantina. Porta de entrada das chapadas da região central do Brasil, a cidade é circundada por cachoeiras de até 70 m de queda e tem vegetação densa e preservada. Os picos favorecem as escaladas e o rapel, e os vales são propícios às caminhadas.
O auge de seu esplendor se deu após os meados do século, no tempo de João Fernandes e de Chica da Silva. Entre as belezas naturais está a formação montanhosa (Serra do Espinhaço), uma vegetação de serrado e belas cachoeiras e grutas, como a dos Cristais, da Sentinela, do Conselheiro Mata e a gruta do Salitre.
Cachoeira da sentinela

Gruta do salitre

 

Diamantina caracteriza-se pelas igrejas, os casarios coloniais, o mercado dos tropeiros e pelas íngremes ladeiras, com seu típico calçamento.

 

Capistrana

Faixa de pedras largas e regulares no centro da rua de calçamento, para dar mais comodidade as moças que passavam de salto alto no período colonial. Nos dias de hoje ainda é possível perceber vestígios dessas antigas capistranas, riqueza histórica e tão singular da cidade mineira de Diamantina.

 

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Se andando de tênis eu já fiquei “Morta com farofa” subindo as ladeiras de Diamantina,fico imaginando aquele tempo antes das capistranas como seria usar sandálias de salto alto.

 

Histórias,Fatos e Lendas!…

 

Os Personagens históricos oferecem as casas de  Chica da Silva e de JK para visitação e apreciação deste patrimônio histórico e cultural que mantém a história  viva na memória de seu povo.

 

                                

 

 

        Casa de Chica da Silva

 

Filha de um relacionamento extraconjugal do português Antônio Caetano de Sá e da escrava Maria da Costa, Francisca da Silva é uma das personagens mais populares na história do Brasil.

Mulata e escrava, Francisca da Silva foi libertada por solicitação do contratador de diamantes João Fernandes de Oliveira, uma das pessoas mais ricas da época no Arraial do Tijuco, atual Diamantina, em Minas Gerais.

Chica da Silva era uma escrava como outra qualquer até que o contratador de diamantes João Fernandes de Oliveira se apaixonasse perdidamente pela mulata de belas curvas. Amasiada com o rico homem, a ex -escrava ganha uma posição social que jamais tinha sido atribuída a um afrodescendente, assim então, a rainha do ébano deixa a senzala e passa a fazer parte da vida social da cidade.

Desfrutando do imenso poder e riqueza do contratador de diamantes, Chica da Silva deu uma grande guinada em sua vida e acabou por receber o apelido de “Chica que manda”. A ex-escrava costumava frequentar as missas coberta de diamantes e acompanhada por 12 mulatas muito bem vestidas.

A casa

 

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Depois que ganhou a liberdade, foi morar em uma grande casa, construída em forma de castelo, uma construção imponente que lhe foi dada de presente por seu quase marido, já passou por quatro restaurações desde 1949, quando o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) a incluiu na lista das Belas Artes brasileiras.

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Na Casa de Chica da Silva chamam atenção os espaços grandiosos com várias sacadas de onde é possível avistar a torre da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, que foi financiada por ela para que os escravos pudessem participar das missas. Um fato interessante é que sua torre é do lado oposto.

 

Há quem diga que a torre construída do lado oposto era para quando o sino tocar incomodar menos a Chica da Silva, levando se em conta que sua casa fica próximo, outros porém, dizem que era para que os negros pudessem entrar na igreja, pois dizem que estes não podiam adentrar, passar pela torre e sendo esta ao fundo, poderiam entrar.

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Chica parecia ser uma mulher religiosa, apesar de ter sido considerada uma pervertida. Além de construir a Igreja do Carmo, ao lado de sua casa foi construída uma pequena capela para uso exclusivo de Chica. Infelizmente, o pequeno templo religioso foi demolido e hoje só resta a fachada.

 

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Outra preciosidade é o jardim-pomar por onde Chica da Silva costumava caminhar durante as tardes mais quentes. Construído em degraus com pedras sobrepostas, esse espaço verde ocupa uma grande área no fundo da casa.

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Passear por seus caminhos estreitos me fez viajar e imaginar a rotina de Chica rodeada por seus 14 filhos – um deles nascido antes dela se juntar com João.

A casa abriga ainda uma exposição permanente do artista plástico Marcial Ávila que retrata em óleo sobre tela as imagens que Chica foi capaz de construir no imaginário popular. A negra que lucrou com a escravidão e que sempre esteve envolvida em polêmicas é mito e verdade no casarão que guarda a sua história.

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cemitério ao lado da Igreja São Francisco de Assis

 

 

Francisca da Silva de Oliveira morreu em 1796 e foi sepultada na igreja de São Francisco de Assis, privilégio reservado apenas aos brancos ricos.

 

Casa de Juscelino Kubitschek

O imóvel – uma modesta construção mineira típica do século 18 – fica em uma área tombada pelo IPHAN e foi o endereço da família Kubitschek entre os anos de 1907 e 1920 onde JK viveu dos Três anos aos 19.

 

 

Após a morte de Juscelino Kubitschek seu grande amigo Serafim Jardim, presidente da Fundação JK decidiu que faria do local um museu para preservar a memória de um dos mais ilustres cidadãos de Diamantina. A casa foi restaurada em 1985 e, desde então, está aberta para visitação.

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Dividida em dois ambientes, o primeiro apresenta cômodos com móveis e objetos relacionados à época. A partir das descrições que o próprio JK fazia, os ambientes foram remontados para ficar parecidos com os da época em que ele vivia ali.

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Foto de Sarah Kubitschek

 

 

Por exemplo, seu quarto é acanhado como descrito pelo ex-presidente: tem apenas uma cama, uma mesa pequena (feita de caixote), livros, um armário e uma cadeira.

 

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Estes últimos móveis feitos pelo próprio bisavô de JK, João Alemão. Na casa há ainda uma sala em homenagem aos seresteiros com instrumentos e fotos de JK em Diamantina.

 

Consultório de JK

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Biblioteca

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O segundo ambiente é o anexo de madeira construído no quintal, em 1994. Ali há uma réplica do primeiro consultório de JK, que era médico,assim como uma biblioteca, um auditório e uma sala em homenagem à Sarah Kubistchek.

 

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Para chegar lá, os visitantes passam por um pé de jabuticaba ainda da época de Juscelino.

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No porão, há um bar que foi batizado como “Bar do Nonô”, uma alusão ao apelido de JK quando criança. O prato principal é uma receita de frango com quiabo, a “Xico Angu”, que era a comida predileta de JK.

 

 

Casa da Glória

 

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É o cartão-postal de Diamantina. Trata-se de duas casas, cada qual construída em épocas distintas e em lados opostos da rua. A mais antiga pertenceu à Coroa Portuguesa sendo residência de intendentes, depois a Dona Josefa Maria da Glória, daí o nome “Da Glória”.

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Ícone da cidade de Diamantina, o famoso “Passadiço” data dos tempos das irmãs vicentinas.

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Por volta de 1867, com finalidade de abrigar religiosas da ordem de São Vicente de Paula, ocorreram algumas transformações na casa, que passou a ser conhecida como Orfanato, e posteriormente como Educandário feminino de nossa Senhora das Dores.

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Até hoje há a polêmica se o passadiço foi construído apenas para facilitar o trânsito entre os prédios ou se a função era preservar as internas dos olhares alheios, principalmente dos rapazes, quando atravessassem a rua.

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Atualmente, o local abriga o Instituto Casa da Glória e Centro de Geologia Eschewege, pertencentes a UFMG.

É inevitável uma certa paranoia ao passar em frente a uma construção como essa .É interessante notar o reflexo de um comportamento conservador e , ao mesmo tempo, de constante vigilância na arquitetura da cidade.

 

Museu do Diamante

 

 

Conhecida como a cidade dos diamantes, logicamente, Diamantina não poderia deixar de ter um Museu do Diamante!

Com um acervo que abrange muito além das pedras preciosas, um arquivo histórico que preserva a memória da escravidão.

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A primeira sala apresenta o garimpo, com algumas réplicas de diamantes feitas com cristais, amostras de outras pedras e alguns instrumentos utilizados na garimpagem.

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Há uma outra sala que apresenta a arte sacra, com várias imagens de santos crucifixos, confessionário e oratórios.  E em outra sala réplicas de partes do corpo humano como pés, mãos e cabeças que eram oferecidas na igreja como testemunho de cura por milagre.

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Um pedaço da Parte mais triste de nossa história também é retratado.com a exposição de objetos utilizados para prender e torturar os escravos que trabalhavam na região.

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Conhecendo o Museu do Diamante

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Lá também encontramos armamentos, máquinas, instrumentos musicais, utensílios domésticos e objetos de decoração.

 

 

Igreja Nossa Senhora do Rosário

 

 

A igreja foi construída no centro de uma ampla praça e dotada de um espaçoso adro revestido de pedra. Na parte dianteira, nasceu uma gameleira que cresceu confundindo-se com o cruzeiro ali existente.

 

O sistema construtivo empregado é o da alvenaria de adobes recoberta por reboco e caiação branca. Cunhais, esteios, enquadramento dos vãos, portas e janelas são em madeira revestida por cores fortes. Quanto à ornamentação, destaca-se na capela-mor o retábulo de colunas retas e parte inferior torsa, marmorizadas, com coroamento em arco pleno arrematado por dossel. Entre as colunas e o arco está a cimalha. Este retábulo, a pintura do arco-cruzeiro e a pintura do forro formam um conjunto extremamente harmônico, conseguido a partir da intervenção de José Soares de Araújo, autor da pintura e douramento destas áreas. A pintura do forro, especialmente, constitui-se em um marco exponencial na carreira do Guarda-mor que era tesoureiro da Irmandade entre os anos de 1778 e 1782. Três registros correm paralelos, sendo os laterais compostos por perspectivas arquitetônicas em trama compacta, e o central pelo quadro com a Virgem do Rosário rodeada de anjos e nuvens. No colorido predominam os tons cinza-azulados nas perspectivasSAM_0427

 

Diz a lenda que um dos operários que trabalhavam na construção do cruzeiro, diante da igreja de Nossa Senhora do Rosário em Diamantina, chamado Júlio Fonseca, sentindo-se ferido de morte, pediu que chamassem um padre e suplicou-lhe que lhe absolvesse a eles, pois havia levado uma existência perversidade.

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  O religioso aconselhou-o a que pedisse perdão a Deus da má vida que levara e que, se seu arrependimento fosse sincero, estaria salvo. Já na agonia, Júlio Fonseca falou ao padre que, se sua alma  se salvasse alguma coisa inesperada aconteceria ao cruzeiro.

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   O caso foi comentado e repetido pelas pessoas que ouviram as suas últimas palavras; por isso, não eram raros os curiosos que encontrando-se no adro da igreja do Rosário, ali vinham as pessoas curiosas todos os dias espiar o madeireiro tosco, fincando diante do adro da Igreja.

    Decorrido pouco tempo após a morte de Júlio Fonseca, começou a brotar dos braços da cruz, uma pequena planta, provavelmente um passarinho depositara ali minúscula semente, esta nasceu, desenvolveu-se a planta desceu até o chão e deitou raízes; o tronco cresceu, formando-se galhos que foram elevando o cruzeiro. Transformou-se com o passar dos tempos, naquela frondosa gameleira, onde se encontra, para admiração geral, e humilde cruz de madeira.

Diante disso, muitas pessoas de Diamantina acreditam firmemente que Júlio Fonseca alcançou a salvação eterna.

 

 

    Igreja de Nossa senhora do Carmo

Esta igreja, uma das mais significativas da região diamantina, alia a arquitetura graciosa e ao mesmo tempo imponente com a delicadeza e o vigor da decoração pictórica e de talha. A torre única, foi construída na parte posterior, solução absolutamente original e inusitada.

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O frontispício obedece o sistema construtivo tradicional da arquitetura religiosa da região em madeira e adobe. O acento horizontal é dado pela cimalha de forte saliência, que se curva para permitir a inserção do óculo. O belo frontão retangular, formado pelo prolongamento das pilastras centrais do frontispício, ladeado por duas volutas, é rematado, por sua vez, por um pequeno frontão decorado de telhas em bica e encimado por cruz. Quanto à ornamentação, destaca-se o forro da capela-mor (1766) representando a Virgem entregando os escapulários a São Simão Stock. A composição deste forro, em perspectiva arquitetônica, apresenta quatro pilastras laterais unidas por arcos centrais, servindo como uma espécie de suporte para o desenvolvimento dos temas ornamentais que, tratados com extraordinária abundância de detalhes, dão impressão de obras de ourivesaria, reforçada ainda pelo predomínio da tonalidade cinza com realces ouro distribuídos em pequenos toques. O forro da nave (1778/1784) tem como tema o episódio do arrebatamento ao céu do Profeta Elias num carro de fogo, no momento em que deixa cair o manto a Eliseu. Exuberante na sua concepção, este forro é considerado a obra prima do guarda-mor José Soares de Araújo. A composição estruturada no sentido longitudinal, divide o espaço do forro em secções à maneira de frisos. O conjunto de retábulos concebidos e executados no estilo João V é o que de melhor se encontra no gênero em toda a região.

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                Igreja de São Francisco de Assis

“Desfruta de bela situação paisagística, localizando-se numa esquina, em plano mais elevado do que a rua e com amplo adro fronteiro, precedido por escadarias de pedra”

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Contemporânea  às Ordens 3ªs da região  do ciclo do ouro, a de Diamantina foi fundada em 1762.  Em 1772, já tinham ordem para a celebração dos cultos religiosos: “benta, ornada com paramentos convenientes para tão majestoso sacrifício”. Mas, as obras continuaram  pelo século 18  e 19, pois existem referências a diversos  serviços, como o douramento de dois altares laterais, em 1874, e que parece ter sido estendido até 1880.

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Em 1917, o templo estava fechado para reforma, quando, possivelmente, foram executadas  alterações na decoração interior da igreja. Nessa igreja, foi sepultada a famosa  Chica da Silva.

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cemitério bem ao lado da Igreja.

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Construída em taipa, apresenta a típica fachada das igrejas diamantinenses com esteios e cunhais pintados em cores vivas e a presença de apenas uma torre, no lado esquerdo. Na portada, o brasão da Ordem Franciscana – a coroa de espinhos, os braços e os estigmas. A Cruz de Lorena, sempre presente nas igrejas franciscanas, como por exemplo nas de Ouro Preto e Mariana, não aparece  aqui.

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Forum de Diamantina bem em frente a Igreja de São Francisco

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     Mercado velho de Diamantina

Também conhecido como Mercado do Tropeiro pelo fato de ser ponto de encontro e de parada de Tropeiros, o Mercado Velho, construído em 1835, chama a atenção dos turistas por sua bela e diferenciada arquitetura, além de ser ponto de encontro e local de festividades.

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Pense no mercado como um local onde passado e presente se misturam, pois onde era anteriormente comercializados escravos, hoje ele abriga feiras de artesanato e de hortifruti , apresentações musicais, ponto de encontros durante o carnaval e palco para festas.

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Todos os sábados pela manhã tem uma feira muito animada com lindas opções de presentes e lembranças, produtos para a casa, alimentos, um delicioso feijão tropeiro, caldos, pastéis, cerveja e refrigerante gelados. As pessoas não só fazem compras, como também aproveitam para conversar ao som de boa música típica do interior mineiro.

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Bem ao lado do mercado esta a lojinha de artesanato feito com pedras,tem muitas opções legais para presente.

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Café no Beco

O evento cultural Café no Beco comemorou, em 2015, quatorze anos de existência. Trata-se de um evento e atrativo cultural de Diamantina, Minas Gerais (MG), realizado aos domingos no período da manhã, das nove até às treze horas.

Conta com a presença de músicos, artesãos e quitandeiros diamantinenses que atraem um público de turistas e dos moradores da cidade.

Os quitutes são colocados em mesas ao longo do beco,com preços variados .o café é cortesia!!!

Mas o charme desse encontro matinal,é o grupo de seresta, que anima os comensais com músicas do cancioneiro popular.

O Café no Beco, que acontece desde 2001. O espaço tem a musicalidade e quitandas bem características da cidade de Diamantina.

o café no Beco trata-se de um evento cultural permanente, realizado em um espaço a céu aberto e articulado pelos comerciantes estabelecidos na Rua Beco da Tecla.

Considerações Finais

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Com o objetivo de possibilitar aos alunos o conhecimento da cultura , da história e apreciação da Arte barroca mineira, o Colégio Marista de Montes Claros ,realizou com seus alunos uma excursão para a cidade histórica de Diamantina, Minas Gerais.Excursão na qual eu estive junto.

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Na visita aos museus da cidade conseguimos não só saber as formas da extração do diamante, como também o conhecimento de personagens que se destacaram na história de Minas Gerais, a importância da fé católica na cultura colonial e a presença marcante de irmandades religiosas.

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O colégio Marista de Montes Claros faz esta mesma excursão para cidade de Diamantina todos os anos com as turmas do 5º ano.A excursão é coordenada pelos professores das respectivas turmas e pelo lider de segmento de excursões Thiago Neves,que foi quem me convidou para esta fantástica viagem,com direito a uma escorregada para dentro do túnel do tempo e aterrizar em pleno século XVlll.

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Na cidade além de outros lugares foram visitados a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, Casa Juscelino Kubitschek, Casa da Glória, Casa da Chica da Silva, Museu do Diamante.

Esta visita a Diamantina contribuiu muito para o enriquecimento da aprendizagem dos alunos.Os pré adolescentes aprenderam lições práticas de história e geografia em um passeio que uniu diversão e conhecimento.

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 Obrigada Thurminha, pela companhia maravilhosa!Meus agradecimentos também as Professoras Carol e Cida , ao líder da excursão Thiago Neves e ao guia turístico Felipe Ribeiro .”O conhecimento sempre supera o cansaço!” Rs….

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  Valeu galera!!!